São Paulo Reclama

VIAGEM CANSATIVA E DESAGRADÁVEL

, O Estado de S.Paulo

20 Janeiro 2011 | 00h00

Qualidade questionável

No dia 2/1 minha noiva e eu pegamos um ônibus da empresa Breda Transporte para Mongaguá. O ônibus não possuía ar-condicionado nem banheiro. Informei-me com a Secretaria dos Transportes de São Paulo e descobri que a Lei Estadual não obriga que a empresa ofereça aos usuários um veículo com banheiro para esse trecho. Porém, nesta época do ano, entre o Natal e o ano-novo, as estradas ficam sobrecarregadas e o percurso chega a demorar mais de 5 horas. As mulheres e as crianças tiveram de descer do ônibus e usar a estrada como banheiro. A empresa não respeita os passageiros, pois utilizou um ônibus sem oferecer mínimas condições de higiene. Está impresso no verso da passagem, item 1, que "o passageiro tem o direito de ser transportado com segurança, higiene e conforto do início ao fim da viagem". No caso, isso não ocorreu. Até agora, não recebi nenhuma resposta da empresa.

WILSON TOMANIK / SÃO PAULO

A Breda Transportes e Serviços S.A. informa que o ônibus que atende o trajeto de Mongaguá-São Paulo preenche os requisitos da legislação. Em feriados nacionais, o número de pessoas que utilizam o transporte aumenta e, por isso, a empresa colocou 1.489 veículos extras. Acrescenta que a sua missão é prestar um serviço de qualidade.

O leitor diz: A Breda só respondeu após a interferência do jornal. A resposta não é satisfatória! O problema foi ter colocado um ônibus que não oferecia higiene ou conforto. Eu esperava ouvir da Breda que, mesmo não sendo obrigada por lei, colocaria à disposição a partir de agora ônibus mais adequado ao transporte dos passageiros, durante os períodos de férias...

TELEFÔNICA

Problemas frequentes

Estou há dois meses com o serviço do Speedy sem funcionar no meu escritório. Ou o sinal só pegava no primeiro acesso e depois caía ou eu ficava por até 4 dias seguidos sem acesso. Faz mais de 15 dias que a internet parou de funcionar definitivamente. Nesses dois meses, venho tentando insistentemente resolver o problema com a Telefônica, mas até agora só colecionei desculpas e números de protocolos. Numa das ocasiões cheguei a ficar mais de uma hora com a atendente e, após várias tentativas, fui informado de que não havia como resolver o meu problema e um técnico seria enviado dentro de 48 horas. Houve 3 promessas de visita técnica, mas nunca apareceu ninguém. Como depois de dois meses o problema não foi solucionado, optei por cancelar o serviço. Mas, para piorar, o atendente disse que não localizara meu cadastro e que havia solicitado ao setor responsável uma atualização e que eu só poderia pedir qualquer tipo de serviço dentro de 5 dias. Então tudo continua na mesma: o serviço está sendo cobrado sem funcionar.

MARCO ANTONIO MARTINS / SÃO PAULO

A Telefônica não respondeu.

O leitor informa: No dia 13/1 a Telefônica entrou em contato querendo me enviar um técnico. Não aceitei e insisti no cancelamento e ressarcimento referente aos 2 meses em que fiquei sem o Speedy.

SOLUÇÃO PRÁTICA

Aparelho queimado

No dia 4/1 meu aparelho de TV queimou, provavelmente por conta da forte chuva na cidade de São Paulo. Liguei para a AES Eletropaulo para agendar a visita de um técnico e fui informada de que deveria comparecer a um posto da empresa. Confirmei o endereço, que está na minha conta com a atendente, e ela me orientou a ir ao local. Ao chegar, fui informada de que não poderia fazer a solicitação nesse endereço e que deveria ir a outro posto. Ficou claro que a companhia elétrica tenta, ao máximo, dificultar a visita técnica, para evitar possíveis ressarcimentos. Liguei para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que se recusou a registrar a reclamação, dizendo que não se encaixava em nenhuma categoria. Um absurdo! Só peço que a Eletropaulo agende a visita. Nenhum consumidor deve passar por esse desrespeito.

TÂNIA OLIVEIRA PEREIRA / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da AES Eletropaulo informa que, de acordo com a Aneel, o consumidor pode optar entre a inspeção in loco do equipamento danificado ou levá-lo a uma das lojas de atendimento da AES Eletropaulo para que a distribuidora realize a vistoria. Caso o cliente opte pela opção da inspeção in loco, a solicitação deve ser realizada na loja de atendimento. Para a inspeção in loco, a Aneel estabelece que o serviço seja prestado no prazo de 10 dias corridos a partir da data do pedido de indenização.

A leitora ironiza: O problema foi solucionado, já que comprei outra televisão.

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