São Paulo reclama

Mudança de regras?

, O Estado de S.Paulo

15 de abril de 2011 | 00h00

Há vários anos tenho um plano com a Telefônica e a conta sempre veio por volta de R$ 140. Em fevereiro o valor subiu para R$ 171. Ao entrar em contato com a empresa, soube que todas as ligações feitas para outras operadoras são cobradas separadamente. Mas nunca havia sido informada disso. Será que durante anos nunca liguei para o telefone de outra operadora? Ao tentar cancelar a linha, a atendente fez uma oferta muito boa, por isso aceitei. Mas o valor da conta de março foi muito acima do combinado. Liguei e fui informada de que o valor correto era de R$ 75,44 e que eu ia ser transferida para outro setor, que cancelaria a cobrança. Depois de mais de 40 minutos de espera, a ligação caiu e não recebi retorno. Acho um absurdo existir serviço Speedy por R$ 29,90, pelo qual passei tanto tempo pagando R$ 90,88. E, se o meu telefone é Fale à Vontade, por que tenho de pagar ligações extras, se nenhuma foi feita para celular ou interurbano?

INEZ PINHEIRO / SÃO PAULO

A Telefônica informa que fez a migração da linha da sra. Inez para o plano desejado, com mensalidades em condições promocionais. Além disso, ressarciu o valor cobrado a mais. Para outros esclarecimentos, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento, ligando 10315 (ligação gratuita). Esse serviço funciona 24 horas, durante os 7 dias da semana.

A leitora relata: A questão dos valores cobrados a mais foi resolvida, mas o problema principal não. A Telefônica vai continuar com as cobranças "extras" para chamadas feitas a outras operadoras.

PRAÇAS SUJAS

Faltam serviços básicos

Logo no início da Avenida Jurubatuba, próximo à Av. Jornalista Roberto Marinho, há uma praça repleta de entulho e sujeira, mas a Prefeitura parece ignorar essa situação. E o nosso prefeito apregoa a Lei Cidade Limpa, como se os outdoors fossem os únicos problemas com os quais a Prefeitura devesse se ocupar em termos de sujeira. Moro em frente à Praça Monções (na Rua Arandu com a Rua Flórida), outro exemplo de descaso, onde a sujeira domina e a iluminação é péssima.

CARLOS TABORDA / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que equipe desta subprefeitura realiza a capinação e a limpeza de forma periódica na Praça das Monções. E, sempre que é constatada a necessidade, são programados serviços de manutenção da praça.

O leitor desmente: A Praça Monções fica em frente ao condomínio em que moro e continua com péssima iluminação e manutenção. Recentemente o condomínio recebeu a informação de que a Prefeitura realizaria melhorias no final de abril, mas, como há mais de 5 anos pedimos isso, é ver para crer! Já o conjunto de praças no início da Av. Jurubatuba continua de mal a pior. Nunca vi manutenção.

PIRITUBA/JARAGUÁ

Assistência distante

Os moradores dos bairros de Pirituba e Jaraguá necessitam de uma Farmácia de Alto Custo (farmácia do governo do Estado que distribui gratuitamente remédios de alto custo a pacientes cadastrados e portadores de determinadas doenças) na região. O local mais próximo para buscar os medicamentos fica a cerca de 1h30 de ônibus. No bairro moram pessoas de classe média e de baixa renda, e nós, moradores, pedimos que o governo estude a possibilidade de instalação de uma unidade no bairro.

RONALD WAGNER C. MARTINS / SÃO PAULO

A Secretaria de Estado da Saúde informa que o controle de medicamentos de componente especializado é rigoroso, pois são remédios caros, alguns importados, que chegam a custar em torno de R$ 1,5 mil/unidade. É preciso cumprir os protocolos de armazenamento e climatização para o estoque, além da necessidade de profissionais especializados em assistência farmacêutica. Assim, os remédios de alto custo foram deixados disponíveis em locais estratégicos, em áreas centrais que concentram grande circulação de pessoas e localizadas em grandes serviços de saúde, como o Ambulatório Médico de Especialidades Maria Zélia, no Belenzinho, o Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e o Ambulatório de Especialidades Várzea do Carmo. No Estado há cerca de 40 dessas farmácias.

Errata: Quem detém a marca comercial Sifrol é o laboratório Boehringer Inglheim, que, desde setembro/2010, não é mais o fornecedor do medicamento para a rede pública de saúde.

A distribuição de outro medicamento com o mesmo princípio ativo (pramipexol) para a rede pública é de total responsabilidade do novo laboratório ganhador da licitação (Assessoria de Imprensa do Boehringer Ingelheim do BRASIL).

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