São Paulo Reclama

COLECIONANDO PROTOCOLOS

, O Estado de S.Paulo

15 Dezembro 2010 | 00h00

Péssimo atendimento

Em 25/11 percebi que a NET estava cobrando R$ 300 a mais na minha conta telefônica e, imediatamente, entrei em contato com ela. Falei com uma atendente e ela me informou que fora um engano, que a NET estava cobrando por uma taxa de ligação e que em 3 dias eu receberia uma nova conta. No mesmo dia também solicitei o cancelamento do débito automático com outra funcionária, com isso, acumulei dois protocolos. Esperei 3 dias e não recebi a fatura correta e, para piorar tudo, R$ 600 foram debitados de minha conta, sem explicação. Ao entrar em contato novamente com a NET, os funcionários disseram que iriam resolver o problema, mas até o dia 1.º/12 nada tinha sido feito. Entrei em contato de novo e fui informado de que os números de protocolo que os próprios funcionários da empresa tinham me passado não existiam, mas acrescentaram que iriam solucionar o problema. Estou com a conta no banco estourada e a NET não devolve meu dinheiro. Isso é estelionato. A empresa está cobrando por algo que não existe, que não foi entregue e que não foi aprovado. Como podem efetuar um débito automático se ele tinha sido cancelado?

AMÉRICO PASSINI / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da NET informa que entrou em contato com o cliente e que a questão foi resolvida.

O leitor desmente: O problema não foi resolvido. Um funcionário da empresa ligou no dia 7/12 informando que efetuaria a devolução do dinheiro até o dia 10/12, porém isso não ocorreu. Continuo aguardando o procedimento. A NET falhou de novo, pela quarta vez.

UNITED AIRLINES

Dois pesos, duas medidas

Adquiri três bilhetes para viajar nas férias pela United Airlines de São Paulo a Melbourne, Austrália. O voo sairá de Guarulhos, em 30/12, para Chicago, de Chicago para Los Angeles, depois para Sydney e, finalmente, para Melbourne. A volta terá o mesmo roteiro no sentido inverso. Tentei trocar o itinerário no site de compra para desprezar um dos trechos (Melbourne e Sydney), no voo de volta, que ocorrerá em 15/1, mas não consegui. A companhia disse que eu não posso fazer isso, senão perco toda a viagem. A opção é pagar US$ 250 por pessoa para alterar o roteiro. Não sei onde isso está escrito, pois não recebi nada que me alertasse sobre o fato. Detalhe, o trecho de Sydney para Melbourne custa em média US$ 80. Minha família e eu iremos uma semana antes a Sidney e não faz sentido voltar para Melbourne só para pegar o voo de volta. O que assusta é a intransigência da companhia. Em nenhum lugar do bilhete emitido aparece essa restrição. É um absurdo ter de gastar seis horas para fazer o trajeto Sydney-Melbourne (duas antes do voo, duas de voo e mais duas antes do voo para o Brasil), se o avião vai passar onde estaremos. Se eu estou reduzindo um trecho, eu deveria ter um desconto e não um acréscimo. Para piorar, a United informou que um dos trechos da viagem foi alterado. As mudanças só valem para o lado da empresa?

ALEXANDRE UHLIG DE OLIVEIRA / SÃO PAULO

A United Airlines informa que manteve contato com o cliente para esclarecer que o bilhete foi adquirido via agência de turismo online, a qual não pertence à United Continental Holdings. Explica que, no caso de passagens compradas por meio do site da United, os clientes obtêm todas as informações necessárias no ícone de regras tarifárias, as quais precisam ser lidas e aceitas para concluir a compra. Acrescenta que o mesmo procedimento de prestação de informações quanto às regras tarifárias ocorre durante a compra por meio da loja e central de reservas e tarifas da United.

O leitor diz: Fui eu quem entrou em contato com a empresa. A companhia se recusa a cancelar um dos trechos, sem custo adicional.

OSASCO

Pedestres esquecidos

Dou os parabéns ao departamento de trânsito de Osasco pela ineficiência. Há três meses foi fechado o cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a Rua Paula Rodrigues, porém o semáforo do lado da avenida, no sentido das marginais, não fecha para os pedestres. É uma aventura atravessar a rua. A situação ainda piora nos finais de semana. Outro dia, vi uma cadeirante esperando algum veículo parar para que ela conseguisse atravessar a avenida. Já fiz diversas reclamações, mas nada é feito.

ALEXANDRE TADEU PEREIRA / OSASCO

A prefeitura de Osasco não respondeu.

O leitor informa: O problema continua.

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