São Paulo Reclama

VEÍCULOS ABANDONADOS HÁ MAIS DE 3 MESES

, O Estado de S.Paulo

20 de maio de 2011 | 00h00

Burocracia para solução

Desde que a CET modificou as regras das vagas de estacionamento nas ruas de Moema, diariamente, a partir da 7 horas, observo a circulação de fiscais de trânsito autuando infratores. Mas nada é feito em relação a quatro veículos que estão estacionados há mais de três meses na Rua Tuim, entre a Avenida Macuco e a Rua Cotovia. É impossível que os agentes da CET não tenham visto esses carros. Soube que a CET retira das ruas veículos com sinais de abandono cinco dias após receber denúncia. Não pode ser verdade, pois comuniquei o fato há mais de um mês e nenhuma providência foi tomada. Inclusive, reclamei pessoalmente a um dos agentes que trabalham no bairro. Um desses automóveis foi incendiado, ficando somente a carcaça. Enquanto as multas são lavradas às dezenas, todos os dias, quatro preciosas vagas estão sendo desperdiçadas pela inércia da CET em atender às queixas da população.

SÉRGIO AUGUSTO SANGÜINI / SÃO PAULO

A CET esclarece que veículos em estado de abandono e que não estejam atrapalhando o trânsito são removidos da via pela subprefeitura da região por determinação de lei municipal. Enquanto gestora do tráfego urbano do Município, a CET somente pode guinchar veículos que estejam estacionados de forma irregular na via ou quebrados, atrapalhando a fluidez do trânsito.

A Secretaria da Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

O leitor informa: Os veículos não foram retirados. Para piorar, apareceu mais um no mesmo trecho há uns 15 dias. Vou enviar uma reclamação à Subprefeitura Vila Mariana.

CORREIOS - PREJUÍZO

Registros perdidos

Em novembro de 2009, comprei aparelhos de mp4 num site chinês. Cadastrei-me no sistema Importa Fácil dos Correios e, em 17/11/2009, a mercadoria foi postada na China para o Brasil. Consegui rastrear a informação de que os produtos ficaram parados na Gerência de Atividades do Recinto Alfandegário (Geara) dos Correios de novembro de 2009 até março de 2010. Depois, a encomenda retornou à China em 5/4/2010, sem explicação. Paguei R$ 574 pelo frete. Já falei com quatro pessoas diferentes do setor de importações dos Correios e sempre sou mal atendido. Jogam a culpa em outros departamentos da empresa. Um funcionário desligou o telefone na minha cara, dizendo que o problema era meu. Apesar de ter passado tanto tempo, a questão ainda não foi solucionada.

JUAN PABLO LOSADA / SÃO PAULO

A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana esclarece que, por causa do prazo decorrido desde a postagem, em novembro de 2009, e a devolução ao país de origem ter ocorrido em abril de 2010 (comunicado ao cliente na ocasião), não há mais registros sobre esse processo nos Correios. Diz que entrará em contato com o leitor para obter mais informações e apurar o ocorrido.

O leitor desmente: Ninguém entrou em contato. Demoraram tanto para dar uma resposta que perderam os registros.

AES ELETROPAULO

Treze dias sem luz

Mudei-me de apartamento em 29/4. Desde então peço o religamento da energia do local, mas, inexplicavelmente, até 10/5 continuei no escuro. Todas as vezes em que eu entrei em contato, os funcionários da concessionária alegaram que, no sistema deles, constava que a energia estava ligada. Entretanto, um eletricista particular verificou exatamente o contrário. Há um lacre da AES Eletropaulo no relógio de força. Em todos os inúmeros contatos que fiz com a distribuidora explicando o problema, fui informado de que uma equipe estava a caminho para resolvê-lo. Essa equipe, porém, apesar de minhas incontáveis ligações, nunca apareceu e agora me pergunto: quem irá arcar com os prejuízos que venho tendo desde então decorrentes dessa inaceitável falta de respeito e consideração?

ULISSES RAZZANTE VACCARI / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que a energia elétrica do imóvel do cliente foi religada em 12/5. Em virtude do prazo de execução do serviço ter expirado, o leitor sr. Vaccari receberá 10 valores unitários de penalidade (VUPs), totalizando o valor de R$ 400. Diz ainda que ele poderá retirar a quantia na loja de atendimento mais próxima de sua residência ou aguardar que o valor seja creditado nas próximas faturas.

O leitor diz: Confirmo a resposta. Acho aceitável o ressarcimento de R$ 400, mesmo sabendo que os prejuízos que tive decorrentes de ter ficado 14 dias sem luz ultrapassam em muito esse valor.

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