São Paulo Reclama

SINALIZAÇÃO ESCONDIDA

, O Estado de S.Paulo

10 Maio 2011 | 00h00

Cruzamento perigoso

Todos os dias tenho problema no cruzamento da Rua Morás com a Natingui, entre a Vila Madalena e Pinheiros. A Morás termina na Natingui, formando um T. O cruzamento tem sinalização no chão e um semáforo atrás de uma árvore. Quem vem da Morás não consegue enxergá-lo. Para piorar a Morás é uma descida e muitos a cruzam direto. Meu problema é parar para ver o sinal, pois quem está atrás de mim sempre começa a buzinar, achando que eu tenho de cruzar a via ou dar passagem. Um funcionário da CET deveria ir ao cruzamento às 18h30 num dia de semana para ver o que eu estou falando.

DANIELA PASSOS / SÃO PAULO

O Departamento de Imprensa da CET informa que o semáforo existente está instalado na interseção das Ruas Natingui com Isabel de Castela, não havendo linha de retenção nem indicação luminosa sinalizada na Rua Morás, que está regulamentada com placa de parada obrigatória. Portanto, a visão dos semáforos deve ser garantida para os veículos das Ruas Natingui e Isabel de Castela. A área de cruzamento das Ruas Natingui com Morás está sinalizada com marcação de área de conflito, que assinala aos condutores a área da pista em que não devem parar ou estacionar, sob o risco de prejudicar a circulação. O objetivo é não permitir que a fila de veículos gerada pela espera do semáforo na Rua Natingui feche a área de cruzamento, impedindo o movimento dos veículos provenientes da Rua Morás. A CET está programando fiscalizações periódicas no local, a fim de coibir infrações.

A leitora diz: Entendo então que a CET assume ser simples falta de fiscalização, certo? No entanto, reitero que o local em questão é extremamente perigoso.

LIXO PÚBLICO

Limpeza programada?

Ao procurar uma farmácia, tive de passar a pé pelo que denominam Viaduto Paraíso. Ao lado de um imponente prédio de escritórios, no número 141, há um tapume de madeira encobrindo uma quantidade enorme de lixo, que, creio eu, deve chegar até a Avenida 23 de Maio. Uma bonita paisagem num domingo ensolarado perto de vários hospitais da região da Paulista.

FLAVIO MARCUS JULIANO / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Subprefeitura Sé informa que o local citado se trata de uma propriedade municipal, para a qual está sendo programada uma operação de limpeza.

O leitor critica: Estranho que um local tão nobre, de propriedade municipal, rodeado de hospitais, seja usado para depósito de lixo e ainda tenha a sua limpeza "sendo programada". Pela movimentação no local, pareceu-me haver uns barracos de moradia, o que sugere uma preexistência do lixo há tempo suficiente para que alguma providência tivesse sido tomada.

CUIDADO COM AS TAXAS

Emissão de passagem TAM

Protesto contra a dissimulação da TAM na cobrança de uma "taxa de atendimento" para quem adquire passagens pelo telefone. Adquiri um bilhete em 14/3 e fui informada da cobrança de R$ 351,97 (confirmada na emissão do bilhete) a título de taxas aeroportuárias. Contudo, ao consultar meu extrato bancário, fui surpreendida com o débito de R$ 522,47! Quando reclamei no call center, argumentaram que a diferença entre os dois valores se deve ao fato de a passagem ter sido comprada pelo call center e não pela internet. Mas em momento algum me foi dito nem está escrito em qualquer lugar que o serviço telefônico custa esse absurdo. Se eu soubesse, teria feito a aquisição pelo site. Penso ter o direito de ser ressarcida do valor da diferença.

SUELY A. DE LIMA SAVASTANO / SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, serviço de atendimento ao cliente, informa que entrou em contato por e-mail com a sra. Suely para esclarecer que, de acordo com a análise realizada, os valores cobrados referentes às taxas do bilhete dela estão corretos e foram informados antes da finalização da emissão, justamente para evitar dúvidas. A cobrança do adicional de emissão é realizada desde 2008, quando a TAM adotou outro sistema de remuneração das agências de viagem. Em toda a venda de passagem aérea ou emissão com pontos do Programa TAM Fidelidade que envolva a assistência de um funcionário (das agências de viagens, do Call Center da TAM e das lojas TAM e TAM Viagens), é discriminado o valor correspondente ao serviço prestado. Nas vendas feitas diretamente pelo site da TAM (www.tam.com.br) não há a cobrança do adicional, já que não há assistência direta de um funcionário para a operação.

A leitora discorda: Essa taxa não veio discriminada no bilhete e não consta no site numa clara demonstração de má-fé e desrespeito ao consumidor.

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