São Paulo reclama...

LINHA 4 DO METRÔ

, O Estado de S.Paulo

16 de novembro de 2010 | 00h00

Inauguração demorada

MORUMBI

Em dias de jogo ou show

Sou vizinho do Estádio do Morumbi e não aguento mais o descaso do clube com o tráfego de veículos e com a invasão de centenas de pessoas na região. Moro em frente ao Hospital Albert Einstein, que cobra caro pelo estacionamento. A consequência disso são ruas entupidas de carros e quem vem visitar moradores da região não tem onde estacionar. Em dias de show ou jogo a situação piora.

ALBERTO LOPES / SÃO PAULO

A CET informa que para cada evento realizado no Estádio do Morumbi, seja jogo ou show, é montado um esquema operacional específico, com base na demanda de público, visando a garantir melhor fluidez e segurança para o acesso ao local, bem como minimizar o impacto para os usuários em geral. Explica que, nos últimos eventos ocorridos no estádio que tiveram um público acima de 40 mil pessoas, a CET realizou uma média de 206 autuações e cinco carros foram guinchados nas ruas próximas. Esclarece que, para o monitoramento e a fiscalização desses eventos, são escaladas equipes específicas de motociclistas para a atuação em conjunto com os guinchos de remoção, que orientam os munícipes quanto aos locais para estacionamento e fiscalizam o desrespeito às regras de trânsito.

O leitor comenta: Há um grande número de flanelinhas que incentivam os motoristas a estacionar em lugares proibidos. Por que o Estádio do Morumbi não é obrigado a construir um estacionamento decente dentro do clube? Em frente ao Hospital Albert Einstein não há nenhuma viatura para fazer uma ronda e coibir o trabalho de cambistas e flanelinhas.

HOSPITAL GUAIANASES

Mais de 6 horas de espera

O Hospital Geral de Guaianases, localizado na Rua Miguel Achiolli da Fonseca, em tese, deveria ter 220 leitos. Mas acredito que deve ter menos de 100 sendo utilizados. Em 19/10 minha vizinha chegou lá às 11 horas e foi atendida só às 17h30. Os funcionários e médicos disseram que não podiam se pronunciar sobre o problema, por causa das eleições. Isso é grave, pois o serviço público de saúde deveria atender bem a população e não o faz.

BETO CUSTÓDIO / SÃO PAULO

O Hospital Geral de Guaianases esclarece que possui 245 leitos em operação. Diz que a paciente mencionada abriu duas fichas simultâneas no pronto-socorro (PS): uma no setor adulto e outra no pediátrico e foi chamada três vezes para o pré-atendimento de enfermagem, que determina o grau de urgência do atendimento. O caso dela não foi classificado como urgente e não há informação em ficha sobre atendimento médico da paciente no PS adulto, indicando que ela apenas acompanhou consulta de outro paciente, uma criança, no PS infantil. O hospital verificou o tempo de espera para atendimento de outros pacientes que abriram ficha no mesmo horário e a espera não passou de 1h30. Esclarece que, num pronto-socorro, os casos mais urgentes são priorizados, principalmente aqueles em que o paciente corre o risco de perder a vida.

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