São Paulo Reclama

MUDANÇA DE REGRAS EM CRECHES

, O Estado de S.Paulo

29 Dezembro 2010 | 00h00

Não atende à demanda

Não achei certa a portaria aprovada em outubro pelo prefeito, que altera a idade para ingresso e permanência das crianças nos Centros de Educação Infantil (CEIs). Fui fazer a inscrição da minha filha de 3 anos em uma Escola Municipal de Educação Infantil, quando fui informada de que, por causa da idade dela, a inscrição deveria ser feita num CEI. Fiz então a inscrição no CEI Diretor Vereador Joaquim Thome Filho. Ao entrar em contato, fui informada de que ela não deve conseguir vaga em nenhum CEI, pois as creches já estão lotadas, só há vaga para as crianças de até 2 anos. Não tenho com quem deixá-la para trabalhar nem dinheiro para pagar escola particular.

MARIA CECÍLIA VALENTINI / SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé informa que a criança está cadastrada no CEI citado acima. Ela ocupa o 4º lugar na ordem de data de cadastro para matrícula, com opção específica para a referida unidade. A partir de 2011, a Secretaria Municipal de Educação seguirá orientação do Conselho Nacional de Educação (CNE) que indica que crianças de até 3 anos e 11 meses devem frequentar Centros de Educação Infantil (CEIs). Essa mudança fará com que as crianças fiquem mais um ano nas creches, porém com atendimento adequado à sua faixa etária.

A leitora revela: Um funcionário da diretoria entrou em contato comigo para informar o que eu já sabia, que, por causa das mudanças, a creche está com lotação máxima e devo aguardar desistências para conseguir uma vaga. Ofereceu outra opção, só que muito longe de casa e isso não é viável, pois tenho outra filha de 4 meses nessa mesma creche.

DIFICULDADE COM GOL

Dor de cabeça com "Smiles"

Não consigo resolver o problema de créditos de minhas milhas pela GOL dos voos de ida e volta para o Rio de Janeiro, em 2/12 (1512 e 1543); e, em 3/12, de ida e volta para Porto Alegre, (voos 1244 e 1279). Já enviei mensagem por e-mail para o programa Smiles, e não obtive retorno. Também enviei carta para a Caixa Postal 18039, sem resposta (anexei os comprovantes dos voos). Para completar, liguei para a Central de Atendimento, onde me aconselharam a consultar o site.

CARLOS AUGUSTO F. SARAIVA / SÃO PAULO

A GOL informa que entrou em contato com o participante e esclareceu que o número do documento por ele informado no embarque é diferente do que foi cadastrado no programa Smiles. A companhia solicitou que o cliente envie as cópias dos cartões de embarque digitalizadas por e-mail, para que o processo seja finalizado.

O leitor informa: Enviei toda a documentação no dia 20/12, mas os pontos só foram creditados no dia 23.

IMPUNIDADE

Acidente de trânsito

Em agosto sofri um acidente de trânsito. Um rapaz embriagado bateu em meu carro violentamente. Ele era funcionário de uma empresa que presta serviços para a Telefônica. Eu voltava do hospital, onde a minha mulher tinha acabado de dar à luz. Esse acidente acarretou diversos problemas para a minha vida pessoal. Fiquei hospitalizado por dois dias, com fortes dores nas pernas, e não

obtive nenhum apoio. Depois de inúmeras tentativas ao telefone e vários e-mails enviados, consegui falar com um dos responsáveis pela empresa, que ficou de me dar todo e qualquer apoio. Eu precisava de um carro para trabalhar e para alguma emergência com minha filha recém-nascida. Mas ficaram apenas na promessa. Foram solicitados diversos procedimentos, como o orçamento do

veículo, e eu fiz tudo o que foi pedido. Mas depois percebi que isso era só para me enrolar. Conforme solicitação, tive de levar o veículo para várias oficinas e, por esse motivo, tive de faltar ao trabalho, pois não tinha ninguém para fazer isso por mim. Tinha de levá-lo com a ajuda de um guincho. Aí ocorreu o pior: a empresa para qual eu trabalhava ficava sempre

me perguntando se eu iria arrumar um carro, e eu respondia que a prestadora de serviço da Telefônica iria providenciar um veículo alugado, conforme prometera. Mas nada disso se cumpriu. Infelizmente, acabei perdendo o emprego, pois não tenho mais carro para trabalhar. Espero que a empresa pelo menos me ouça (leia) por meio do Estadão. Tenho várias fotos do dia do acidente e os e-mails trocados.

WAGNER S. SILVA / SÃO PAULO

A Telefônica lamenta o ocorrido e diz que os contratos mantidos com suas prestadoras de serviços preveem o cumprimento da legislação, incluída a de trânsito.

O leitor revela: Nada foi feito.

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