São Paulo Reclama

REDUÇÃO BRUSCA DE VELOCIDADE EM ESTRADAS

, O Estado de S.Paulo

15 Fevereiro 2011 | 00h00

Risco de acidente

Estava indo para Mauá pelo Rodoanel. Na parte sul, no km 89, sentido Anchieta-Mauá, vi uma placa indicando 60 km/h como velocidade máxima permitida. Reduzi a velocidade e devo ter conseguido chegar a 80 km/h, pois estava seguindo no limite antes indicado, de 100 km/h. Essa placa está 3 metros depois do radar, atrás de uma proteção e bem escondida na curva. Não tenho nada contra o radar, aliás, acho melhor do que uma lombada física. Minha queixa é em relação ao risco de acidentes a que estamos expostos ao ter de reduzir a velocidade de forma brusca por causa da má sinalização.

GISBERTO WERNINGHAUS / SÃO PAULO

O Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) não respondeu.

O leitor comenta: O Dersa fez algumas modificações na área, mas ainda há "armadilhas". Na Avenida Jacu-Pêssego, no Rodoanel, a velocidade máxima permitida é de 70 km/h, mas, de repente, num determinado trecho, ela cai para 50 km/h. Todas as rodovias têm radares, mas muitas vezes não há informações claras sobre qual é a velocidade máxima permitida, o que pode ocasionar acidentes e multas. Observei que em muitas saídas e entroncamentos não há placas com as velocidades indicadas ou elas estão em locais sem necessidade. Como veículos leves e pesados têm comportamentos diferentes em curvas e em aclives ou declives, acredito que a velocidade recomendada deveria ser diferenciada também em entroncamentos e cruzamentos. Não reclamo da necessidade de reduzir a velocidade em alguns trechos, mas ela deve ser compatível com a realidade do percurso.

INSS

Desconto sem autorização

Um amigo percebeu que uma quantia de sua aposentadoria estava sendo descontada. Foi a um posto do INSS e o funcionário disse que não era o primeiro caso e que em seu benefício estava autorizado um desconto em favor da Força Sindical. Mas esse mesmo atendente não soube informar quem o autorizou. Peço esclarecimento.

ALVAREZ AGUIAR / SÃO PAULO

O INSS não respondeu.

PRAZO DE VALIDADE

Quase vencido

Sou cliente do Carrefour Pamplona, no Jardim Paulista, e já fui enganado pela empresa 3 vezes. O problema é que o refil de água mineral de 20 litros é vendido faltando pouco mais de 1 mês para vencer. Quando o cliente retorna após 1 mês, eles respondem que não podem aceitar o frasco, pois venceu. Em novembro e dezembro de 2010, eles venderam refis que venceram no final do ano. A prova do crime ainda está lá, mas, depois que ameacei chamar a polícia, colocaram um aviso: "Não vendemos refis fabricados

em 2007".

ANDERSON DUARTE MEIRA / SÃO PAULO

O Carrefour esclarece que segue rigorosamente as regras referentes ao controle de datas de validade de produtos, com base na lei que proíbe que se aceite a troca de vasilhames já vencidos, inclusive obedecendo aos critérios da Vigilância Sanitária.

O leitor comenta: O Carrefour informou que continuará procedendo do mesmo jeito. Teremos de tomar cuidado para não cair no golpe. Eles podem vender no dia 31 de dezembro um recipiente que vencerá em 1.º de janeiro. Se o consumidor comprá-lo, ficará no prejuízo. Estou decepcionado e vou procurar o concorrente.

INSTALAÇÃO

TVA usa cabo da NET

Contratei os serviços da TVA, mas a instalação foi feita com o cabeamento antigo da NET. Quando a NET cortou o serviço, eu fiquei sem TV e internet. Depois de 10 dias, a TVA ainda não havia mandado um técnico no horário combinado. Num dia ele veio depois do horário, em outro não apareceu. Da última vez, fiquei 20 minutos ao telefone esperando que alguém confirmasse se o técnico, de fato, iria fazer a visita.

FELIPE SANTOS / SÃO PAULO

A TVA lamenta o transtorno causado ao cliente e informa que o serviço técnico especializado visitou a residência do assinante e solucionou o problema. Afirma que o cliente terá um crédito na próxima fatura referente ao período em que a programação contratada esteve indisponível.

O leitor relata: O problema foi resolvido, após muito custo, só no dia 4/2. A empresa só entrou em contato para informar que os dias sem serviço não seriam cobrados depois que o jornal entrou em contato. Infelizmente, parece que o procedimento-padrão é fazer errado. O correto é só para quem reclama.

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