São Paulo Reclama

CAÇAMBAS IRREGULARES

, O Estado de S.Paulo

04 Fevereiro 2011 | 00h00

Solução demorada

Já faz mais de um mês que uma caçamba está abandonada na minha rua. A cada dia que passa, aumenta a quantidade de entulho e lixo em cima e ao redor dela. No dia 2/12 notifiquei a Prefeitura. Como não obtive retorno, liguei novamente e o atendente me passou mais um número de protocolo e recomendou que eu entrasse em contato com a CET. Entrei no site da companhia, fiz o procedimento conforme solicitado e recebi a informação de que a queixa deveria ser feita por telefone. Seguindo a recomendação, fiz algumas ligações no final de dezembro e outras em janeiro, mas nada mudou. No dia 18/1, com o aparecimento de um vaso sanitário, achei que devia

dividir com os eleitores essa maravilha de obra moderna que deixaria Duchamp orgulhoso.

NICOLAU PIRATININGA / SÃO PAULO

O Departamento de Imprensa da CET esclarece que o serviço das empresas transportadoras de entulho que operam com caçambas é regulamentado e fiscalizado pelo Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb) da Prefeitura Municipal, vinculado à Secretaria Municipal de Serviços.

A Secretaria de Serviços, por meio do Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), informa que apreendeu duas caçambas irregulares na Rua Bianchi Bertoldi, em 27/1. O Limpurb conta com a colaboração dos munícipes, que podem denunciar caçambas irregulares pelo telefone Alô Limpeza (3397-1723) ou pela Central de Atendimento da Prefeitura (156).

O leitor comenta: Finalmente o problema foi resolvido.

COMÉRCIO ILEGAL

O problema continua

A Praça Esther Mesquita, na Rua Rio de Janeiro, em Higienópolis, tornou-se ponto de tráfico de drogas de menores da região e dos colégios próximos. A praça está abandonada, apesar de o Hospital Samaritano tentar recuperá-la. Durante a noite e nos finais de semana há consumo de drogas e álcool. A Polícia Militar "passeia" pela região nos dias de jogo, mas nada faz para inibir o comércio ilegal.

CHARLES SCHMIDT / SÃO PAULO

A Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública não responderam.

O leitor relata: Neste sábado à tarde chamei novamente a Polícia Militar ao local, pois havia mais de 20 jovens consumindo drogas e álcool na praça.

CARRO ABANDONADO

Quem se responsabiliza?

Há meses um carro está abandonado na Rua Praia do Castelo, no Jabaquara. Reclamei no site da Prefeitura e a reclamação foi parar na CET, que respondeu: "A CET esclarece que autua e remove somente veículos estacionados/abandonados em desacordo com o Código de Trânsito Brasileiro (local proibido, sobre a calçada, esquina, etc.). Se o veículo estiver há mais de 5 dias na via pública (independentemente do estado de conservação em que se encontre) é considerado veículo abandonado (...) e a remoção deve ser solicitada à subprefeitura da região".

MARCOS IGNACIO / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Subprefeitura Jabaquara informa que um agente fiscal esteve no local e constatou que o veículo fica estacionado durante o dia e é utilizado no período noturno. O proprietário foi orientado a evitar o abandono por mais de cinco dias no mesmo local, pois ficará sujeito à multa e remoção, conforme previsto na legislação.

O leitor indaga: O que me espanta é que realmente o dono daquela perua a utiliza todas as noites. Mas aposto que é um veículo que não possui estepe, lanternas de freio ou pisca e não tem extintor de incêndio. Acredito que não está com o IPVA ou licenciamento pagos. Como circula? E mais: por que tenho de pagar tudo isso?

FEIRAS LIVRES

Promessa de fiscalização

O prefeito de São Paulo determinou uma série de alterações no horário de funcionamento das feiras livres, conforme o Decreto 48.172. Os feirantes deveriam seguir os novos horários, mas não é isso que ocorre na feira de domingo na Av. Lavandísca, onde não há fiscalização.

EDUARDO HENRY MOREIRA / SÃO PAULO

A Subprefeitura Vila Mariana informa que fiscalizações no local serão intensificadas para coibir que os feirantes excedam o horário permitido para comercialização. Esclarece que já foram aplicadas multas pelo desrespeito ao horário estipulado pela legislação e que, no caso de reincidência da multa, o feirante corre o risco de ter revogada sua permissão de uso e cancelamento da matrícula.

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