São Paulo Reclama

LEITOR FAZ CRÍTICAS À CET

, O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2011 | 00h00

Trânsito caótico na capital

Abriram um cruzamento na Av. Jornalista Roberto Marinho, sob o viaduto da Av. Washington Luiz, e instalaram um farol para facilitar a conversão à esquerda de quem está na Washington Luiz (sentido centro-bairro). Antes essa alça era usada para quem quisesse fazer o retorno a essa avenida ou entrar na Av. Jornalista Roberto Marinho, sentido da marginal. Em 16/3, o congestionamento no local se estendia até a Av. Washington Luiz por causa do semáforo. Nos 10 minutos em que fiquei parado, o sinal abriu e fechou 3 vezes e só um veículo fez a conversão à esquerda, os demais esperavam para entrar na avenida, sentido marginal. Em vez de ter essas ideias criativas, a CET deveria sincronizar os faróis.

JOSÉ LUIZ ARCHER DE CAMARGO ANDRADE / SÃO PAULO

A CET informa que está instalando o projeto para o cruzamento da Av. Jornalista Roberto Marinho com a Rua Palmares e haverá uma ilha física dividindo os fluxos veiculares para favorecer o acesso a essa avenida à direita, deixar as travessias mais seguras e melhorar a acessibilidade. A sincronização de semáforos está dimensionada em razão do cruzamento com a Av. Santo Amaro, importante eixo de transporte e com situação diferenciada dos demais cruzamentos da Roberto Marinho. Às vezes a Av. Santo Amaro precisa receber mais tempo de verde, o que traz sincronismo apenas em parte do fluxo com a Av. Roberto Marinho.

O leitor diz: Enquanto a tendência em cidades modernas é a de evitar cruzamentos, em São Paulo ocorre o contrário. Essa alteração aumentou o tempo de percurso de quem trafega pela Av. Roberto Marinho, sentido aeroporto.

NA ESCURIDÃO

Estrada perigosa

A Concessionária Autopista Régis Bittencourt do Grupo OHL Brasil presta um péssimo serviço à população. No trecho em que a rodovia corta a cidade de Taboão da Serra não há iluminação há 6 meses. À noite, trafegar nessa rodovia é um perigo não só pela escuridão, como pela falta de segurança pública.

ADRIANO PEREIRA DA SILVA / SÃO PAULO

A Autopista Régis Bittencourt,

concessionária que administra a BR-116 de São Paulo a Curitiba, informa que, entre dezembro de 2010 e março de 2011, foi realizada e concluída a primeira fase da manutenção da iluminação no trecho da rodovia em Taboão da Serra, com a substituição de lâmpadas e reatores. Explica que a segunda fase será realizada em abril e maio, com a substituição de transformadores que energizam

o circuito de iluminação.

O leitor comenta: Infelizmente, o problema continua. Apesar da informação dada, a última promessa foi de que a conclusão da obra seria em fevereiro, e não foi. Acho que nada vai mudar.

FALTA DE ZELO

Calçada esburacada

Há um ano a calçada da Rua Amaral Gurgel, no quarteirão entre o Largo do Arouche e a Rua Santa Isabel, está quebrada. Nota-se que o serviço foi abandonado antes da conclusão. Na Rua Santa Isabel, próximo ao número 140, a Prefeitura retirou uma árvore grande que estava florindo e deixou o buraco enorme para demonstrar a sua falta de zelo pela cidade!

VLADIMIR GUIMARÃES / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por meio da Subprefeitura Sé, explica que a reforma das calçadas na Rua Amaral Gurgel, sob o Minhocão, foi paralisada por causa da finalização do contrato com a empresa que executava o serviço, pois ela foi punida por não entregar a obra no prazo nem atender aos requisitos de qualidade e segurança especificados. Diz que uma nova licitação está em andamento para contratação de empresa. Esclarece que a árvore citada estava com sua saúde fitossanitária comprometida e outra será plantada no local.

Esclarecimento: Com relação à carta Falta de medicamento publicada em 11/4 (em que a leitora sra. Rosely Borghese diz que há 7 meses não consegue obter do governo o medicamento Sifrol para tratar o pai dela, que sofre de mal de Parkinson, e que fora informada por funcionária do laboratório Sandoz de que o medicamento teria sido entregue em 18/3 aos postos), a Secretaria de Estado da Saúde informa que não procede a informação de que o medicamento teria sido entregue em 18/3 pelo Laboratório Sandoz. Acrescenta que esperava a entrega para o dia 11/4 e ressalta que a última compra desse medicamento foi realizada em dezembro. Solicita que a leitora informe em qual farmácia não conseguiu receber o medicamento nos últimos 7 meses.

A leitora informa: Acabei de ligar para a Farmácia de Alto Custo da Várzea do Carmo/Glicério, onde costumo buscá-lo, e soube que o remédio não chegou e de que não há previsão.

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