São Paulo Reclama

INSPEÇÃO VEICULAR

, O Estado de S.Paulo

31 Dezembro 2010 | 00h00

Critérios de medição

Meu carro, um Honda 2003, foi reprovado pela Controlar pela segunda vez. Fiz todas as revisões na Honda desde que adquiri o carro e gastei R$ 2.549,35 para a troca do catalisador, vela de ignição e junta da tampa do cabeçote. Antes da segunda inspeção fui à Porto Seguro, que testou o carro e o aprovou. Para meu espanto, vi uma Kombi caindo aos pedaços ser aprovada pela Controlar. Qual é o critério?

IVAN NEGRO ISOLA / SÃO PAULO

A Controlar responde que o procedimento de inspeção é feito com base nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, da Resolução 418/2009, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e da Portaria nº 147/2009, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. Diz que é importante que os veículos sejam submetidos à pré-inspeção veicular em oficinas equipadas e treinadas, garantia de aprovação no teste feito pela Controlar. Antes de levar o carro à oficina é preciso verificar se o equipamento usado está aferido/calibrado pelo Inmetro, se o mecânico é treinado e se a oficina segue as regras definidas pelo Conama. A avaliação feita pela Controlar é o retrato das condições mecânicas do veículo no momento da análise e é essencial que a oficina calibre sempre seu equipamento e faça a descontaminação da sonda de forma adequada (entre uma inspeção e outra). Acrescenta que, na reprovação, fornece um certificado detalhando os limites definidos para o ano/modelo do veículo e os índices medidos durante o procedimento para o mecânico regular o carro.

O leitor diz: Resposta-padrão! Os equipamentos da Controlar não são confiáveis, pois houve diferença entre as medições em dois dos aparelhos da empresa.

JEITINHO BRASILEIRO

Retrato da Educação

Sou aluno do 4.º ano de Administração de Empresas na Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban). Desde o ano passado estou com uma dependência em uma das disciplinas. As provas de cada matéria são aplicadas uma vez a cada semestre e são elaboradas pela coordenação do curso. Não há atividades nem trabalhos valendo nota para compor a média final. Os alunos com dependência não têm aulas da disciplina nas quais têm dificuldade nem nenhum tipo de acompanhamento. Somente é aplicada uma prova durante o semestre. Não passei em uma disciplina no primeiro semestre e um dos professores, que conhecia as minhas dificuldades, disse que ele iria me ajudar a ser aprovado no segundo semestre. Porém esse professor se desligou da Uniban em agosto. Procurei a coordenação do curso para saber quem iria substituí-lo, para solicitar o material para estudar para a prova em 25/9. Soube somente quem seria o novo professor em 3/9. Apesar de ter solicitado a matéria para a prova, ele não a enviou. Desse modo, não pude me preparar para o exame e não consegui tirar a nota mínima para aprovação. Para minha surpresa, quem corrigiu a prova foi outro professor. Expliquei que estava no último ano, entretanto, ele disse que não poderia fazer nada a respeito para eu ser aprovado. Porém o professor alterou a nota de outro aluno que estava na mesma situação que a minha. Qual é o critério para aumentar a nota de alguns alunos e de outros, não? Não acho

isso justo!

ANDRÉ LEVI DE MELO ALMEIDA / SÃO PAULO

A Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban)

não respondeu.

O leitor comenta: Conversei com a coordenadora pedagógica do câmpus em que estudo. Ela disse que iria revisar o exame e que iria reavaliar o meu caso, já que estou no último ano de faculdade e em dependência somente nessa matéria. Porém nada foi feito até agora.

AZUL LINHAS AÉREAS

Erro no reembolso

Não consigo receber da Azul Linhas Aéreas o reembolso de uma passagem comprada em setembro de Campinas para Navegantes (ida em 9/10 e volta em 12/10). A quantia é em torno de R$ 1.300, mas como paguei uma multa por cancelamento, o valor do estorno é de R$ 780. Já foram cobradas duas parcelas de R$ 667 e ainda não recebi o reembolso. Quando foi debitada a primeira parcela sem o estorno, entrei em contato com a companhia. A resposta que eu obtive foi de que o reembolso já havia sido enviado à operadora do cartão e que eu deveria esperar a próxima fatura. Mas não foi isso o que ocorreu. Liguei de novo e soube que a quantia foi creditada para outra pessoa e eu deveria me entender com ela, mas não consigo entrar

em contato.

FERNANDO LUIS MOTTA PEREIRA / SÃO PAULO

A Azul não respondeu.

O leitor diz: O problema não foi resolvido.

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