São Paulo Reclama

FIDELIDADE TAM

, O Estado de S.Paulo

04 Janeiro 2011 | 00h00

Informações divergentes

Meu problema com a TAM começou quando eu precisei alterar a data do meu voo de retorno a São Paulo em setembro. Os meus pontos do cartão fidelidade não eram suficientes para a viagem e a cancelei. Usei os de meu marido e, ao desembarcar em Guarulhos, fui à loja TAM para pedir que os pontos do voo cancelado retornassem ao meu cartão e para que devolvessem a taxa de embarque paga. Também solicitei que os voos realizados pela Lan fossem creditados. O funcionário disse que isso seria feito em até 30 dias e que o valor da taxa de embarque seria estornado no cartão de crédito. Mas até agora nada.

PRISCILA ANTUNES BAUMANN / SÃO PAULO

A TAM responde que, por meio do Fale com o Presidente, entrou em contato por e-mail com a leitora sra. Priscila para informá-la de que, de acordo com os registros, a solicitação de reembolso foi feita no dia 17/9/2010, após o vencimento do prazo de validade do bilhete para voo ou reembolso (8/9/2010). Diz ainda que, infelizmente, não será possível a devolução dos pontos utilizados nessa emissão. Explica que o reembolso da taxa de embarque foi solicitado à administradora do cartão de crédito dela em 20/9/2010 e que a pontuação pleiteada referente aos voos LA 0841 e LA 0842 já consta creditada na conta corrente do Programa TAM Fidelidade da cliente.

A leitora contesta: A resposta não é verdadeira, pois um atendente da loja TAM de Congonhas informou, em 19/7/2010, que eu teria até 6 meses para solicitar o reembolso, informação reiterada por um funcionário de Cumbica no dia 17/9/2010. Concluo que ou a TAM treina muito mal seus funcionários ou eles mudam as regras de acordo com a própria conveniência.

BILHETE ÚNICO ESPECIAL

Pedido negado

Tenho dificuldades para levantar o braço direito e, no ano passado, passei por duas cirurgias. Meu médico fez um relatório para que eu pudesse solicitar a isenção do pagamento da tarifa da SPTrans e fui a um posto de saúde para que a documentação fosse analisada. Porém, em 22/12, um funcionário da SPTrans telefonou para informar que a minha solicitação não fora aprovada por causa do código da doença, o CID. Não entendo o motivo da negativa, pois a Emtu já me forneceu o cartão de gratuidade.

ELIANA G. M. CRUZ / SÃO PAULO

A SPTrans informa que para a concessão do Bilhete Único Especial é necessário que a patologia apresentada esteja de acordo com a legislação vigente. Explica que a Portaria Intersecretarial SMT/SMS 004/08 aponta que para o CID M75.1, apresentado pela leitora, o benefício deve ser concedido quando comprovada a existência de lesão anatômica. Mas no laudo encaminhado não foi constatada tal lesão e por isso a sua solicitação não foi aprovada.

CPTM

Propaganda enganosa?

O locutor da linha Esmeralda da CPTM anuncia que houve uma mudança no comprimento dos trens para aumentar o conforto e a segurança dos passageiros. É muita cara de pau dos administradores dessa empresa! Se alguém perguntar para um usuário sobre essa melhoria, ele responderá que a situação está pior do que antes: tanto na falta de espaço dentro dos trens como no intervalo entre um trem e outro.

JOSÉ LOURIVAL BARREIRO / SÃO PAULO

A CPTM informa que trabalha para elevar a qualidade dos serviços,proporcionar aumento na oferta de lugares e diminuir o tempo de viagem. Explica que, além dos novos trens colocados em operação, um novo sistema eletrônico de controle da operação está em fase de instalação e trará melhorias na circulação dos trens. Diz ainda que a Linha 9 - Esmeralda passou a operar com composições de oito carros, para permitir melhor distribuição dos passageiros ao longo das plataformas e facilitar o embarque e desembarque, garantindo maior agilidade na operação.

AGENTES DA CET

Atitude louvável

Retornando de um plantão, na madrugada do dia 22 para o dia 23/12/2010, na Marginal do Pinheiros, logo após a saída da Rodovia Castelo Branco em direção à Universidade de São Paulo (USP), uma pedra destruiu a roda de meu carro. Pedi para meu marido telefonar para o 190, mas o atendente disse que, como não tinha o endereço preciso, não poderiam me resgatar porque a "marginal é muito grande". Logo em seguida fui assaltada. Agradeço aos agentes da CET Vander e Cirillo que me ajudaram, inclusive trocando o pneu de meu carro e cedendo os seus celulares particulares para que eu pudesse orientar o meu marido que estava a caminho para me buscar.

SILVANA N. GARCEZ / SÃO PAULO

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