São Paulo reclama

CAMINHÕES E ÔNIBUS FRETADOS

, O Estado de S.Paulo

26 de outubro de 2010 | 00h00

Transtorno permitido

Caminhões e ônibus fretados estão trafegando pela Avenida Morumbi e pelas Ruas General Euclides de Figueiredo, Engenheiro João Ortiz Monteiro e Clementine Brenne para chegar à Avenida Giovanni Gronchi. Eles utilizam essas ruas das 7 horas às 7h50, das 13h20 às 14 horas, das 19 às 20 horas e das 22 horas às 22h40. Essas ruas são estreitas e há sinalização proibindo o acesso de caminhões. Sugiro que as autoridades instalem placas proibindo o acesso de ônibus fretados por essas ruas, pois o trânsito do local está congestionado.

REGINA C. CAPRERA / SÃO PAULO

A CET informa que é permitido o tráfego de ônibus fretados nas vias citadas, visto que esse sistema viário não apresenta características físicas que impeçam ou dificultem essa circulação. Salienta que a região é monitorada para acompanhamento e análise dos volumes informados, bem como das consequências que essa circulação possa vir a causar no trânsito da região. Explica que, a partir de 29/10, a CET passará a fiscalizar, inclusive com autuações, a restrição do tráfego de caminhões em vias do Morumbi. Diz que as Avenidas Giovanni Gronchi, Francisco Morato, Morumbi, Doutor Luiz Migliano, Doutor Guilherme Dumont Villares, Jacob Salvador Zveibil e João Jorge Saad, além das Ruas Engenheiro Oscar Americano, Padre Lebret e Jules Rimet, passaram a ser consideradas Vias Estruturais Restritas (VER) e têm o tráfego de caminhões proibido de segunda a sexta-feira, das 5 às 21 horas e, aos sábados, das 10 às 14 horas - exceto nos feriados. Informa que a medida será fiscalizada pelos agentes de trânsito da CET, pelos policiais do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) e por oito radares fixos e barreiras eletrônicas com sistema de Leitura Automática de Placas (LAP).

SEM PARAR

Cobrança indevida

Fiz um test-drive do Sem Parar no período de 14/12/2009 até 14/1/2010. A segunda fatura veio com o valor errado, pois o meu automóvel foi cobrado, primeiro, como se fosse da categoria 5 e, depois, da 3. Mas ele é categoria 1, ou seja, de passeio. Não consegui entrar em contato por telefone e mandei um e-mail. Recebi uma resposta informando que foi constatado o erro e eu teria um crédito de R$ 25,70 na próxima fatura. Em seguida recebi a fatura no valor de R$ 9,80 e a quitei. Porém, em 6/9, recebi um comunicado de que meu nome estava na Serasa e que só seria reabilitado quando eu quitasse o valor de R$ 67,67 até 10/9.Um funcionário do Sem Parar me orientou a pagar o documento para que eu pudesse receber o meu crédito. Encaminhei o comprovante em 13/9 e até o momento não recebi a quantia devida. Já encaminhei e-mail cobrando, mas eles não responderam.

SILVIA REGINA PITTA GALBIATTI / SÃO PAULO

A STP responde que a divergência dos valores cobrados ocorreu por causa de uma falha no equipamento de detecção de eixos na rodovia, que identificou erroneamente um veículo comercial ao invés de um veículo de passeio. Explica que essa situação é bastante incomum e deveria ter sido resolvida no atendimento aos clientes da empresa, com o pronto ressarcimento dos valores devidos. Porém, justifica, houve uma sequência de erros incompatíveis com os seus padrões de qualidade que ocasionaram a demora no ressarcimento da sra. Silvia. Diz que entrou em contato com ela para informá-la sobre o reembolso efetuado. Acrescenta que os funcionários passaram por novo treinamento de procedimentos.

A leitora confirmou a solução do problema.

MOEMA

Polêmica da ciclovia

O projeto da ciclofaixas deveria começar por locais atendidos pelo Metrô e não utilizar Moema como laboratório. Como moradora do bairro, sinto-me prejudicada pela redução das vagas de estacionamento. Os protestos foram em vão. Aonde isso vai parar?

SONIA APARECIDA PATRÍCIO / SÃO PAULO

A retirada das vagas de estacionamento gratuito em Moema está custando para a maioria dos moradores do bairro, no mínimo, R$ 300 por família em estacionamentos - que dobraram os preços -, em vagas extras e zona azul. A maioria dos moradores do bairro não usa bicicleta, mas sente muito a falta dessas vagas.

JOSÉ OSCAR SALTÃO FILHO / SÃO PAULO

Como frequentadora de Moema acho que pesquisas mais detalhadas deveriam ser feitas para encontrar a melhor alternativa para instalar a ciclovia e para que o projeto não prejudique os moradores, o comércio local e resguarde a segurança dos ciclistas. Instalar uma ciclovia ao lado de uma linha de ônibus é, no mínimo, imprudente.

RITA DE CÁSSIA DE JESUS / SÃO PAULO

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