São Paulo Reclama

LEITORA ARCA COM PREJUÍZO ENQUANTO ESPERA

, O Estado de S.Paulo

25 de maio de 2011 | 00h00

Bagagem extraviada

Voltei de Orlando (EUA), em 25/4, num voo da TAM. Uma das malas foi extraviada e registrei a perda no Relatório de Irregularidade de Bagagem (RIB). Dentro dela havia remédios suficientes para 270 dias (pelos quais gasto R$ 180 por mês) para o tratamento que minha filha faz e não pode ser interrompido. Havia também vitaminas que não existem no Brasil, 4 pares de calçados Crocs, 2 mochilas novas, 1 capa de chuva, 2 pares de tênis novos, 1 calça legging, 2 biquínis e 2 pares de sandálias Havaianas. Quando entro em contato com a TAM, a resposta é de que "as buscam continuam", mas com o passar do tempo as chances de encontrá-la diminuem. Para piorar, a TAM não sabe informar o valor da indenização, caso não a encontre.

ANNA PAULA VILLELA PUYNEERS / SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, entrou em contato por e-mail com a sra. Anna Paula para informá-la de que está monitorando as buscas da bagagem e que dará informações assim que tiver novidades. Esclarece que, após a abertura do RIB, são feitas buscas primárias pela bagagem (entre as cidades envolvidas) e buscas secundárias (entre todas as bases operadas pela TAM). Por meio de um sistema chamado World Tracer, é feito um rastreamento entre as bagagens faltantes e uma comparação entre as características das malas registradas para que a identificação ocorra. Após 30 dias da data do extravio, inicia-se o processo de indenização.

A leitora diz: Arquei com as despesas relacionadas ao extravio da mala. Avisar que as buscas continuam pode até dar esperanças. Mas os funcionários da empresa afirmam que, depois de uma semana, a chance de localizar a bagagem é mínima.

AES ELETROPAULO

Religação complicada

No dia 28/4 a energia elétrica de meu imóvel, que está em reforma, foi cortada, pois o antigo inquilino não queria que a conta continuasse em seu nome. Pedi à AES Eletropaulo a reativação em meu nome no mesmo dia. O prazo era de 48 horas. Mas, em 2/5, ainda estava sem luz. A Eletropaulo alegou que o serviço tinha sido feito às 13h45 do dia 2/5. Porém, os porteiros e o zelador disseram que nenhum funcionário da Eletropaulo foi ao prédio. Constatei que o relógio de luz estava com os fios desligados. Telefonei novamente para a empresa e a visita foi remarcada para 3/5, às 9h45. Após várias queixas, informaram que o serviço está em caráter de urgência, mas até 5/5 nada foi feito. Quando telefono para a Ouvidoria, fico na linha esperando atendimento e, pelo site, a mensagem não é enviada.

CÁSSIO H. M. TRUNKL / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que a energia elétrica da residência do cliente foi religada em 2/5, cumprindo o prazo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de dois dias úteis para execução do serviço. Em 13/5, uma equipe da distribuidora esteve no local e verificou que a energia estava religada.

O leitor contesta: Ninguém da distribuidora foi ao meu prédio em 2/5, portanto, o prazo da Aneel não foi cumprido. Após várias queixas, em 6/5, às 16 horas, um funcionário de uma empresa contratada pela AES Eletropaulo religou a luz. Tenho testemunhas. Mas pela resposta enviada pela concessionária parece que sou mentiroso. Basta a empresa verificar o registro de minhas reclamações. Será que o caminho mais justo é reclamar à Aneel e ao Juizado Especial Cível?

NET

Ligações não reconhecidas

Desde fevereiro recebo cobranças indevidas da NET de ligações realizadas para Feira de Santana (BA), as quais não reconheço. Se somados os últimos três meses, o valor desses telefonemas dão mais de R$ 2 mil. A NET informou que há a probabilidade de clonagem do sistema e, como medida paliativa, recomendou a troca da linha telefônica. Apesar do transtorno gerado, eu aceitei. Porém, na conta do mês de maio, recebi uma cobrança no valor de R$ 143, ainda referente ao número antigo. Liguei para a NET e, por duas vezes, os atendentes disseram que eu não podia contestar a cobrança, pois as ligações teriam sido feitas de casa - insinuando que eu estava agindo de má-fé. Sou cliente desde 2003 e possuo o serviço em dois endereços distintos. Nunca tive problemas e pedi o cancelamento das duas assinaturas.

CESAR A. DE O. GONÇALVES / SÃO PAULO

A NET informa que, em contato com o cliente, resolveu as questões citadas.

O leitor explica: Cancelei o serviço. Fiquei indignado porque os funcionários que me atenderam primeiro insinuaram que eu estava mentindo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.