São Paulo reclama...

RUA CARLOS WEBER

, O Estado de S.Paulo

11 de novembro de 2010 | 00h00

Trânsito caótico

Há anos peço que a CET analise e melhore o trânsito da Rua Carlos Weber, na Vila Leopoldina, que tem estacionamento dos dois lados e mão dupla. Muitos carros têm de trafegar na contramão, quando outros veículos ficam em fila dupla. Alguns motoristas fazem manobras proibidas para poder voltar na outra mão, congestionando ainda mais a rua. Para piorar, o cruzamento com a Rua Schilling é confuso. A Rua Carlos Weber é mão única da Rua Schilling para cima e mão dupla da Schilling para baixo. Quando abre o sinal, há um encontro de veículos em sentido contrário. Não há farol para pedestres nem guarda de trânsito para auxiliar a saída dos alunos de

uma escola do Sesi, diferentemente do trecho em que há um colégio particular, onde a rua é de mão única.

LUIS FERNANDO MARQUEZANI / SÃO PAULO

A CET reitera o parecer de manutenção do duplo sentido de direção na Rua Carlos Weber, no trecho entre as Ruas Schilling e Guaipá, baseado em contagens volumétricas. Diz que a adoção de sentido único não é viável, pois uma alteração acarretaria problemas de acessibilidade para os moradores e comerciantes e poderia induzir os motoristas à formação da fila dupla no horário de entrada e saída escolar. Diz que fez se reuniu com a direção do Sesi para solicitar a transferência do embarque e desembarque dos alunos e que a instituição estuda a proposta. Acrescenta que, enquanto espera um retorno, o local é monitorado e fiscalizado pelas equipes de campo da CET.

O leitor diz: Só para deixar registrado, meu filho quase foi atropelado, pois, ao atravessar quando um veículo parou,

outro carro veio na contramão.

A OBRA CONTINUA?

Calçada quebrada

Uma certa empreiteira, responsável pela reforma da calçada que vai da Praça Liberdade até o fim da Avenida Liberdade quebrou todo o passeio e deixou a obra abandonada - causando problemas de circulação e acidentes. Acredito que essa empresa deveria quebrar uma parte, repará-la e partir para a seguinte. Fui à Secretaria Municipal de Obras e foi prometido que iriam verificar e punir os responsáveis. Já o encarregado da obra disse que faz o que lhe mandam. Raramente vejo alguém trabalhando ao longo de mais de 1 km de calçada quebrada. Os moradores estão fazendo um abaixo-assinado para que solucionar o problema.

MOHAMAD DIB / SÃO PAULO

A Subprefeitura Sé informa que a obra de reforma das calçadas da Avenida Liberdade não parou em momento algum. Explica que a empresa contratada pela Subprefeitura Sé abriu uma frente de serviço na terceira quadra (sentido bairro), antes de finalizar a primeira quadra, e também avançou mais adiante com a troca de guias e sarjetas, na tentativa de acelerar os serviços. Para evitar a sensação de serviço não terminado e facilitar a circulação de pedestres, a Subprefeitura diz que advertiu a empresa, que tem prazo de uma semana para concluir os serviços numa das quadras e, caso isso não seja cumprido, a contratada ficará sujeita às penalidades previstas em contrato.

O BARULHO CONTINUA

Prometeu e não cumpriu

Em 19/10 publicamos reclamação do leitor sr. Carlos Henrique de Magalhães Filho sobre o excesso de barulho produzido pelo bar Zé Bonito, localizado na Rua Marcos Lopes, na Vila Nova Conceição, onde ele mora. O bar, conta o leitor, promove shows ao vivo na calçada todos os fins de semana e, desde 12/6, ele solicita fiscalização e medidas da Prefeitura. Apesar de a Assessoria de Imprensa Secretaria de Coordenação das Subprefeituras ter informado, em 14/10, que o estabelecimento já havia sido interditado por causa do excesso de ruído e estava programada outra fiscalização "para serem tomadas as devidas providências", em 9/11 o leitor afirma que o problema continua e desabafa: "Até o momento não obtive nenhum retorno da Prefeitura. Já não sei mais a quem recorrer para garantir meus direitos."

PÉSSIMA NOTÍCIA

Educação

Nem bem acabaram as eleições, mães de crianças de 4 anos das creches municipais já receberam péssimas notícias. Essas crianças teriam mais um ano de período integral nas Emeis e, depois, teriam de se virar com meio período (seis horas). Na sexta-feira, minha empregada foi avisada de que em 2011 seu filho de 4 anos, que frequenta uma creche na Vila Mariana, terá só meio período de aula. E não se pode mais escolher a Emei mais perto do trabalho ou de casa, isso será definido pela escola. Melhoria na educação fica só na promessa!

MARIA IGNEZ PRADO O. SILVA / SÃO PAULO

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