São Paulo Reclama

ENCHENTE NA BARRA FUNDA

, O Estado de S.Paulo

22 Janeiro 2011 | 00h00

Lixo é um dos fatores

Fui vítima das enchentes em São Paulo na madrugada de 11/1. Após 5 minutos de chuva, meu carro foi coberto pelas águas na Rua Tagipuru, Barra Funda. O prefeito mais uma vez deu provas da sua incompetência administrativa. Sacos de lixo, que acabam tampando os bueiros, deveriam ser colocados em lixeiras e não em calçadas. Ruas e avenidas que têm histórico de enchentes deveriam colocar placas com avisos sobre essa situação para evitar que se estacione no local. O que vejo na Barra Funda é o total abandono. Há sujeira, falta de fiscalização e as ruas são pouco iluminadas.

CLÁUDIO FERNANDES / SÃO PAULO

A Subprefeitura Lapa diz que a região da Barra Funda conta com ações constantes de limpeza de bueiros, bocas de lobo e de galerias, fiscalização contra o comércio ambulante irregular no Terminal da Barra Funda e a reforma da calçada do entorno do Memorial da América Latina. A subprefeitura busca parceiros para auxiliar no cuidado das áreas verdes da região. As últimas chuvas registraram níveis muito acima da média e, apesar das intervenções constantes de limpeza, é necessário o apoio da população no combate ao descarte irregular de entulho e lixo e o respeito aos dias e horários de coleta.

O leitor relata: Se há alguma ação da Prefeitura, deve ser em outra região, pois na Barra Funda nada é feito faz tempo. A Prefeitura deveria instalar lixeiras na região e no Terminal; obrigar que os prédios, os estacionamentos e as empresas da região tenham lixeiras para a colocação do lixo depois das 22 horas, para que ele não vá parar nos bueiros; limpar as ruas diariamente, entre outras medidas.

AES ELETROPAULO

Jogo de empurra-empurra

Já reclamei várias vezes sobre o perigo de queda de uma árvore que está em frente a minha residência e recebi a informação de que, tanto a Prefeitura quanto a AES Eletropaulo, iriam resolver o problema. Mas, até o momento, somente a Prefeitura esteve no local, podando alguns galhos. Informou que apenas a AES Eletropaulo poderia completar o serviço, pois a árvore está apoiada nos fios elétricos. Até hoje técnicos da Eletropaulo não apareceram, apesar de a empresa já ter sido notificada. A árvore se inclina cada vez mais, causando riscos a pedestres e veículos. E com as chuvas a situação piora.

FERNANDO ABUTARA / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da AES Eletropaulo informa que só pode realizar a poda dos galhos que estão próximos à rede elétrica após o envio de ofício por parte da subprefeitura.

O leitor comenta: A subprefeitura informou que já enviou esse o ofício.

FALHAS FREQUENTES

Mais transtornos

O fornecimento de energia elétrica na região de Diadema vive sendo interrompido. Em novembro houve falhas diárias do dia 1.º até o dia 7. Já no dia 8 não houve fornecimento. O problema voltou a ocorrer em janeiro, pois houve falta de energia nos dias 8, 9 e 11. E, quando tento ligar para a AES Eletropaulo, no 0800, ou dá ocupado, pois acredito que metade da população de Diadema deve estar ligando para reclamar ou a ligação não se completa.

FLÁVIO ANTUNES APOLINÁRIO / DIADEMA

A Assessoria de Imprensa da AES Eletropaulo informa que as ocorrências registradas na região nos últimos dias foram causadas por quedas de galhos de árvores na rede, provocadas pela intensidade das chuvas e do vento na região.

O leitor diz: Segundo a resposta, não deveria haver mais árvores no ABC pela quantidade de galhos partidos, já que falta energia diariamente. A questão não foi respondida pela concessionária, que aproveita o volume das chuvas das últimas duas semanas como escudo. Mais uma vez a interrupção do fornecimento ocorreu independentemente das condições climáticas. No dia 19/1 faltou energia das 10 horas às 14h30 e a chuva caiu bem mais tarde. Quem sabe pela via judicial a empresa não muda sua atitude?

FÉRIAS NO GUARUJÁ

Sujeira por todo lado

Quero manifestar total apoio à carta Férias Complicadas (5/1). Realmente as férias no Guarujá não são mais agradáveis por causa das viroses, dos odores horríveis, provenientes dos canais, e das frituras dos quiosques, além do lixo que invade o calçadão. Infelizmente vi, no final da tarde de 19/1, utensílios de um quiosque sendo lavados em água suja e enxugados com pano sujo, prontos para serem reutilizados no dia seguinte.

NEUSA PIMENTA / SÃO PAULO

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.