São Paulo Reclama

DESESPERO - AUXÍLIO-DOENÇA NEGADO

, O Estado de S.Paulo

03 Março 2011 | 00h00

Absurdos do INSS

Sou bancária desde 2/8/1988 e em julho de 2004 fui afastada por acidente de trabalho. Recebi auxílio-doença do INSS até 9/6/2008. Em 2009, só recebi o benefício de 12/5 a 30/6, depois ele foi indeferido, mesmo sem eu ter nenhuma condição de retornar ao trabalho. O médico do trabalho diz que não estou apta e me manda retornar ao INSS, que indefere o pedido. Não sei mais o que fazer, pois preciso comer, beber, comprar remédios. Em 17/1/2011 tentei retornar ao trabalho, por estar passando necessidade, mas a médica fez uma carta para o perito do INSS dizendo que estou incapacitada para as atividades. Enfim, no dia 22/2/2011 vou passar por mais uma perícia no INSS, mas tenho certeza de que eles não vão respeitar o laudo médico da ortopedista nem mesmo do médico do trabalho. Preciso de ajuda.

ELIETE DE CASSIA MACEDO / SÃO PAULO

A PREVCartas/INSS-SP esclarece que, após perícia médica realizada em 22/2/2011, o Pedido de Reconsideração (PR) da sra. Eliete foi indeferido pelo INSS, por não ter sido reconhecida incapacidade para o trabalho. A única medida administrativa possível é o segurado recorrer da decisão por meio de recurso à Junta de Recursos da Previdência Social (JRPS). Esse pedido deverá ser solicitado na agência do INSS onde o benefício foi requerido, obedecendo-se o prazo legal de 30 dias contados da data da ciência do indeferimento.

A leitora lamenta: Já entrei com o pedido de reconsideração várias vezes, mas de nada adiantou. Apenas sou jogada de lá para cá. O perito do INSS disse que o benefício foi bloqueado por ser doença crônica. Vou viver de quê? É uma humilhação!

SINTOMAS DE DENGUE

Diagnóstico demorado

Desde o dia 13/2 minha filha, de 11 anos de idade, apresenta diversos sintomas da dengue. Fomos ao hospital particular Policlin no dia 14/2. Foi-nos solicitado acompanhamento domiciliar, pois ainda era muito cedo para o diagnóstico. Dois dias depois nos dirigimos ao Hospital Regional de Taubaté, pois os sintomas pioraram. Foram realizados exames de sangue, e nada foi diagnosticado. Minha filha recebeu alta após 6 horas de atendimento, onde recebeu soro e alguns medicamentos para baixar a febre. Em 18/2 voltamos ao hospital, pois ela estava pior. Deram 7 dias para comprovar o diagnóstico em exame de sangue. Absurdo! O Estado de São Paulo não tem nem sequer exame digno que possa revelar ou não a existência da doença. Vou ao Rio de Janeiro, onde o resultado sai no mesmo dia.

CARLOS EDUARDO FERNANDES / TAUBATÉ

O Hospital Regional do Vale do Paraíba informa que a paciente foi atendida no dia 15/2, quando foi realizado hemograma e não se constatou anormalidade. Foi-lhe prescrita medicação para alívio dos sintomas. Em 18/2, a paciente retornou e, além de medicação, soro e exames de imagem, o hospital aplicou o protocolo de dengue, com a realização de sorologia e notificação da suspeita à Vigilância Epidemiológica. O hemograma não acusou alteração no nível de plaquetas, resultado compatível para a doença. Após os exames, a criança teve alta e a família foi orientada a retirar o resultado da sorologia em 7 dias. A conduta clínica, de atendimento e assistência ao paciente, independe do resultado do exame sorológico. O protocolo de dengue recomendado pelo Ministério da Saúde indica a realização da sorologia apenas no 3º dia para casos graves; nos demais, após o 6º dia de sintomas. O tratamento é medicação para aliviar os sintomas e hidratação.

O leitor relata: Infelizmente o problema não foi solucionado em Taubaté. Fomos ao Rio de Janeiro onde às 20 horas foi feita a coleta de sangue da minha filha e às 21h45 saiu o resultado: dengue clássica. Ela já se tratou no Rio de Janeiro e o resultado em Taubaté ainda não saiu.

Fique atento: Quando falta energia elétrica, tenho direito a descontos na conta? O serviço essencial de energia deve ser prestado ininterruptamente, com segurança e qualidade. A Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regulamenta o setor e fiscaliza as concessionárias, fixa metas de qualidade para controle das interrupções e os tempos para restabelecimento do serviço. As contas de energia apresentam as informações das metas fixadas com as seguintes siglas: DIC (Duração da Interrupção Individual por Unidade Consumidora); FIC (Frequência de Interrupção Individual por Unidade Consumidora); e DMIC (Duração Máxima de Interrupção Contínua por Unidade Consumidora). Acompanhe esses indicadores e verifique se estão sendo cumpridos, em caso negativo, caberá o abatimento na conta. Reclamações podem ser feitas à AES Eletropaulo pelo 0800 727 2196 ou www.aeseletropaulo.com.br; e à Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), pelo 0800 055 5591 ou www.arsesp.sp.gov.br. Deve-se ainda informar a Aneel sobre o problema pelo 167 ou www.aneel.gov.br.

Fonte: Fundação Procon-SP

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