São Paulo Reclama

TVA - CANCELAMENTO DIFÍCIL

, O Estado de S.Paulo

13 Maio 2011 | 00h00

Respostas contraditórias

No início de março enviei uma mensagem para esta seção reclamando do (des)atendimento da TVA, em razão da dificuldade para cancelar um produto (que não foi nem instalado). Tempos depois, recebi um telefonema de um funcionário da TVA, no qual se desculpava pelos equívocos cometidos pela empresa e dizia que todo o transtorno pelo qual passei para conseguir o cancelamento do produto não era rotina da TVA. No entanto, dias depois, recebi a ligação de uma funcionária para agendar "nova data de instalação". E, por duas vezes, telefonemas com gravações para agendar "nova data de desinstalação". Qual o próximo passo? Vou receber um boleto de cobrança por um serviço não prestado? Estou me questionando como posso confiar numa empresa com esse perfil.

RICARDO M. GOMES / SÃO PAULO

A TVA lamenta o ocorrido e esclarece que todas as providências internas foram tomadas para evitar que esse tipo de situação ocorra novamente. A empresa diz ter entrado em contato com o cliente, informando que a baixa do equipamento foi efetuada no sistema, não havendo mais ligações por parte da TVA.

O leitor revela: Uma funcionária que atende no setor de reclamações da TVA me ligou no dia 4/5, à noite, garantindo que os telefonemas e as cobranças não iriam se repetir. Mas passados alguns dias recebi outro telefonema da empresa com mensagem gravada para "agendamento de desinstalação" dos produtos TVA, ratificando minha desconfiança com relação aos procedimentos adotados pela empresa. Portanto, o problema não foi solucionado.

AES ELETROPAULO

Falta de energia

Os apagões estão se tornando uma rotina difícil de suportar. Em 9/4, a energia elétrica faltou duas vezes nas regiões de Pinheiros, Jardim América, Jardim Paulista, Jardim Paulistano, entre outras. A única resposta recebida da AES Eletropaulo foi uma gravação confirmando ter localizado a falta de energia. ROGER CAHEN / SÃO PAULO

A concessionária AES Eletropaulo não respondeu.

O leitor comenta: O problema do dia citado foi resolvido e, a partir daí, a energia não faltou. Mas até quando a cidade de São Paulo vai ter de conviver com apagões repentinos, sem explicações ou motivos, que duram horas e atrapalham a vida de todos? Como a AES Eletropaulo não respondeu, creio que o problema, em geral, não pode ser considerado resolvido. Estamos à mercê de uma rede elétrica que não foi planejada, como também do clima e das árvores que caem nos fios da rede.

Moro no Alto da Boa Vista, próximo ao leitor sr. Fred Carvalho (carta publicada em 11/5, em que ele relata ter ficado, em menos de 2 meses, 26 horas sem o fornecimento de energia elétrica e reclama das oscilações na rede). Também estou furiosa com o serviço da AES Eletropaulo. Não se vê manutenção alguma, apenas funcionários correndo para apagar o fogo. O cúmulo é que mais de 40% do valor da conta mensal é destinado a impostos. Em abril, faltou luz três vezes em casa, por umas três horas cada, mas, quando recebo a conta, é como se nada tivesse acontecido. Dizem ser culpa dos galhos que caem nos fios. Mas modernizar e adequar a fiação elétrica, nem pensar!

CLAUDIA LOPES DA S. HORIKAWA / SÃO PAULO

CAMPOS DO JORDÃO

Ruas intransitáveis

Há mais de 3 anos reclamo em vão à prefeitura de Campos do Jordão por causa das péssimas condições de acesso às casas de veraneio no Jardim Manancial, Capivari. Foram feitas inúmeras solicitações à prefeitura e ao secretário de obras da cidade e as desculpas são: falta de máquinas, materiais e verbas. As Ruas Alfredo Deglê Esposti, Carmen Astolfi e João Moisés são de terra e estão intransitáveis. A situação se agravou com as chuvas e com o tráfego de caminhões pesados usados na obra de um condomínio fechado. Só parte da via está sendo asfaltada. Para onde são destinados os recursos gerados pelo IPTU e pelo turismo da maior estância climática do Brasil?

LUIZ FRANCISCO ROMEO / SÃO PAULO

A prefeitura de Campos do Jordão não respondeu.

O leitor relata: Algumas melhorias foram feitas. A prefeitura cedeu algumas máquinas, mão de obra e alguns caminhões de pedra para melhorar alguns trechos. Tinha sido marcada uma reunião em 29/4 com o secretário de obras da cidade, na casa de um morador, mas ele não compareceu. Pensamos em fundar uma associação para conseguir exercer ação mais efetiva.

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