São Paulo Reclama

NET-PORTABILIDADE DEMORADA E ERRO EM COBRANÇA

, O Estado de S.Paulo

14 Dezembro 2010 | 00h00

Solução após 1 ano e meio

Desde 1998 sou cliente da NET e, em julho de 2009, adquiri o NET Combo (internet, TV a cabo e telefone fixo). Minha mulher tinha um número de telefone da Telefônica e, para preservar o número, a NET nos instruiu a alterar a titularidade do plano para o nome dela, para facilitar o processo de portabilidade numérica. A empresa demorou mais de 2 meses para fazer a portabilidade. Esse calvário somente terminou em setembro de 2009, mas começou outro: a cobrança equivocada de minha conta telefônica. A fatura do telefone adquirido pela NET era emitida em meu nome (que tinha o contrato de serviço cancelado, após a mudança de titularidade), e o restante da cobrança do pacote estava em nome de minha mulher. Por isso, cobravam duas vezes pelas ligações feitas. Na conta em nome da minha mulher cobraram a franquia do telefone e, na minha, o valor correto das ligações. Já fiz várias reclamações. A NET altera o valor da fatura, mas no mês seguinte, o problema se repete. Já fiz queixas na imprensa e em sites de reclamações e nada foi resolvido. Em novembro, eu disse a um atendente que não iria pagar a conta que estava em meu nome e, quase como um milagre, o problema foi resolvido.

MARCELO GULFIER / SÃO PAULO

A NET informa que entrou em contato com o cliente e ele confirmou que as questões relatadas já foram solucionadas.

O leitor comenta: O problema foi solucionado. O meu intuito era deixar disponível para os leitores do Estadão o relato do fato ocorrido, uma vez que levou um ano e meio para eu conseguir uma resposta satisfatória e solução da NET.

FLANELINHAS

Abuso contra cidadãos

Em 27/11 assisti a uma cena dantesca na Rua Maranhão, em Higienópolis, perto da igreja situada entre a Avenida Angélica e a Rua Bahia. Um flanelinha dobrou, envergando para a frente, as placas de vários carros guardados por uma espécie de rival que recebeu adiantado e abandonou os veículos. Não é apenas a Prefeitura que deve agir e ser responsável pelo problema, como acredita o Ministério Público (MP), mas considero ser necessária uma ação integrada entre o MP, o governo do Estado e a Prefeitura.

ANDREA C. CARVALHO / SÃO PAULO

O Ministério Público de São Paulo explica que a 3ª Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital instaurou o Inquérito Civil 267/10 para investigar a atuação do Poder Público em relação à ação dos "flanelinhas" na cidade de São Paulo. Explica que a Promotoria tem buscado, com vários órgãos públicos, informações sobre a atuação e fiscalização, bem como demais medidas já adotadas. Paralelamente, responde que são realizados estudos , levantamentos e reuniões para averiguar eventuais soluções para o problema, dentro da lei em vigor. Diz ainda que está em pauta a possibilidade de adoção de medidas judiciais cabíveis em face do poder público.

GUARUJÁ

Problemas nas Astúrias

Em 3/12 li a carta da sra. Natasha Gennari sobre a sujeira na Praia das Astúrias e no Morro do Maluf, no Guarujá. Tenho um apartamento nas Astúrias e concordo com ela. Lá há um morador de rua dormindo na praia todos os dias. Já fiz uma queixa na prefeitura, mas disseram que ele guarda os barcos dos pescadores. Ora, não podemos pôr nossos guarda-sóis na areia, se não estamos na praia, pois podemos ser multados - o que eu acho muito correto -, mas barcos em péssimo estado podem ficar ancorados na areia? Além disso, eles são usados como barracas de venda de peixe, e os vendedores jogam os restos na praia. Para piorar, alguns moradores caminham com cachorros pela praia.

ISA BLANC PALATNIC / SÃO PAULO

A prefeitura do Guarujá informa que o cidadão citado é pago por proprietários de algumas embarcações para tomar conta dos barcos e não pode ser considerado morador de rua. Diz que a Secretaria de Assistência Social monitora diariamente, por meio de educadores de rua, os locais com grande concentração de moradores de rua. Esclarece que os profissionais buscam convencê-los a usar os serviços oferecidos pelo poder público, como o albergue municipal. A fiscalização de posturas já notificou alguns proprietários de barcos que não têm autorização para deixá-los na faixa de areia e que a diretoria de pesca ressaltou que os abusos serão coibidos. Responde que o local é permitido apenas para a comunidade pesqueira tradicional caiçara, que usa o espaço para pequenos reparos nas embarcações e a ação é supervisionada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

A leitora informou: Os problemas citados continuam.

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