São Paulo Reclama

LINHA LILÁS DO METRÔ

, O Estado de S.Paulo

11 de maio de 2011 | 00h00

Obra parada

Estou indignado com o atraso da obra da Linha 5 (Lilás) do Metrô. Concebida para ser parte da Linha 1 (Azul), foi preterida desde a década de 60 e o mesmo ocorre agora. O Metrô vai decidir se continuará a obra ou se vai refazer as licitações, o que atrasará a construção dessa linha por, no mínimo, mais um ano e meio. Pelo projeto original, a primeira estação seria entregue em julho deste ano. Perdem-se tempo, dinheiro, saúde e civilidade por causa de colocações e discussões que não analisam a real necessidade da região de Santo Amaro. Quando chove, falta luz ou acontece um acidente, a região vira um caos. Há agressões no trânsito, por exemplo. Em vez de discutir sobre a Copa do Mundo no Brasil, deve-se fazer algo pelos cidadãos que gastam oito horas no deslocamento de ida e volta de casa ao trabalho. Só agora a Linha Amarela está ficando pronta, já não era sem tempo. A região de Santo Amaro é desfavorecida há muito tempo. Falta bom senso dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

LUIZ AUGUSTO G. BARBOSA / SÃO PAULO

O Metrô esclarece que a expansão da Linha 5 (Lilás), com mais 11,4 quilômetros e 11 estações, é prioridade do governo do Estado. No momento, explica, as obras se desenvolvem no trecho entre a Estação Largo Treze e a futura Estação Adolfo Pinheiro. Diz ainda que os contratos para a expansão da Linha 5 (Lilás) no trecho entre as Estações Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin estão suspensos até conclusão de processo administrativo sobre a liberação das obras.

O leitor comenta: As obras do Metrô continuam paradas e os moradores de Santo Amaro, esperando.

COMBO NET

Serviço pela metade

Tive a péssima ideia de contratar o Combo NET - NETFone, Virtua e TV. Em meu apartamento, se alguém liga a TV, automaticamente são desligados o NETFone e o Virtua. Não é possível assistir à TV e usar o telefone ou a internet ao mesmo tempo, um absurdo. Já recebi cinco ou seis visitas de técnicos da operadora no prazo de 15 dias. Após uma hora do serviço realizado, o problema se repete. A NET tem de capacitar melhor seus técnicos para solucionar os problemas por ela mesma criados.

ANTONIO CARLOS T. DA SILVA/ SÃO PAULO

A NET informa que realizou tentativas de contato com o leitor por telefone, sem sucesso. Diz que encaminhou e-mail ao cliente, solicitando a indicação de melhor dia e horário para contato.

O leitor relata: Em 6/5 a simpática atendente da Ouvidoria informou que precisaria de mais 5 dias úteis para tomar providências. Cansei de repetir a mesma história a cada vez que telefono. Bastaria a NET enviar um técnico capacitado para solucionar o problema.

AES ELETROPAULO

Queda de energia constante

Moro na Granja Julieta, zona sul, e meu bairro sempre fica sem energia. Eu passei a marcar e a guardar os protocolos de reclamações feitas à AES Eletropaulo dos períodos em que fiquei sem o serviço. Eis os meus registros, todos com diversos protocolos de reclamação: 11/2 e 12/2, 18 horas sem luz; 23/3, 5 horas sem luz; 3/4, 3 horas sem energia. Ou seja, em menos de 2 meses, fiquei 26 horas sem o fornecimento de energia elétrica. E, antes de a energia cair, há sempre diversas oscilações na rede. Nas tentativas de religamento, de novo ocorrem essas oscilações. O motivo das quedas são a obsolescência da rede de energia no bairro e a incompatibilidade com o nível de arborização. Falam-se em podas de árvores, mas não se fala em adequação da rede elétrica. Há cruzetas podres e isoladores vazando numa rede cuja idade é de mais de 40 anos. Na parte do bairro onde a rede foi modernizada os problemas são bem menores. Reclamei na Aneel, mas não adiantou nada.

FRED CARVALHO / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo não respondeu.

O leitor lamenta: O problema daqui é crônico. Está tudo do mesmo jeito.

SEM RESPOSTA

Concurso em Diadema

Em 2010 prestei o concurso da Secretaria da Saúde de Diadema, organizado pela Fundação Vunesp. Passei em 11.º lugar para o serviço funerário, mas até agora nada foi comunicado.

LUIZ ALFREDO FALCONE/ SÃO PAULO

A prefeitura de Diadema não respondeu.

O leitor diz: Ainda espero uma resposta. Ninguém informa sobre o que está ocorrendo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.