São Paulo Reclama

CONTA PAGA, MAS LINHA TELEFÔNICA FOI CORTADA

, O Estado de S.Paulo

24 Março 2011 | 00h00

Paciência esgotada

Meu pai tem uma linha de telefone fixo da Telefônica e sempre paga a fatura em dia. Porém está recendo ligações de que a conta não foi paga. Por isso sempre tenho de entrar em contato com a empresa para passar o número do comprovante de pagamento. Em fevereiro, ocorreu o mesmo problema e passei as informações necessárias. Mas, em 3/3, novamente recebemos um telefonema com uma gravação informando que a conta não tinha sido paga. Liguei para a Telefônica e o atendente disse que eu não havia passado o número do comprovante de pagamento. Recusei-me a repassá-lo. Ora, se a Telefônica não tem competência de anotar um número de comprovante e verificar que o seu cliente paga as contas em dia, não somos obrigados a aguentar essas gravações. Se a empresa cortar a linha, vou processá-la por danos morais. Ou a Telefônica resolve esse problema ou vou fazer uma denúncia na Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

LUCIANA SABBAG / SÃO PAULO

A Telefônica informa que já deu baixa na conta mencionada pela leitora sra. Luciana. A empresa diz que entrou em contato com a cliente para prestar os esclarecimentos necessários, lamentar e pedir desculpas pelos transtornos causados.

A leitora desabafa: No dia 10/3, a Telefônica cortou a linha. Somente percebemos isso no dia seguinte. Meu pai ligou na Ouvidoria, em 14/3, segunda-feira, pois eles não funcionam nos finais de semana. Disseram que iriam religá-la em 24 horas, cumpriram com o prometido. Mas vamos entrar com um processo no Juizado de Pequenas Causas por danos morais.

APESAR DE EMBARGADA

Obra foi inaugurada

Em fevereiro de 2010, começou uma obra irregular na casa vizinha à minha, na Rua Pensilvânia, no Itaim Bibi. O bairro é residencial, mas estão construindo um escritório de engenharia. O barulho começa às 6 horas e vai até tarde. Não há numeração no muro nem placa de identificação dos engenheiros responsáveis, número do processo e alvará (algo que não foi colocado até hoje). O Psiu enviou uma carta pedindo informações e, se não me engano, a obra foi embargada em julho de 2010. Mas, por causa do "jeitinho brasileiro", ela continuou. No começo do ano, fiz uma queixa na Subprefeitura Pinheiros. Dois dias depois, fiscais fizeram uma vistoria, embargaram a obra e autuaram os responsáveis. Mas ela continuou, pois não houve fiscalização posterior. Em 3/3, tentei ligar para o setor de fiscalização da subprefeitura, mas desligam o telefone sem me deixar falar. A Ouvidoria não faz atendimento pelo telefone e eu não posso ir até lá, pois tenho de trabalhar e o horário de atendimento é das 9 às 17 horas.

GABRIELA HADDAD / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que, após vistoria, foi constatado que o imóvel citado exercia atividade comercial sem as devidas autorizações da Prefeitura, sendo autuado pela falta de licença de funcionamento. Esclarece que foi iniciada ação fiscalizadora para coibir o uso inadequado do local.

A leitora diz: A obra terminou e o escritório abriu e está em pleno funcionamento, mesmo tendo sido autuado, como diz a subprefeitura. Além disso, continuam fazendo barulho em horários inconvenientes. O alarme dispara praticamente todos os dias durante a madrugada. Acredito que as medidas para coibir o uso do local não estão fazendo efeito algum. Multa se paga facilmente e parece que não há fiscalização. Já que resido numa zona exclusivamente residencial, das duas, uma: ou os escritórios da rua são fechados ou eu exijo redução do valor do IPTU.

SABESP

Barulho incômodo

Há meses, na altura do número 157 da Alameda Afonso Schmidt, Santa Teresinha, foi colocada uma tampa de ferro da Sabesp no meio da rua, que faz um forte barulho cada vez que um veículo passa sobre ela. Como é uma rua muito movimentada, onde trafegam ônibus e caminhões, os moradores têm de conviver com esse incômodo barulho 24 horas por dia. Foi registrada uma queixa, em 22/2, e a Sabesp prometeu resolver o problema em 10 dias úteis. Esse prazo já passou e até agora a Sabesp não fez nada.

ALESSANDRO A. V. CACCIA / SÃO PAULO

A Sabesp informa que técnicos fizeram uma inspeção no local e identificaram a necessidade de troca do tampo do poço de visita. Diz que o serviço será feito em 21/3 para solucionar o problema.

O leitor comenta: O problema foi solucionado em 20/3. Mas só foi resolvido após entrar em contato com o jornal. Antes não tivemos êxito.

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