São Paulo Reclama

TRANSPORTE PÚBLICO GRANDE ABC-CAPITAL

, O Estado de S.Paulo

25 Fevereiro 2011 | 00h00

Mais barato e pior

Sou usuário da Linha 153 da Viação Riacho Grande, do ABC. Em 2010, pagava R$ 3,75 para ir de São Bernardo do Campo a São Paulo. Para retornar, R$ 2,70 para entrar no Terminal Sacomã (da SPTrans), mais R$ 1,05 no coletivo (Viação Riacho Grande). Por que tenho de pagar R$ 2,70 para a SPTrans, se não uso seus veículos? Por que a empresa Riacho Grande, que é de São Bernardo e não de São Paulo, recebia o total de R$ 4,80 (R$ 3,75 + R$ 1,05) por dia para me transportar ida e volta? Em 2011 passei a pagar menos para a Riacho Grande, R$ 0,75, e R$ 3 para a SPTrans. Se a tarifa de São Paulo fosse R$ 3,75, a Riacho Grande transportaria de graça os passageiros que retornam? Não fui prejudicado financeiramente, mas a qualidade do transporte está cada vez pior. Os ônibus estão velhos e sujos! Quem ganha com isso?

JORGE AZUA / SÃO BERNARDO DO CAMPO

A Emtu-SP esclarece que o pagamento à SPTrans reflete cláusula de convênio firmado que diz que, ao assumir as despesas relativas à administração, operação, vigilância, limpeza e conservação da infraestrutura, a SPTrans reterá o valor arrecadado dos passageiros que circularem pelo Terminal Sacomã, que é municipal. O cálculo feito pelo usuário, demonstrando o valor arrecadado pela empresa operadora metropolitana como somatório do valor embolsado na ida e na volta, é apenas parte das premissas da integração com o sistema municipal. O convênio engloba os custos operacionais, reduzidos pelo encurtamento das linhas, pelo investimento em frota, redução da tripulação e seu custo para operar a diferença de frota e pelos insumos. Diz que fiscalizações operacionais são feitas para impedir que os veículos circulem em condições insatisfatórias.

TELEFÔNICA

Ligações inconvenientes

A minha paciência se esgotou. Desde novembro de 2010 recebo ligações em meu celular e mensagens de texto para que um tal de sr. Sérgio entre em contato com a Telefônica, pois a sua linha pode ser cortada e seu nome, enviado aos órgãos de proteção ao crédito. Já entrei em contato com a Telefônica muitas vezes, mas nada foi resolvido. Quando estou no trânsito, em reuniões ou consultórios médicos, sou obrigado a desligar meu celular para não receber essas ligações e mensagens inconvenientes. Imploro para que essa empresa retire o número de meu celular do seu cadastro.

ANTONIO BAPTISTA / SÃO PAULO

A Telefônica informa que tomou todas as providências necessárias para o sr. Baptista não receber mais as ligações mencionadas. Responde que entrou em contato com o leitor para prestar esclarecimentos e pedir desculpas pelos transtornos causados.

O leitor desmente: Ainda estou recebendo esses telefonemas. Deixo meu celular desligado para evitar aborrecimentos.

NET

Reembolso questionado

Muitas vezes fico sem o sinal da NET durante a madrugada, o que me prejudica muito, pois tenho o costume de estudar nesse horário. Em 29/1, 1.°/2 e 7/2, fiquei sem sinal, mas a empresa somente deu um "desconto" de poucos centavos na fatura.

ANDRÉA CRISTINA DOS SANTOS / SÃO PAULO

A NET informa que entrou em contato com a cliente e esclareceu as dúvidas mencionadas.

A leitora comenta: Ninguém entrou em contato comigo e fiz outra queixa na Ouvidoria para dizer que eu não aceitava o desconto insignificante que me foi dado. Esse valor não paga o prejuízo. Essa empresa não dá a menor importância ao cliente, pois a Ouvidoria não me responde e ao jornal diz que resolveu.

AES ELETROPAULO

Dois dias sem luz ou água

Moro num prédio em Santana, com 68 apartamentos, que está sem energia desde as 14h30 do dia 21/2. Não temos água porque a bomba da caixa d"água depende de energia elétrica. A AES Eletropaulo apenas envia carros pequenos, que não são capazes de resolver o problema. Aproximadamente 300 pessoas estão sem água e luz há 35 horas. Há moradores idosos e com necessidades especiais, crianças, algumas delas recém-nascidas. Ninguém sabe mais a quem recorrer, já que foram registrados vários números de protocolos sem solução.

GABRIEL NUERNBERGER GAMA / SÃO PAULO

O leitor revela: O problema foi solucionado por volta das 16 horas do dia 23/2 após explicações desencontradas. Nenhum contato telefônico foi atendido. Ficamos 50 horas sem luz e cerca de 35 horas sem água. A AES Eletropaulo enviou por 4 vezes uma picape pequena, mas era necessário um caminhão para solucionar o problema.

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