São Paulo Reclama

EMBRATEL - UM MÊS SE PASSOU E NADA FOI FEITO

, O Estado de S.Paulo

21 Janeiro 2011 | 00h00

Desrespeito ao consumidor

Liguei para a Central de Atendimento da Embratel, em 18/12, para adquirir o serviço fale à vontade. Escolhi o modelo de telefone da Nokia, mas a atendente me convenceu a aceitar o da Huawei, dizendo que o da Nokia não estava mais sendo comercializado. Ela garantiu que a entrega seria feita antes do Natal e que a transportadora entraria em contato comigo no dia da entrega para certificar-se do local onde eu estaria (residência ou trabalho). Dias depois, acessei o site e me deparei com o modelo Nokia disponível para venda! Primeiro engodo. Como o produto não foi entregue até o dia 24/12, liguei para a empresa e soube que ele tinha sido encaminhado à transportadora. Pedi que fosse agendada a data de entrega, mas desligaram o telefone. Entrei em contato de novo e pedi para falar com o supervisor, que me fez explicar tudo de novo para então responder que não conseguia agendar. Revoltado, pedi o cancelamento da compra e o estorno dos valores pagos. Mas ele se recusou e desligou. Em 8/1, soube que constava no sistema que a entrega fora realizada para mim no dia 26/12. Outra mentira!

EDILSON DOS SANTOS SANTANA / SÃO PAULO

O Atendimento Livre Embratel informa que a entrega do kit Livre foi reagendada e solicitada prioridade na área responsável. Esclarece que entrou em contato com o sr. Santana, esclarecendo as questões.

O leitor desmente: Infelizmente o problema não foi solucionado, não foi agendada nenhuma data de entrega e muito menos reagendada, como foi mencionado no e-mail. No dia 14/1 entraram em contato comigo por telefone e pediram para eu aguardar por mais 15 dias úteis.

TRISTE REALIDADE

Saúde falida

Tenho 37 anos, moro em São Miguel Paulista, zona leste, e recorro ao Estadão porque já estou quase perdendo as esperanças de conseguir uma consulta com um médico otorrinolaringologista na rede pública de saúde. Uns dias antes do Natal, comecei a sentir dor de ouvido, tontura e enjoo, sintomas de labirintite. No dia 4/1, desmaiei quando estava indo para o trabalho. Fui levada para o posto de saúde da Rua Jacuí, em São Miguel, onde disseram que não poderiam me atender. Mandaram-me para um pronto-socorro do bairro, onde um clínico geral receitou remédio e me mandou voltar ao posto anterior para conseguir uma guia e passar pelo otorrino. Voltei ao posto e lá disseram que antes de obter a guia eu teria de marcar uma consulta com um clínico geral do próprio posto e só havia vaga para o dia 15. Passei pelo clínico e ele disse que até poderia me dar a guia, mas que naquele posto não existe otorrino. Disse para eu aguardar até aparecer alguma vaga em outro posto. Deixei o nome, mas a secretária avisou que é "quase impossível conseguir uma consulta com esse tipo de médico. Continuo tomando os remédios para labirintite, mas os sintomas não desapareceram até agora. Sem um especialista, fico muito insegura, pois não sei se o tratamento realmente é o adequado. A dificuldade de conseguir um médico não se restringe aos otorrinos. Para conseguir consulta com um ginecologista, por exemplo, são necessários até dois meses. Acho tudo isso uma falta de respeito com a população. Por favor, peço a ajuda de vocês para conseguir essas consultas e mudar a realidade da saúde em São Paulo.

MARIA HÉLIA P. DE SANTANA / SÃO PAULO

CASO ANTIGO

Chuvas agravam o perigo

Mais uma vez peço a ajuda da Coluna para que algo seja feito para consertar definitivamente o buraco (já parece uma cratera) na Rua Lair, altura do n.º 95, Vila Albertina, zona norte, que surgiu de novo! O problema é antigo e resolvido de qualquer jeito todas as vezes. (Em 12/1/2009 foi publicado o caso da leitora sobre esse problema. Ela relatou que desde maio de 2008 tentava conseguir que o buraco, que surgiu por problemas na rede de esgoto, fosse consertado pela Sabesp. Na época, a concessionária respondeu que o conserto da rede fora realizado no dia 31/12/2008 e o da capa asfáltica, em 7/1/2009.) Desta vez, carros tiveram suas rodas quebradas, caminhões ficaram entalados por falta de espaço para manobra e outros acidentes ainda mais graves podem ocorrer a qualquer momento, já que o buraco está com quase 2 metros. O problema está embaixo da casca do asfalto. Com as chuvas e com um veículo mais pesado, a tragédia será maior ainda. Já entrei em contato diversas vezes com a Sabesp, que joga a responsabilidade para a Prefeitura e vice-versa. A CET até colocou sinalização avisando do perigo, mas ela já caiu. A Ouvidoria enviou cópia de e-mail mostrando que solicitou providências, mas até agora nada foi feito.

VERA GOMES / SÃO PAULO

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