São Paulo Reclama

BAGUNÇA DE MADRUGADA NO GUARUJÁ

, O Estado de S.Paulo

05 Maio 2011 | 00h00

Falta fiscalização eficaz

Nas madrugadas dos feriados prolongados, na esquina da Avenida Leomil com a Rua Rio de Janeiro, em Pitangueiras, no Guarujá, jovens se reúnem para beber, usar drogas e ouvir música alta. A Polícia Militar (PM) aparece, o barulho para, mas, quando a viatura vai embora, a baderna volta. Pela manhã, a rua está cheia de garrafas quebradas, pinos de cocaína vazios, preservativos, restos de comidas e urina. Enviei uma queixa à prefeitura e só recebi uma carta simpática. Já conversei com os patrulheiros da Guarda Civil Municipal (GCM), que prometem fazer rondas. Não sei se são feitas ou se são ineficazes. Deveriam instalar postos móveis da GCM ou da PM no local.

WAGNER SALGO DE CASTILHO / GUARUJÁ

A prefeitura do Guarujá diz que, desde 2006, há uma força-tarefa com a participação do Ministério Público, da PM, da Polícia Civil, da GCM e de órgãos de fiscalização da prefeitura. Há 15 agentes e

os trabalhos são realizados por meio de denúncias feitas na Ouvidoria-Geral do Município e na Sala de Situação, que atende 24 horas pelo 153. A preocupação com o consumo de bebidas alcoólicas por menores e a perturbação do sossego são alguns dos focos da força-tarefa. A equipe vai ao local denunciado e faz os trâmites necessários, entre eles, a aplicação de multa e a apreensão de equipamentos que causam som abusivo. As ações são acompanhadas pelo promotor de Justiça da Vara da Infância e Juventude de Guarujá, pelo comandante da GCM, pela PM e pelos representantes das Secretarias de Desenvolvimento Social e Cidadania e Saúde.

O leitor diz: De todos os citados pela prefeitura só vejo a PM agir. E tal ação só tem eficácia até a patrulha ir embora.

SERVIÇO DOS CORREIOS

Extravios constantes

Em outubro de 2010 enviei via Sedex com aviso de recebimento (AR) uma câmera fotográfica para Teresina (PI). Os Correios alegam que entregaram o objeto no endereço e para a pessoa indicada. Mas no local não há ninguém com o nome informado e os Correios perderam o AR. O pacote desapareceu e, desde então, espero a comprovação de que ele foi entregue, pois sem esse documento não posso fazer a denúncia de furto. Em março, encaminhei por carta registrada a carteira de trabalho de um funcionário que abandonou o emprego. A correspondência foi extraviada no posto dos Correios da Lapa. Recentemente, minha mãe precisava com urgência de um remédio que não existe no Brasil. Comprei-o pela internet numa farmácia autorizada a enviá-lo. Onde está o medicamento? Nos Correios. O que ocorre com essa empresa? Sou atendida por funcionários que parecem robôs, recebo e-mails sem nenhum sentido, nada é resolvido e não sou indenizada pelos danos. Nem os funcionários acreditam na solução dos problemas. Será que minha mãe receberá o remédio a tempo?

SONIA ROSSI CORBETT / SÃO PAULO

A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana diz que, em relação a um dos objetos, houve tentativa de entrega em 20/4, porém não foi concretizada por causa de o número indicado não existir, motivo pelo qual foi devolvido ao remetente, em 26/4.

A leitora diz: O problema foi solucionado apenas para dois casos, para o primeiro, estou sem resposta.

MARGINAL DO TIETÊ

Vandalismo e escuridão

Desde outubro de 2010 estou tentando resolver o problema de falta de iluminação nas Pontes Piqueri, Casa Verde, Freguesia do Ó e Limão. O Departamento de Iluminação Pública (Ilume) disse que a responsabilidade é da empresa Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa). Entrei em contato com a Dersa, mas até o momento nada foi resolvido. É muito perigoso passar pelas pontes citadas à noite.

MAGALI SILVANA FLORES / SÃO PAULO

Em 5/4, a Dersa enviou uma resposta à Coluna sobre a queixa da sra. Magali, onde esclareceu que a iluminação ao longo da Marginal do Tietê está 92% concluída, incluindo as respectivas pontes. Informou que, infelizmente, todos os dias ocorrem furtos de cabos e atos de vandalismo. Disse ainda que, como medida, a Dersa executa o reparo dos cabos e dos equipamentos danificados.

A leitora reclama: O problema da falta de iluminação continua.

Fique atento: Desde 30/4, o telefone da central de atendimento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que recebe reclamações, denúncias, sugestões e pedidos de informação, mudou. Há dois novos números de telefone, anote: 1331 para usuários em geral e 1332 para deficientes auditivos (as ligações podem ser feitas de qualquer telefone adaptado).

Fonte: Revista do Idec nº153

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