São Paulo Reclama

FURTO DE MERCADORIAS

, O Estado de S.Paulo

13 Janeiro 2011 | 00h00

Sem ter a quem recorrer

Tive problemas com o serviço de Mala Direta Internacional dos Correios já na entrega. A encomenda, em vez de ser entregue em mãos, com comprovante de recebimento, foi jogada na garagem, e seu conteúdo era frágil. Depois, ao abrir a caixa, verifiquei que os produtos não estavam lá. Examinei-a e percebi que a fita adesiva original tinha sido rompida e, por cima dela, colada outra. A empresa em que comprei é de inteira confiança, pois já tinha adquirido produtos outras vezes, sem problemas. Entrei em contato com a empresa, que me assegurou que tudo fora enviado. Já o carteiro alegou que, como não houve resposta ao seu chamado, colocou a encomenda num lugar que julgava seguro. Se ele tivesse entregue para mim a caixa eu a abriria na sua presença e ele seria testemunha de que não havia nada dentro dela. Dessa forma, os Correios se isentam de culpa e alegam que eu posso mandar a caixa de volta para a empresa, como recusada. O que não resolve nada.

RENATA COGHI / SÃO PAULO

A Diretoria Regional dos Correios de São Paulo Metropolitana esclarece que o objeto foi expedido para o Brasil sob responsabilidade da empresa DHL Global Mail, que, por sua vez, fez a postagem em modalidade simples, em que não é necessário ser entregue em mãos. Pelo exposto, a cliente deve entrar em contato com a DHL para registrar a reclamação, pois para esse tipo de postagem não cabe retratação financeira por perda ou espoliação.

A leitora diz: É uma pena que os Correios nem sequer deem atenção a algo tão sério como furto de mercadorias. Não entendo como uma caixa de 30 cm não foi entregue em mãos.

AES ELETROPAULO

Cobrança em duplicidade

Recebi da AES Eletropaulo uma cobrança referente a duas contas com o mesmo número de instalação, com o vencimento para o mesmo mês. Essa é a segunda vez que isso ocorre. Reclamei e a empresa não corrigiu o erro, pois afirma que o procedimento está correto e que o não pagamento acarretará a suspensão do fornecimento de energia. Além da cobrança em duplicidade, o valor é abusivo. Tentei diversas vezes falar com a ouvidoria, mas sempre me encaminhavam para o atendimento comercial, sem resolver a situação. Outro problema é que a Eletropaulo afirma que não foi efetuado o pagamento referente ao mês de março de 2010, mas houve um erro na data de vencimento e o valor desse mês foi cobrado em fevereiro. Peço ajuda para a solução do problema.

ALESSANDRA BARBONI / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da AES Eletropaulo informa que a fatura do mês de dezembro foi alterada com vencimento para o dia 16/1. Embora conste para a cliente duas faturas com vencimento no mesmo mês, elas se referem a meses distintos. De acordo com a Resolução 456 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os clientes que possuíam a opção de data fixa de vencimento para suas faturas sofreram alteração no vencimento para 5 dias úteis a partir de agosto de 2009.

A leitora contesta: Não houve solução e tive de pagar as duas contas. Realmente as contas são de períodos diferentes, mas, conforme o histórico enviado por mim, o vencimento é sempre no mês posterior, mas a conta referente a dezembro, que deveria ser paga em janeiro, venceu em dezembro mesmo. E até hoje não recebi a cobrança do mês de janeiro.

O PROBLEMA SE REPETE

Milhas não creditadas

Durante o ano de 2010 viajei várias vezes pela TAM e sempre acompanhei o crédito de pontos nos extratos disponíveis pela companhia. Percebi que, apesar de informar em todos os check-ins o meu número de cadastro no programa, esses voos não constavam no sistema do programa TAM Fidelidade. Em todos os comprovantes de embarque constava o meu número impresso. Ou seja, o sistema TAM reconhecia meu número no programa, mas não computava os pontos. Liguei várias vezes para a central reclamando e, em vez de solucionar meu problema, os atendentes só me passavam números de protocolos. A fidelidade TAM aos seus clientes, infelizmente, é deixada de lado.

JOÃO CARLOS PEREIRA COTRIM / SÃO PAULO

A TAM Linhas Aéreas esclarece que entrou em contato por e-mail com o sr. Cotrim para informá-lo de que os pontos referentes aos voos citados foram creditados na conta corrente dele do Programa TAM Fidelidade.

O leitor comenta: O crédito foi feito parcialmente, pois faltou a pontuação de outros dois voos realizados em dezembro, ou seja, o problema continua.

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