São Paulo Reclama

TELEFÔNICA ATACA NOVAMENTE

, O Estado de S.Paulo

17 Fevereiro 2011 | 00h00

Haja paciência

Em setembro de 2010, mudei de endereço e entrei em contato com a Telefônica para solicitar uma linha, o serviço Speedy e TV a cabo. Veio um técnico da Icomon para fazer a ligação interna e disse que, para ligar o fio de telefone ao quadro do prédio eu teria de pagar R$ 80 pelo serviço. Fiquei sem saber o que fazer, pois já teria de pagar R$ 113,53 pela taxa de habilitação. Tentei encontrar outra pessoa que cobrasse um valor justo. A Telefônica disse que só habilitaria a linha quando eu pagasse a taxa e fizesse a ligação. Após 4 meses contratei um autônomo, que cobrou R$ 60. Liguei para a Telefônica e soube que a linha tinha sido cancelada. Terei de pagar R$ 113,53 por uma nova linha e mais R$ 113,53 para solicitar sua ligação ao quadro. Um absurdo! A linha está em nome da minha filha e, além do péssimo atendimento, a conta veio com nome e endereço errados.

SIMONE DE CASTRO / SÃO PAULO

A Telefônica informa que reinstalou a linha da sra. Simone, sem ônus financeiros para a cliente. A empresa esclarece que o técnico faz a instalação até a rede externa, que é de responsabilidade da operadora. A rede interna, explica, conforme regulamentação vigente, é de responsabilidade do cliente.

A leitora comenta: Instalaram a linha telefônica e disseram que vão cancelar a cobrança. Enviaram o modem do Speedy em 8/2, mas ele não funciona. Liguei para o suporte e, após

falar com mais de 5 pessoas, nada foi resolvido. Ninguém sabe explicar qual é o problema e sempre tenho de repetir toda a história. Enquanto isso, estou sem internet.

DESRESPEITO

Saúde realmente falida

Como munícipe e cidadã, fico surpresa em como a Coordenadoria Regional de Saúde Leste descumpre seus próprios agendamentos. Conforme fui informada pela coordenadoria por intermédio do jornal (e só após a publicação da carta), meu exame de ultrassom de mamas seria realizado em 14/2. Perdi um dia de trabalho e, ao chegar lá, soube que não havia nada marcado para mim naquele posto e que eu deveria voltar para casa e esperar por outra ligação. Como sei que isso será difícil acontecer, recorro à ajuda do Estadão. É um absurdo a Prefeitura brincar com a saúde e a vida das pessoas.

MARIA HÉLIA P. DE SANTANA / SÃO PAULO

HOSPITAL SÃO PAULO

Atendimento negado

Passei por cirurgia na coluna pela competente equipe do Hospital São Paulo. Em janeiro, voltei a sentir dores. Retornei e um neurocirurgião solicitou ressonância magnética e que eu fizesse um cartão matrícula para poder continuar o tratamento. Mas a assistente social de plantão disse que eu não seria mais atendido pelo hospital e que deveria procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima ao meu bairro. Ora, o SUS é entidade federal, portanto, tenho o direito de ir a qualquer hospital público do Brasil.

BENEDITO RAIMUNDO MOREIRA / GUARULHOS

O Hospital São Paulo não respondeu.

O leitor diz: O problema ainda não foi resolvido.

OBRA DEMORADA

Parque da Água Branca

Como frequentador do Parque da Água Branca, saudei a iniciativa de reforma. Mas não imaginava que fosse tão demorada e sem planejamento. Li no Estadão que a Secretaria Estadual da Agricultura é agora responsável pelo parque. Espero que, com essa alteração, a obra termine mais rápido.

EUCLIDES V. SOARES / SÃO PAULO

TERMINAL BANDEIRA

Acesso difícil

Não adiantou fazer a reclamação diversas vezes nem denunciar a situação, que se repete desde outubro, ao jornal. A escada rolante - que afeta a vida de cerca de 450 mil passageiros que descem todos os dias no Terminal Bandeira e seguem em direção ao Largo da Memória - continua sem funcionar. Agora que a tarifa de ônibus aumentou, será que vai sobrar dinheiro para arrumá-la?

MAURO RIBEIRO GAMERO / SÃO PAULO

A SPTrans lamenta os transtornos e informa que todas as escadas rolantes do Terminal Bandeira serão trocadas por equipamentos mais modernos. Durante a substituição, os funcionários da SPTrans e da Socicam vão auxiliar o acesso das pessoas que têm mobilidade reduzida. Diz que trabalha para que os equipamentos voltem a funcionar nos próximos dias.

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