São Paulo Reclama

DOIS ANOS SEM REGISTRO EM CARTEIRA

, O Estado de S.Paulo

19 Maio 2011 | 00h00

Dúvidas não esclarecidas

Entrei em contato com a Previdência Social, pelo 135, para tirar dúvidas, mas só obtive respostas conflitantes. Trabalhei de janeiro de 1971 a dezembro de 1973 como auxiliar de escritório sem registro na carteira de trabalho. Aliás, esse foi o único período de minha vida laboral em que não contribui. Como comprovantes, tenho a cópia autenticada do certificado de alistamento militar, emitido em 23/2/72, constando como profissão auxiliar de escritório; o título de eleitor original, de 10/10/73, informando minha profissão naquela época; e vários livros fiscais de clientes desse escritório, de 1971 a 1973, com a minha caligrafia. Em 1.º/1/74, fui registrado nessa empresa onde trabalhei por 3 anos sem registro. O que devo fazer para que esse período seja considerado válido na contagem de minha aposentadoria por tempo de serviço? Quais os documentos preciso apresentar?

JOSÉ ROBERTO NIERO / SÃO CAETANO DO SUL

A PREVCartas/INSS-SP informa que o leitor sr. Niero deve protocolar um pedido de Justificação Administrativa numa agência da Previdência Social e anexar documentos da época como: holerites, contratos de trabalho, folha de registro de funcionários, identidade funcional, além de outros que façam referência ao trabalhador. É necessário a apresentação de, no mínimo, três testemunhas.

O leitor lamenta: O INSS não esclareceu minhas dúvidas. Como posso apresentar os documentos solicitados se eu não era funcionário registrado? Os documentos que eu tenho podem ser considerados válidos? Já agendei, pelo site do INSS, a entrega deles numa agência, mas vou às cegas.

LINHAS CRUZADAS

Cobranças indevidas

As linhas de prefixo (11) 4416 da Telefônica estão apresentando linha cruzada e faturamento errado. Tentei por 8 vezes fazer uma reclamação na central de atendimento ao cliente, mas a linha cai depois de uma gravação e da transferência para um atendente. Enviei um e-mail e fui informada de que o nome do assinante e o número da linha não foram reconhecidos. Mas o telefone está instalado há 25 anos! Tentei reclamar na Ouvidoria, porém soube que eu só poderia registrar a queixa após receber um número de protocolo do atendimento da central - algo impossível. Recebi cobranças de ligações interurbanas para celulares de números desconhecidos e soube que isso ocorre com outros assinantes. O que me resta é cancelar a assinatura ou entrar com um processo contra essa empresa. Acredito que essa confusão pode estar ligada a alguma clonagem de linhas ou a erro na manutenção.

MARIA JOSÉ A. PASSARELLI / COTIA

A Telefônica informa que fez testes na linha da sra. Maria José e não localizou nenhuma anormalidade que pudesse gerar cobranças indevidas. Diz que ela está ciente das providências adotadas.

A leitora esclarece: Após ter enviado o e-mail ao jornal, a Telefônica entrou em contato e agendou visita técnica. Mas o técnico errou o caminho e foi parar em outra casa. Mesmo assim, a empresa diz que vai descontar as cobranças indevidas. Ainda aguardo o retorno da Telefônica para agendar outra visita técnica.

SKY- INSTALAÇÃO DIFÍCIL

Visitas não cumpridas

Durante dois meses tentei transferir o endereço de instalação de minha assinatura SKY para outro na mesma cidade. Foram oito visitas técnicas agendadas seguidas de oito faltas. Fiz várias reclamações, em vão. Por isso, decidi solicitar o cancelamento da linha, pois paguei R$ 346,80 por um serviço não fornecido.

ORLANDO MAZZULI / ITU

A SKY informa que uma funcionária da empresa entrou em contato com o sr. Mazzuli, em 12/5, para prestar esclarecimentos. Mas o cliente optou por cancelar a assinatura e está ciente de que os equipamentos serão retirados em 30 dias. O valor referente ao período não utilizado será devolvido.

O leitor confirma: Como ninguém apareceu nas 8 datas programadas nem na 9.º dia marcado para a instalação, decidi cancelar o serviço.

MEDIDA POLÊMICA

Redução de velocidade

É um absurdo a CET reduzir a velocidade de algumas avenidas da capital, entre elas, a do Pacaembu, para 60 km/h. Os atuais 70 km/h deveriam ser mantidos e adotados nas Avenidas Sumaré e Faria Lima, que demandam maior fluidez. Mais uma vez a CET age para piorar e atrapalhar a vida dos paulistanos. É triste, pois nos tornamos reféns das decisões da CET e da "indústria das multas" existente em São Paulo.

RENATO KHAIR / SÃO PAULO

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