São Paulo reclama

PROPAGANDA ENGANOSA DA NET

, O Estado de S.Paulo

02 de novembro de 2010 | 00h00

Fui vítima de golpe aplicado pelo departamento de vendas da NET, que me ofereceu o serviço Sócio PFC gratuito por 3 meses e com o compromisso de entrar em contato antes de efetivar a assinatura. No segundo mês, começaram a debitar o valor da adesão desse plano. Em 10/9, uma atendente disse que a quantia seria estornada. Mas, no dia seguinte, uma funcionária do departamento financeiro alegou que não é possível fazer o estorno, porque não há nenhuma promoção desse serviço. Decidi cancelá-lo e alterar o meu plano de internet e telefone. Apesar de eu ter entregue os 2 decodificadores e os cartões, a NET cobrou pelo serviço como se ele tivesse sido usado integralmente. Em 19/10, uma funcionária alegou que eu não entregara os aparelhos, recusou-se a fazer o cancelamento e solicitou uma visita para verificação! Ela não cogitou a possibilidade de rever a ordem de serviço que comprova a entrega. Só não fiz um Boletim de Ocorrência sobre isso para a NET não pôr a culpa no funcionário que retirou os aparelhos de casa.

ANDRÉ LUÍS VACARI / SÃO PAULO

A NET informa que entrou em contato com o cliente sr. Vacari e resolveu a situação.

O leitor comenta: Após várias recusas, finalmente aceitaram o envio da ordem de serviço como prova da entrega e encontraram os aparelhos nas dependências da NET. A empresa depositou a quantia cobrada em dobro, conforme a lei. Infelizmente, o meu caso foi resolvido porque eu procurei os meus direitos, mas a ilegalidade praticada por todas as empresas de telecomunicações continuará até que a Justiça seja rigorosa.

ARRASTÃO

Crimes em São Paulo

Arrastão em residências em vários bairros da cidade. Onde estava a Polícia Militar (PM)? O poder público está refém do crime organizado. A sociedade exige providências.

LÚCIA RODRIGUES / SÃO PAULO

A Polícia Militar esclarece que a 4ª Companhia do 23º Batalhão de PM Metropolitano é a responsável pelo policiamento da região citada e desenvolve os programas de Radiopatrulhamento, Policiamento comunitário, de trânsito, integrado, Rondas ostensivas com apoio de motocicletas, Força Tática e Ronda Escolar. A instituição salienta que continuará firme no combate à criminalidade e que, com base nas informações passadas pela leitora sra. Lúcia, o policiamento local será reforçado.

IBGE

Demora para pagar

Minha mulher trabalhou como recenseadora temporária do IBGE, em Marília. Porém, mais de um mês depois de terminar seu trabalho, ela não recebeu nenhum centavo pelo serviço. Procurados, os funcionários do IBGE pedem paciência, mas não dão informações. Por e-mail, informei o Ministério do Trabalho, que respondeu que o órgão não tem competência para tal investigação.

JOSÉ MARCEL LANÇA COIMBRA / MARÍLIA

Wagner Silveira, coordenador de Divulgação do Censo 2010 do IBGE-SP, informa que o pagamento da recenseadora citada estava pendente, pois parte da produção foi realizada pelo supervisor. Diz que a pendência foi solucionada e o pagamento foi liberado em 1º/11 para saque em qualquer agência do Banco do Brasil.

O leitor contesta: A resposta do coordenador do órgão não é verdadeira, pois foi ela mesmo quem fez todas as entrevistas e visitas solicitadas por seu supervisor, o próprio IBGE!

SURPRESA NA VOLTA

Bagagem extraviada

Voltei de Paris para São Paulo fazendo uma conexão em Lisboa pela Transportes Aéreos Portugueses (TAP) em 2/10. Minha bagagem foi extraviada e devolvida dois dias depois, com o zíper quebrado e com diversos itens furtados (vinhos, queijos, chocolates, roupas e um relógio). Já entrei em contato com a companhia aérea e com a empresa responsável pelo seguro-viagem, mas até agora não obtive o ressarcimento.

EVELYN MANCINI SANTI PÉREZ / SANTO ANDRÉ

A TAP informa que entrou em contato com a passageira para solicitar as notas fiscais e, quando recebê-las, irá realizar o reembolso.

A leitora comenta: A resposta da companhia aérea não é verdadeira. Nada foi solucionado. A TAP ofereceu US$ 700 de crédito em passagens aéreas, o que não resolve o meu problema. Eu já encaminhei a fatura do meu cartão de crédito à companhia, para comprovar o valor dos produtos que foram roubados. Eu não sou obrigada a ter nota fiscal de tudo o que estava dentro da minha mala, porque havia itens de uso pessoal.

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