São Paulo Reclama

Falta de infraestrutura

, O Estado de S.Paulo

09 Março 2011 | 00h00

A profusão de condomínios construídos em bairros nobres residenciais resulta num brusco aumento populacional e, sem infraestrutura, torna o trânsito um caos em determinados horários. Moro numa rua do antes aprazível Jardim Petrópolis, zona sul, e não consigo tirar meu carro da garagem entre as 7 e 9 horas, pois a fila de carros parados em frente à minha casa à espera da abertura do sinal, da única opção de saída do bairro, é contínua. É preciso abrir uma segunda saída nesse bairro pela Avenida Rubens Gomes de Souza, conforme proposta já sugerida pela associação de moradores do bairro.

MARA MONTEZUMA ASSAF / SÃO PAULO

A CET esclarece que a análise de polos geradores de tráfego é uma atividade rotineira e o objetivo é o de diminuir o impacto que empreendimentos de grande porte causam sobre o tráfego das vias que lhes dão acesso. Diz que também realiza na zona sul, sempre que necessário, a sincronização e a revisão dos tempos dos semáforos do corredor das Avenidas Roque Petroni Junior/ Vicente Rao, para melhorar a fluidez do trânsito tanto para a demanda de veículos que deixam os bairros quanto nos principais corredores da região. Ressalta que os motoristas também têm como opção de saída a Rua Péricles com a Avenida Vicente Rao.

A leitora comenta: Essa é uma resposta semipronta, pois certamente a CET não foi à Rua Miranda Guerra entre as 7 e 9 horas. A fluidez da Vicente Rao é importante, mas nas demais ruas do bairro também. A Rua Péricles é estreita, tem duas mãos e não flui. Se eu quiser acessá-la, não posso, pois o sentido da via em direção à Rua Péricles está congestionado.

CONVERSÃO PROIBIDA

Leitor pede explicações

Gostaria de uma explicação para a proibição de conversão à direita na Avenida do Estado para a Avenida Santos-Dumont, não sendo esta última contramão, mas mão favorável no sentido Santana. Como é proibido entrar ali, o motorista tem de ir até a Marginal do Tietê, mas a maioria nem sabe trafegar pela região. Talvez alegue que, numa quadra anterior, é possível entrar à direita e, depois, à esquerda. Mas e se você não souber que essa é a última saída?

ODILON DA SILVA ROCHA / SÃO PAULO

A CET informa que o cruzamento da Avenida Santos-Dumont com a Av. do Estado possui sinalização semafórica e horizontal específica para a travessia de pedestres de forma integral, proporcionando mais segurança e conforto aos usuários. Explica que, para permitir a conversão à direita no local, seria necessário incluir mais um estágio de tempo no semáforo veicular, já que a travessia de pedestres teria de ser realizada em duas etapas, com espera no canteiro central. Diz que isso acarretaria em aumento do tempo total do ciclo semafórico e maior tempo de espera tanto para os veículos como para os pedestres, o que poderia levar ao desrespeito à sinalização e potencializar o risco de acidentes. A mudança traria ainda prejuízos ao trânsito em todas as aproximações, já que obrigaria a aumentar o ciclo semafórico de outros cruzamentos.

O leitor discorda: Se prevalecesse essa lógica, não seria permitido entrar à direita, por exemplo, na Avenida São João para quem está trafegando pela Avenida Ipiranga, pois há um semáforo para a travessia de pedestres - como em outros cruzamentos da cidade. Em outros países é muito comum semáforos de três fases ou mais.

SÓ PROMESSAS

SKY não remove antena

Tenho a assinatura da SKY desde agosto de 2001. Vendi minha casa e deveria entregá-la ao novo dono em 31/1. Em 17/1, liguei para a SKY e pedi a remoção da antena, pois vou levá-la para o meu futuro endereço, o que deve ocorrer dentro de 2 meses. Mas, no dia combinado, em 30/1, eles não compareceram. A partir daí, foi uma sucessão de ligações (tenho diversos números de protocolo e várias queixas) e promessas de que iriam buscar a antena no dia seguinte, sem aparecerem. Para piorar, agora dependo da autorização do comprador da minha casa para que a antena possa ser removida.

JORGE EDUARDO R. DO VALLE / SÃO PAULO

A SKY informa que uma funcionária da empresa entrou em contato com o sr. Valle, em 2/3, e, agendou a visita técnica para 3/3. Diz ainda que acompanhará o caso até a sua solução.

O leitor ironiza: Uma funcionária da SKY me ligou e agendou a visita. Eu, tonto, pedi autorização ao novo morador da casa e avisei à portaria do condomínio sobre a vinda do suposto técnico. Mas ninguém apareceu! Ora, e eu ainda pago por um serviço que não é feito!

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