São Paulo Reclama

ESTAÇÃO CIDADE UNIVERSITÁRIA

, O Estado de S.Paulo

18 de novembro de 2010 | 00h00

Acesso perigoso

Sou usuária da Estação de Trem Cidade Universitária, que foi recentemente reformada e que tem a proposta de ser acessível, principalmente para cadeirantes, mas não é isso que ocorre. Estou grávida de 6 meses, sou cardíaca e por isso evito escadas. Uso todos os dias o serviço da Ponte Orca para chegar à estação. Para isso, tenho duas opções: ou subir as escadas da ponte da USP e atravessar a passarela de acesso à estação ou atravessar a Rua Arcipreste Anselmo de Oliveira, na altura da esquina com a Marginal do Pinheiros. Esta opção é extremamente arriscada, pois os carros vêm em alta velocidade e não há sinalização para travessia. Enviei e-mail à CPTM e a solução oferecida foi a de que eu pedisse ajuda a algum funcionário ou policial que estiver no local para atravessar comigo.

FERNANDA PORTELA / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da CPTM informa que a Estação Cidade Universitária da Linha 9-Esmeralda foi reformada e desde março de 2010 está totalmente adaptada a portadores de deficiência e usuários com mobilidade reduzida. Para melhorar as condições de acesso à estação, a CPTM está em conversação com a EMTU-SP, responsável pela operação da Ponte Orca, e com a CET, responsável pela regulamentação do uso do sistema viário.

A leitora explica: A questão é realmente essa! A estação possui a proposta de ser acessível e não está sendo! A CPTM deu a mesma resposta que obtive da CET: "Estamos analisando e em conversação." Espero que essa análise não espere alguém ser atropelado. Por questão de segurança, estou indo de ônibus. Tenho medo de atravessar a rua, pois não posso correr.

E A FISCALIZAÇÃO?

Serviço mal feito

Estou indignada com a falta de ação da AES Eletropaulo para melhorar o estado da calçada em que está instalada sua torre de transmissão. Ela fica na Av. Paes de Barros, na altura do número 2.300. Isso traz sérios riscos de acidentes. Onde está a fiscalização da Prefeitura? Por que a Eletropaulo não verifica a condição de seus imóveis? Li no dia 3/11 no Caderno Cidades/Metrópoles do Estadão, que a Secretaria da Coordenação das Subprefeituras tem feito mutirões municipais para multar os infratores, mas parece que esses mutirões, em pelo menos 4 anos (desde que passei a morar próximo ao local) não passaram uma vez sequer no local. Assim, venho solicitar ajuda do jornal para que a Eletropaulo e a Prefeitura tomem as providências cabíveis.

MAURA IANELLI/SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que, em resposta à sra. Maura, realizou no dia 8/11 os reparos necessários na calçada em questão.

A leitora contesta: Tão logo escrevi para o Estadão, a AES Eletropaulo enviou alguns funcionários para consertar a calçada. Mas o serviço foi muito malfeito, pois a via já está esburacada. Já telefonei para a AES Eletropaulo, que ficou de me dar uma resposta sobre o assunto, bem como de tomar providências, mas, até 15/11, nada foi feito.

GATO POR LEBRE

Valor e plano diferentes

Comprei por telefone um pacote de serviços da SKY. Na ocasião, perguntei à vendedora qual o pacote oferecia determinados canais e o acesso ao 3.º ponto. Ela indicou o SKY MIX COMBO HBO 2011, que, por contrato, possui 2 pontos e é possível solicitar um 3.º adicional. As condições comerciais informadas foram: isenção da taxa de adesão; 1.ª mensalidade de R$ 67,45; da 2.ª à 5.ª mensalidades, R$ 119, 90 (2 pontos) ou R$ 139,80 (com o 3.º); e a partir da 6.ª mensalidade, R$ 134,90 (2 pontos) ou R$ 159,80 (com o 3.º ponto). Mas o técnico não conseguiu habilitar o 3.º ponto, pois as vendas de pontos adicionais foram suspensas. Reclamei e soube que, além de não ser liberado o 3.º ponto, os valores eram diferentes dos informados. Cancelei o plano.

ARIVALDO ANDRADE / SÃO PAULO

A SKY informa que uma funcionária tentou entrar em contato com o cliente, porém não teve êxito.

O leitor informa: Meu objetivo é alertar os possíveis clientes para que não caiam na mesma conversa que eu caí.

Esclarecimento: Em relação à carta publicada na Coluna Seus Direitos (15/11), ao contrário do que foi publicado, de que a cliente não havia recebido as chaves e o apartamento não estava de acordo com o que fora acordado, a Helbor Empreendimentos S.A. informa que o atendimento à

sra. Silvana, proprietária de um apartamento no Helbor Trend Jardins, já havia sido concluído em 22/10, quando a cliente assinou o termo de vistoria e posse e recebeu as chaves de sua unidade. Acrescenta que todos os itens apontados pela cliente em vistoria anterior foram devidamente ajustados pela construtora Consman, a pedido da Helbor.

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