São Paulo reclama

TELEFÔNICA VENDE PACOTE PELA METADE

, O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2010 | 00h00

Decepção com serviço

Solicitei à Telefônica uma linha para minha residência. Na mesma hora a atendente ofereceu o Speedy 1 mega por R$ 27,40. Aceitei a oferta e fui transferida para a Ouvidoria, que confirmou o pedido da linha mais o Speedy. Na ocasião, fui orientada a aguardar a instalação da linha em 7 dias úteis (prazo cumprido) e do Speedy em 30 dias úteis. Ao término do prazo para instalação do Speedy, entrei em contato com a empresa, que informou não haver nenhuma solicitação para o Speedy. Imaginem só a minha situação, confiei na Telefônica e aguardei o prazo, para, no final, saber que nunca efetuaram minha solicitação! Certamente esta não é forma que uma empresa séria trata seus clientes. Enfim, resolvi fazer o pedido do Speedy e aguardar mais 30 dias úteis. No entanto, fui informada de que, para minha região, a disponibilidade é de 500 k e não 1 mega pelo mesmo valor. Isso é, no mínimo, um desrespeito!

NATÁLIA SOUZA LIMA / SÃO PAULO

A Telefônica informa que o Speedy da sra. Natália está funcionando normalmente na velocidade disponível no local, com mensalidades em condições promocionais. A empresa diz que entrou em contato com a cliente para prestar os esclarecimentos necessários, lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados.

A leitora relata: A Telefônica entrou em contato comigo e disse que não poderia fornecer a internet na velocidade que me prometera. Pediu desculpas pela informação incorreta. Na verdade, pelo que entendi, a empresa não pode fazer nada além de pedir desculpas. Aceitei o Speedy com a velocidade disponível, mas aguardo receber a gravação das ligações.

O PROBLEMA SE REPETE

Dificuldade para cancelar

Meu pai possui uma assinatura de um combo da empresa NET há mais de 5 anos e, quando tentou mudá-lo, não conseguiu, pois a empresa não respeita o consumidor. Desde julho tentamos fazer um acordo: cancelar a TV a cabo e continuar com o telefone e a internet, porém a empresa nunca cumpre as promessas. Marcou por diversas vezes datas para a retirada dos equipamentos, mas nenhuma delas foi cumprida. Além disso, a NET continuou a efetuar débitos automáticos na conta do titular de um serviço não mais prestado. O equipamento de TV só foi retirado no dia 25/10, mas a cobrança pelo seu uso continuou a ser feita normalmente. Ao solicitar a devolução dos valores indevidamente cobrados, a atendente informou que a Ouvidoria da empresa não aprovara o "desconto". Resultado: pelo quarto mês seguido vamos ter de pagar pela assinatura integral.

LUCIMARA RAMOS PINTO / SÃO PAULO

A NET informa que entrou em contato com o pai da sra. Lucimara (titular do contrato) e resolveu a questão relatada.

A leitora afirma: O problema finalmente foi solucionado. Agora aguardamos a NET vir retirar o aparelho do telefone e da internet, pois decidimos cancelar a assinatura definitivamente.

SITE DA CAIXA

Treze dias fora do ar

O site de um dos maiores bancos do Brasil (Caixa Econômica Federal) está desde o dia 4/11 fora do ar. Se um serviço para de funcionar por 1 hora, já é um absurdo, por 72 horas nem se fale! Todos os meus funcionários têm conta na Caixa e não consegui pagar o salário deles no início de novembro. Fui obrigado a fazer um DOC da minha conta pessoal. Gastei centenas de reais em DOCs, pois tive de usar outros bancos. A única maneira de pagar as contas em aberto é se deslocar até a agência, como se fazia há 20 anos.

FERNANDO BACCARI / SÃO PAULO

A Caixa Econômica Federal informa que ocorreram indisponibilidades no serviço de internet, já normalizado.

O leitor confirma: O site foi normalizado apenas no

dia 17/11.

FEIRA DO ROLO

Funcionando a todo vapor

A famigerada feira do rolo está de volta à região central. Diariamente, a partir das 18 horas, o lado ímpar da Rua Capitão Salomão, no centro, fica tomado pelos negociantes de objetos de origem "desconhecida" ou de origem bem conhecida de todos. E as mesas dos bares dessa rua servem para os meliantes negociarem os caros produtos roubados de lojas e farmácias, normalmente usando o velho truque do pacote falso (caixa vazia com tampa móvel dentro de uma enorme sacola plástica), que sempre sai cheia. Fica o alerta às autoridades e aos comerciantes.

EDUARDO FREITAS

/ SÃO PAULO

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