São Paulo Reclama

DIFICULDADES PARA CONSEGUIR VAGA EM ESCOLA

, O Estado de S.Paulo

15 Março 2011 | 00h00

Ensino público municipal

Desde o ano passado estou tentando matricular meu filho numa escola pública da Prefeitura. Já tive de recorrer ao Conselho Tutelar, mas de nada adiantou. Ele completou 6 anos em 28/2 e a posição dele na lista de espera é a 50.ª. Meu filho vai estudar este ano ou não?

JOANA DARC DE MACEDO / SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Guaianases informa que Guilherme Macedo Francisco foi encaminhado para a E.E Jardim Aurora II, que fica a 772 metros de sua residência. As matrículas no Ensino Fundamental são feitas por um sistema integrado e a demanda é compartilhada entre Município e Estado. Os alunos são matriculados em uma escola municipal ou estadual, conforme a distância entre a casa da criança e a unidade escolar e a disponibilidade de vagas nas escolas mais próximas da residência do estudante. Além disso, os alunos que morem a uma distância superior a 2 km das escolas em que foram matriculados têm direito ao Transporte Escolar Gratuito (TEG).

A leitora reclama: Não houve solução, pois matricularam meu filho numa escola de difícil acesso, que fica a 700 metros de casa, numa rua com ladeira. O problema é que quem o leva ao colégio é a minha sogra, que é idosa. As escolas escolhidas anteriormente por mim, ao contrário dessa, eram próximas e de fácil acesso. Eu trabalho o dia inteiro e a minha mãe mora longe. Meu filho não estudou no ano passado por falta de vaga no pré. Se ele tivesse estudado, conseguiria ser transferido para um colégio próximo. Soube que uma das escolas em que eu gostaria que ele estudasse tem vagas, mas, segundo os funcionários, a Prefeitura tem de viabilizá-las.

ACESSO À INTERNET

Computadores públicos

Sugiro que o cata-bagulho passe na Biblioteca Mário Schenberg, na Lapa, para recolher os computadores do telecentro e da biblioteca. Há muito tempo os usuários reclamam do mau estado desses equipamentos, que são de 2008, e muitas vezes não é possível assistir às aulas ou fazer pesquisas.

RUBEM CELSO MARTINS LEMOS / SÃO PAULO

A Biblioteca Mário Schenberg responde que, além de acervo e programação voltados para a área científica, recebeu 8 computadores destinados à pesquisa nessa área. É de conhecimento dos usuários que esses computadores, quando são utilizados para outras finalidades, possuem menos recursos, ou seja, não têm editores de texto, planilhas eletrônicas e outros programas instalados, além de possuírem filtros que bloqueiam determinados sites, de acordo com a Lei 14.098 de 8/12/05. Mas permitem o acesso à internet e a sites de pesquisa. Diz ainda que no Telecentro o acesso à internet é gratuito e há cursos na área de informática para os munícipes. Ali também é permitida a impressão de 2ª via de contas, boletos, currículos, etc. Tanto a Coordenadoria do Sistema Municipal de Bibliotecas quanto a Coordenadoria de Inclusão Digital mantêm setores de suporte técnico de informática, que dão manutenção e apoio sempre que necessário.

O leitor discorda: É sempre a mesma desculpa. Se há suporte técnico, por que eles não resolvem os problemas? Não há funcionários suficientes.

VIZINHO BARULHENTO

Manhãs insones

Já fiz duas reclamações ao Programa de Silêncio Urbano (Psiu) sobre um sistema de ar-condicionado de um edifício comercial que tira o meu sono todos os dias ao ser ligado às 7 horas. O edifício fica na Rua Senegâmbia - continuação da Rua Helena, Vila Olímpia.

CLÉCIO MAYRINK / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das

Subprefeituras informa, por meio do Psiu, que o endereço citado está no cronograma de fiscalização e a vistoria será feita nesta semana. As ações do Psiu são realizadas com o apoio da Polícia Militar, da Guarda Civil Metropolitana, das subprefeituras e de outros órgãos, quando necessário, por isso precisam ser programadas. Diz que as queixas devem ter o local, horário e dia de maior incidência do ruído e podem ser feitas pelo 156, nas praças de atendimento da subprefeitura ou pelo http://sac.prefeitura.sp.gov.br/.

Fique atento: Com o objetivo de conscientizar a população quanto aos seus direitos e deveres em relação ao consumo, o Procon-SP oferece cursos e palestras sobre os direitos básicos do consumidor. A palestra, com 3 horas de duração, enfoca os pontos relevantes dos direitos do consumidor de forma objetiva, apresentando exemplos práticos do dia a dia. As vagas são limitadas e as inscrições, gratuitas (pede-se a contribuição com 1 kg de alimento não perecível). A próxima palestra será em 29/3. Ela pode ser ministrada a empresas (mediante orçamento) e a instituições sem fins lucrativos.

Agendamentos em: cursos-procon@procon.sp.gov.br

Fonte: site da Fundação Procon-SP

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