São Paulo Reclama

TROCA DE NÚMERO DE TELEFONE

, O Estado de S.Paulo

28 Janeiro 2011 | 00h00

Confusão da Telefônica

No dia 14/1 percebi que o Speedy não funcionava. Liguei para a Telefônica, registrei a queixa e recebi um número de protocolo e a informação de que o problema seria resolvido em 24 horas. No dia 15, pela manhã, descobri que, durante o reparo, técnicos da Telefônica trocaram o número do prefixo do meu telefone. O prefixo era 5093 e passou para 5543. Ou seja, o dono do prefixo 5543 não deve estar recebendo nenhuma ligação e de brinde ganhou o serviço Speedy. Reclamei na empresa e o atendente informou que o reparo seria feito em até 48 horas, por se tratar de final de semana, mas o prazo não foi cumprido. Entrei de novo em contato com a Telefônica e soube que os números de protocolo que eu tinha não existiam, mas que nas próximas 48 horas o problema seria resolvido. Por que tenho de esperar 48 horas por um erro da própria Telefônica? Trabalho em casa e o Speedy é uma ferramenta de trabalho. Quem vai arcar com o prejuízo? Estou sendo lesado, pois, além de eu não ter a minha linha, estou sem o Speedy. A Telefônica não consegue resolver um problema que ela mesmo criou.

TATIANA MAGALHÃES GEROSA / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Telefônica informa que a linha e o Speedy da sra. Tatiana estão funcionando normalmente. A cliente terá crédito em conta futura referente ao período em que o serviço apresentou problema. Diz ainda que não houve alteração do número da linha.

A leitora revela: O problema foi solucionado. O técnico da empresa constatou que realmente houve a troca do número de meu telefone. Foram 5 dias sem telefone e sem Speedy.

ENCHENTE

Dúvidas de um cidadão

Em 2010 reclamei várias vezes para a subprefeitura sobre os problemas do Jardim Damasceno, na zona norte, em vão. No dia 11/1 houve enchente na Avenida Hugo Ítalo Merigo e todas as casas foram alagadas, causando perdas de móveis, roupas e alimentos. Com as obras de contenção no Parque Linear Canivete, acreditávamos que os problemas de enchentes tinham acabado. Puro engano, pois os problemas só pioram a cada dia. Não consigo entrar em contato com a Defesa Civil, pois ninguém atende o telefone. Ao ligar para o Centro de Referência de Assistência Social fui orientado a procurar a Defesa Civil. Quem irá resolver o caso?

MARCO ANTONIO T. DE OLIVEIRA / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa de Comunicação da Subprefeitura Freguesia/Brasilândia informa que as chuvas que atingiram a região da Freguesia do Ó e Brasilândia, na noite de 10/1, foram três vezes maiores do que o esperado para todo o mês. A Subprefeitura Freguesia/Brasilândia alega que trabalhou durante toda a semana na limpeza e manutenção das áreas atingidas, em conjunto com a Assistência Social e Defesa Civil, que prestaram todo o atendimento e orientações necessárias às famílias, inclusive ao leitor sr. Oliveira. Para o caso dele, foi registrada ocorrência na Defesa Civil da subprefeitura no dia 11/1, com atendimento no mesmo dia. Após a vistoria no imóvel, a equipe da subprefeitura verificou que, apesar de perdas materiais, a residência não apresentava risco.

O leitor lamenta: Não entendo o que a subprefeitura diz ser "atendimento", porque fiquei o dia todo tentando entrar em contato com a Defesa Civil e com a subprefeitura. E, apesar das perdas sofridas, nenhuma providência foi tomada. Perdi móveis, roupas, alimentos, tudo. Além de ainda correr o risco de contrair alguma doença. O que é "atendimento", afinal?

Esclarecimento: Ao contrário do que foi publicado em 26/1, a Coordenação Unip Interativa respondera à reclamação da leitora sra. Florentina A. Santos, em 13/1. A Unip esclareceu que: para o curso de Letras, ministrado na modalidade de Ensino a Distância, havia um manual de orientações, no início do 2º semestre de 2010, com todas as orientações e etapas de entrega do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC); além de vídeos em que a coordenadora de curso e a tutora apresentavam orientações detalhadas sobre o processo de elaboração do trabalho. Entre 23 e 27/8 os alunos deveriam enviar o projeto e resenha do TCC por e-mail para análise e eventuais ajustes e orientações. A aluna fez a postagem e recebeu correções e revisões em diversas datas, a última em 11/12, com orientações e devolutiva em 18/12, quando foi concluído que tal trabalho não atingira os requisitos mínimos para aprovação. Durante o período de postagem dos TCC, foram realizados encontros virtuais, por meio de chats pré-programados, em que alunos e orientadores puderam expor dúvidas e sugestões a respeito dos trabalhos. Diz que no site da Unip estão disponíveis as regras da ABNT para a da elaboração de trabalhos acadêmicos. Cabe ressaltar que todos os professores seguem as normas da instituição quanto à titulação. A Unip repudia as alegações ofensivas e sem fundamento que a leitora dirigiu à universidade e a seus professores.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.