São Paulo Reclama

ESTANDE EM LOCAL PERIGOSO

, O Estado de S.Paulo

05 Fevereiro 2011 | 00h00

Acidentes recorrentes

Moro no bairro da Vila Formosa há 25 anos e passo diariamente pela Avenida João XXIII. Na altura do n.º 1000, há uma curva bastante acentuada no sentido centro-bairro. Em todos esses anos, presenciei 4 acidentes graves no local. Ocorre que, em dezembro, uma construtora lançou um grande empreendimento e montou seu estande de vendas nessa curva. Depois disso, em apenas 2 meses, já houve 6 acidentes de carro graves no local e dois automóveis acabaram batendo no poste. Depois do 2.º acidente consecutivo, a Eletropaulo colocou um poste novo 30 metros adiante. No dia 16/1, um carro perdeu o controle e entrou no estande de vendas. A coluna cedeu e a cobertura da porta de entrada desmoronou em cima da calçada. No dia 17/1, os operários trabalharam o dia inteiro para reconstruí-lo. A construtora está esperando que alguém morra para trocar o estande de lugar? Com base nos recentes acontecimentos quero saber o que a Prefeitura irá fazer para melhorar a segurança dos transeuntes daquele local.

PAULO SERGIO MARIANO / SÃO PAULO

A CET informa que está elaborando projeto de sinalização viária no local citado, que prevê a manutenção e a implantação de placas de advertência de curva, regulamentação de velocidade em 40 km/h, bem como sinalização horizontal (legendas no pavimento indicando a existência de curva), visando a proporcionar mais segurança aos motoristas e pedestres e evitar eventuais acidentes.

A Assessoria de Imprensa da Subprefeitura Aricanduva/Formosa/Carrão esclarece que o estande em questão teve seu alvará de autorização no dia 11/11/2010.

PALAVRA NÃO CUMPRIDA

Sujeira e descaso

Por intermédio do Estadão, recebi a informação da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), em setembro do ano passado, de que a residência localizada ao lado de casa - onde há sujeira no quintal e são mantidos cerca de 20 cães - seria notificada e, no caso do não cumprimento da notificação, a Covisa tomaria as devidas providências. (O caso, Inspeção demorada, foi publicado no dia 14/9/2010.) Porém até hoje nenhuma medida foi tomada e nada foi resolvido. As crianças da creche ao lado da casa continuam correndo o risco de contrair dengue ou outras doenças transmitidas por ratos (o quintal é um pântano de lama misturado com fossa). Isso tudo sem falar no cheiro insuportável vindo do local. Como é possível o município manter crianças (menores de 5 anos) num ambiente desses? Outros vizinhos (Aristeu F. de Alcântara Lima, Marcus Hyonai Nakagawa e Francilene A. de O. Nakagawa) querem reforçar o pedido de socorro aos órgãos públicos. Para piorar a sensação de não poder fazer nada, em uma das últimas vezes em que estive na Covisa fui orientado a ir à Subprefeitura Vila Mariana, porém eu estava lá por sugestão da própria subprefeitura.

CELSO LUIZ ALCÂNTARA / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal da Saúde não respondeu.

O leitor lamenta: Tudo continua igual.

COMBATE À DENGUE

Fiscalização "periódica"

As mensagens oficiais da Prefeitura sobre o combate à dengue, são razoáveis, porém a fiscalização não funciona. Há mais de 2 meses peço que deem um fim a um grande criadouro do mosquito transmissor, que fica num estacionamento na Rua Rocha n.º 302, Bela Vista. Apesar de eventualmente perceber a presença de fiscais, nenhuma providência é tomada.

ROSALVO LOPES DA SILVA / SÃO PAULO

A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) informa que o endereço solicitado faz parte dos lugares analisados pela Covisa como Ponto Estratégico de combate à dengue, por causa do acúmulo de água na região. A área é visitada quinzenalmente para verificação e combate de possíveis focos do mosquito Aedes Aegypti e há 8 meses em todas as vistorias executadas, não foram encontrados criadouros do mosquito no local.

O leitor critica: Graças ao jornal, os responsáveis se manifestaram. Mas estão encarando o problema com simplicidade, já que o perigo é latente, visto tratar-se de água de uma mina que fica empoçada, quando existem meios de conduzi-la para a rede. O correto procedimento, em vez dessa "fiscalização periódica", seria o de sanar o problema definitivamente, exigindo a ação do proprietário, liberando os fiscais para visitar outros locais. O que mais posso fazer, além de cuidar do condomínio, do qual sou subsíndico, fiscalizando e orientando os moradores para evitar o criadouro dos mosquitos, mas com o inimigo "dormindo" ao lado?

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.