São Paulo Reclama

FALTA DE ILUMINAÇÃO E POLICIAMENTO

, O Estado de S.Paulo

28 de maio de 2011 | 00h00

Perigo sob a Ponte Morumbi

Trabalho no Brooklin Novo e moro na Vila Sônia. Para retornar para casa, uso a Marginal do Pinheiros. No dia 12/5 um assaltante tentou me roubar quando eu passava sob a Ponte Morumbi. O trânsito estava relativamente livre, mas, neste local, há um estreitamento da pista que nos faz parar por alguns segundos. Um homem estourou o vidro dianteiro do passageiro gritando que queria minha bolsa. Meu carro tem insufilm e o bandido não percebeu que ela não estava no banco, pois sempre deixo os meus pertences debaixo dele. Ele inclinou o corpo para dentro do veículo e eu, em pânico, fugi (o que não é aconselhável). Denuncio a falta de iluminação das pontes da marginal e a falta de policiamento nesses locais.

TANIA C.B. SAMPAIO / SÃO PAULO

A Polícia Militar (PM) esclarece que mantém policiamento nessa região, que é área de interesse de segurança pública em razão dos crimes apontados. Além da ronda ostensiva com apoio de motocicletas (Rocam) e do Patrulhamento de Força Tática, são feitas constantes operações no local. Acrescenta que o serviço de inteligência policial está atuando para identificar e retirar de circulação os criminosos que agem por ali. E que as informações da comunidade são importantes, pois são usadas no planejamento operacional.

A leitora contesta: Discordo que haja policiamento no local em que fui atacada. Por esses dias, um colega também foi assaltado em plena marginal. Já solicitei à Prefeitura e à CET a instalação de iluminação debaixo das pontes, mas nada foi feito. Não vejo viaturas fazendo rondas no Brooklin. Mudei o trajeto e agora dou uma grande volta, pois tenho medo desse trecho.

AES ELETROPAULO

Acumulando protocolos

No dia 19/3 houve uma pane elétrica em minha residência. Um eletricista constatou que o defeito não era nas instalações internas. Chamei a AES Eletropaulo, que descobriu que o problema era a união de fios externos no poste. Isso provocou a alteração da voltagem, gerando descargas elétricas e danos nos eletrodomésticos. Em 20/3 registrei uma queixa na concessionária, que ficou de fazer inspeção em 10 dias, mas ninguém apareceu! Fiz outras reclamações, em vão. Entrei em contato com a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) e recebi resposta por carta de que eu deveria registrar a reclamação e que a Eletropaulo teria 10 dias para fazer uma inspeção, algo que já sabia. Liguei para a Arsesp para saber mais sobre o caso e fui informada de que ele já havia sido resolvido, uma vez que a referida carta enviada para mim já havia equacionado o problema e tirado a pendência do sistema! Decidi reclamar para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Mas tive outra surpresa: quem me atendeu foi a mesma funcionária da Arsesp.

CASSIA RITA SILVA DA ROCHA / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que substituiu as conexões do ramal de ligação da instalação elétrica no dia 18/3. De acordo com a Aneel, o consumidor pode solicitar pedido de indenização em equipamentos por danos elétricos por meio de um dos canais de atendimento da distribuidora.

A leitora lamenta: O problema não foi resolvido. A AES Eletropaulo responde desconsiderando as informações que eu já tinha prestado. Enviei solicitação de indenização em março e em abril, mas nenhuma providência foi tomada.

VAGAS EM CRECHES

Longa espera

Reclamo da falta de vagas nas creches municipais no Tremembé. Inscrevi meu filho em 17/3/2010 e até o momento ele não foi chamado. Não estou trabalhando, pois não tenho ninguém com quem deixá-lo. Preciso resolver o problema com urgência, pois meu marido está desempregado. Percebi que outras crianças da lista estão passando na frente do meu filho.

VALDIENE F. DE V. DA SILVA/ SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé responde que o menino está cadastrado e aguarda vaga no setor 5 (referente a Tremembé), sem indicação de escola específica. Explica que, depois de cadastradas, as crianças são chamadas para matrícula conforme a data do cadastro, faixa etária e disponibilidade de vaga na escola de preferência ou em unidade da região. Diz ainda que os responsáveis pela criança podem fazer o acompanhamento pelo www.portalsme.prefeitura.sp.gov.br ou pela lista afixada nas escolas do mesmo distrito/setor.

A leitora questiona: Meu filho estava na 113.ª posição na lista, foi para 118.ª, depois caiu para 115.ª. Agora está em 120.º lugar. Em vez da sua posição na lista diminuir, ela aumenta?

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