São Paulo Reclama

SUJEIRA NO GUARUJÁ DEVE PIORAR NA TEMPORADA

, O Estado de S.Paulo

03 Dezembro 2010 | 00h00

Falta fiscalização

Tenho dois apartamentos no Guarujá, localizados no Morro do Maluf e na Praia das Astúrias. De um ano para cá, o cuidado com o meio ambiente só piorou. Não há reciclagem de lixo nem campanhas para educar a população para não poluir as praias. As lixeiras públicas não são facilmente encontradas e isso se torna um incentivo para que a sujeira se alastre. Sugiro investimento em campanhas de conscientização e que fiscais estejam nas praias. O IPTU é absurdamente alto e, em contrapartida, não temos nenhum benefício.

NATASHA GENNARI / SÃO PAULO

A Prefeitura do Guarujá informa que trabalha intensamente para resolver os problemas ambientais da cidade. Conta com programa de reciclagem de lixo e recolhe mais de 100 toneladas por mês. Há lixeiras para material reciclável em vários locais públicos. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente, várias campanhas de educação ambiental vêm sendo implantadas. O secretário do Meio Ambiente, Élio Lopes, disse que na Praia do Tombo há lixeiras para lixo reciclável espalhadas na orla da praia e placas informativas alertando sobre a proibição de animais domésticos na faixa de areia. Acrescenta que esse projeto esta sendo implantado em outras praias da cidade.

A leitora contesta: Todos os problemas que citei persistem. Nunca notei uma lixeira sequer de lixo reciclável, muito menos placas de conscientização. No dia 29/11 estive pela manhã nas Praias das Astúrias e de Pitangueiras e, durante uma breve caminhada, recolhi copos plásticos e pude notar isopores, latas de cerveja, embalagens, entre outros resíduos na areia e alguns já sendo levados pelas ondas. Havia ainda cachorros e pombas.

DIREITOS ADIADOS

Sem vaga na creche

Peço a intervenção do jornal para conseguir uma vaga na creche para minha filha. Sei que, por lei, não precisaria estar nesta situação, porque, desde o nascimento, minha filha tem seus direitos assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, ou deveria ter. Há 13 anos, estive na creche mais próxima da minha casa, Lar Criança Feliz, e fiz a inscrição do meu filho. Mas, passados 13 anos, ainda não recebi retorno algum. Em janeiro de 2009, minha filha nasceu e, em fevereiro, estive na mesma creche em busca de uma vaga. A atendente, após inscrevê-la, pediu para eu aguardar que entraria em contato quando surgisse uma vaga. Cansada de esperar, em setembro deste ano entrei em contato com a creche e fui informada de que o nome dela não estava na lista. Entrei em contato com a Prefeitura, que me pediu para que voltasse à creche e fizesse outra inscrição, o que fiz prontamente. Terei de aguardar até quando para conseguir fazer valer os impostos que pago? Hoje quem fica com minha filha é minha sogra, uma senhora de 74 anos, porque preciso trabalhar!

ADRIANA ROCHA BRITO / SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Butantã informa que a filha da sra. Adriana foi cadastrada em 30/9 e aguarda vaga no CEI Lar Criança Feliz. As crianças são chamadas para atendimento pela ordem de chegada na fila. A situação pode ser verificada em http://www.portalsme.prefeitura.sp.gov.br ou por listagem afixada em qualquer escola do mesmo distrito ou setor.

A leitora lamenta: O problema não foi resolvido. Cadastrei minha filha no início de 2009, não na data que dizem, mas ela só foi inscrita após eu reclamar.

TROTE DA TELEFÔNICA?

Ligações constantes

Há dias recebo ligações no celular do número 4199-5999, da Telefônica. Esse número não recebe ligações. Quando atendo, ouço: "Olá! Somos da Telefônica...", e já desligo, pois penso ser telemarketing (o que meu registro no Procon proíbe). Resolvi atender uma vez e ouvi: "Seu nome foi negativado na Serasa, mas nós, da Telefônica, temos uma ótima proposta para você. Entre em contato conosco." Ocorre que tanto meu telefone fixo quanto o celular estão em nome do meu marido, e nós temos o hábito de pagar todas as contas em dia. Mesmo assim, liguei para o 10315 para saber se havia alguma conta em atraso e fui informada pela atendente de que não e que era para eu ignorar as chamadas. Disse ainda que eu não era a primeira cliente a reclamar. Se não devo nada, que direito a Telefônica tem de ligar para o meu celular e me acusar de ser devedora?

DANIELA PASSOS / SÃO PAULO

A Telefônica pede desculpas pelos transtornos causados e informa que tomou providências para que as chamadas não voltem a ocorrer. A empresa diz que entrou em contato com a sra. Daniela para prestar esclarecimentos.

A leitora confirma: O problema foi solucionado.

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