São Paulo Reclama

EXAME URGENTE É FEITO QUASE 4 MESES DEPOIS

, O Estado de S.Paulo

22 de abril de 2011 | 00h00

Falhas no Iamspe

Sou filiado ao convênio do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual, o Iamspe. Em 16/12/10, uma médica prescreveu que eu deveria ser submetido a uma radioterapia da pelve com coil endorretal. Apesar da recomendação de urgência, o exame foi agendado apenas para o dia 13/3, um domingo, às 22h30. Dias depois, telefonaram para avisar que iriam antecipá-lo para 5/3, às 20h30. No dia marcado, fui ao Hospital do Servidor Público Estadual e uma médica respondeu que o local não tinha os equipamentos necessários para realizar o exame. Questionei-a sobre onde poderia fazê-lo e ela disse que não sabia me informar e que eu deveria procurar uma clínica que tivesse condições de realizá-lo, mas desconhecia um lugar para me indicar. Em 14/3, minha mulher procurou a Ouvidoria. Apesar de terem considerado o caso de extrema gravidade e prometido uma solução imediata, nada foi feito até o momento.

CELSO COLONNA CRETELLA /SÃO PAULO

O Iamspe informa que o usuário fez o exame de ressonância magnética com coil endorretal no dia 8/4. Explica que se trata de um exame diferenciado, que exige equipamentos específicos, e é realizado na unidade contratada pelo Iamspe. Esclarece que o funcionário da central de atendimento telefônico que, por equívoco, marcou o exame no Hospital do Servidor Público Estadual foi advertido e reorientado para evitar que o problema se repita.

O leitor diz: Sem a interferência do jornal meu caso não teria esse tratamento até obter uma solução. Agradeço à médica-chefe do setor de Radiologia do Iamspe que admitiu as falhas do setor e pelo dedicado acompanhamento do meu caso.

SANTO ANDRÉ

Faltam vagas em creche

Neste mês uma prima tentou matricular a filha de 2 anos numa creche em Santo André, sem sucesso. Ao tentar pleitear a vaga na Justiça foi informada de que deveria ter carteira de trabalho. Li a legislação referente à Educação Infantil e não encontrei essa exigência. O poder público não respeita a legislação que prevê o atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a 6 anos.

ELIEL QUEIROZ BARROS / SANTO ANDRÉ

A Ouvidoria da Secretaria de Educação de Santo André responde que foram realizadas, de 14 a 30/9/10, as inscrições para as unidades de creches municipais para o ano de 2011. Informa que muitas mães procuraram as creches após esse período e, por isso, foram abertas inscrições fora do prazo oficial determinado pela secretaria. Explica que elas serão chamadas para uma entrevista com a assistente social para a classificação da criança em nova lista de espera, após a lista oficial ser zerada. Diz que a creche solicitada pela prima do sr. Barros está com 8 crianças aguardando vagas na lista de espera oficial e mais de 40 aguardam por vagas pelo caderno de espera da unidade escolar. Orienta os responsáveis pelo menor a procurar a unidade citada com os documentos necessários para fazer a inscrição.

O leitor diz: O promotor da Infância e Juventude de Santo André nos orientou a pleitear uma liminar para conseguir a vaga.

MÁ CONSERVAÇÃO

Riscos aos pedestres

Em janeiro, registrei duas queixas na Prefeitura sobre o Grajaú que não foram atendidas. Uma delas se refere à limpeza de uma rua onde o mato cresce num caminho em que há desvio de água, que escorre pelas valetas, colocando em risco os pedestres, pois pode-se cair com o lodo que se forma no local. Também pedi a limpeza da Praça Waldemar Frasseto, pois o mato cresce na pista de corrida. Por causa da sujeira misturada com as folhas de árvores caídas, torci o meu joelho no local.

YARA NASCIMENTO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Capela do Socorro informa que a Praça Waldemar Frasseto passou por limpezas em fevereiro e no final de março, mas para que o trabalho seja percebido a população tem de zelar pelas áreas públicas. Explica que os cidadãos devem colaborar respeitando o meio ambiente e não descartando lixo nas ruas. Diz que novas limpezas serão programadas no local citado pela leitora.

A leitora relata: Em fevereiro, creio que não, já que no início de março, o mato tomava conta da praça. A Prefeitura deveria investir em infraestrutura e orientar a sociedade.

A sra. Rosely Borghese, que reclamou da falta do medicamento para portadores do mal de Parkinson fornecido pelo governo (carta publicada no dia 9), informou à coluna que entrou em contato com a Farmácia de Alto Custo do Glicério no dia 20 e foi informada de que o remédio ainda não chegou. A Secretaria de Estado da Saúde, em esclarecimento publicado no dia 14, informou que esperava a entrega para o dia 11.

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