São Paulo reclama

Erro prejudica cliente

, O Estado de S.Paulo

21 de outubro de 2010 | 00h00

Confusão sem fim da telefônica

Sou cliente da Telefônica há mais de 40 anos. Meu telefone foi cortado no dia 23/9, porque a empresa alega que estou inadimplente. Esse procedimento foi feito por meio de uma gravação. No dia seguinte, após entrar em contato, a atendente disse que a linha já estava em processo de religação. Em 28/9 entrei no site da Telefônica e, ao pesquisar o número de protocolo, soube que ele constava como "fechado". Telefonei à empresa para saber por que o protocolo estava fechado e fui informada de que, como eles não reconheceram o pagamento da conta, fecharam o protocolo. Reclamei e disseram que iriam reabri-lo com o mesmo número e o caso seria mandado para o setor de prioridades. Enquanto isso, estou sem linha telefônica. Fiz uma cópia do comprovante da operação de pagamento e enviei à Telefonica. Tenho uma carta protocolada, provando a entrega. Em 30/9, uma atendente ligou pedindo para eu encaminhar o comprovante por fax. Fiz isso e ainda acrescentei meu extrato bancário.

MARGARETE BUZO / SÃO PAULO

A Telefônica informa que reinstalou a linha da sra. Margarete. Acrescenta que creditará o valor correspondente ao período em que o serviço apresentou problema na conta com vencimento em 21/11. Diz que não conseguiu entrar em contato com ela por telefone, mas enviou um telegrama esclarecendo o assunto.

A leitora comenta: Em 15/10, recebi um telegrama da Telefônica cobrando a conta vencida em 21/7. Em 11/10, mandaram uma carta da empresa informando que eles enviariam meu nome ao SPC e à Serasa.

CRÍTICA

Faltam vagas em creche

É inaceitável que a fila de espera por vagas em creches tenha aumentado 44% na cidade de São Paulo em 2010. Mais de 125 mil crianças estão na fila, sem vaga nas creches, em evidente prejuízo para elas e seus pais, que não podem sair para trabalhar por não terem com quem deixar seus filhos. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), deve dar explicações aos paulistanos sobre esse quadro deplorável e sobre tamanho descalabro, eis que descumpriu flagrantemente suas promessas de campanha.

RENATO KHAIR / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal de Educação responde que o número de crianças de 0 a 3 anos matriculadas entre 2005 e 2010 mais que dobrou, passando de 59 mil para 130.705. Acrescenta que o número de crianças matriculadas em setembro de 2007 era de 88 mil e hoje subiu para 130 mil. Alega que quanto mais se aumentam as vagas em creches, maior é a procura por parte das mães que passam a ver a possibilidade de atendimento, o que antes não era possível. Diz que a Prefeitura criou um mecanismo inédito de controle na internet, que informa quantas crianças aguardam atendimento para que as mães possam acompanhar a posição de seu filho na fila por vagas.

O leitor responde: A resposta dada pela Prefeitura é pífia e não convence.

PERIGO

Sinalização apagada

A Marginal do Pinheiros, em direção a Santo Amaro, está com a sinalização horizontal e a separação de faixas de trânsito apagadas no trecho em curva, na altura do Shopping Cidade Jardim. Gostaria que a Prefeitura estudasse a possibilidade de readequação da via.

SATORO MURAKATA / SÃO PAULO

A CET diz que elaborou projeto de manutenção da sinalização horizontal da Marginal do Pinheiros, pista expressa, entre as Pontes Engenheiro Ary Torres e Morumbi.

MUDANÇA DE REGRAS

Ações da Petrobrás

Fui surpreendido pelo meu banco com a informação de que, apesar de ter investido o FGTS anteriormente em ações da Petrobrás, não poderia fazê-lo novamente por ter o saldo zerado. Sou professor e, naquele período, trabalhava em mais de uma universidade e o fundo gestor, quando aplicou na compra das ações, escolheu aleatoriamente uma das contas para fazê-lo. Em nenhum momento fui informado sobre isso. Hoje tenho ainda fundos daquele período, mas de outro empregador e a Petrobrás (nem a CVM) não quer nem ouvir falar do meu interesse.

ARNALDO RYNGELBLUM / SÃO PAULO

A Petrobrás esclarece que as regras para uso do FGTS na compra de ações da recente oferta pública da companhia foram debatidas e decididas pelo Congresso Nacional e, posteriormente, aprovadas e transformadas em lei por meio da sanção do presidente Lula em junho, sem nenhuma interferência da Petrobrás.

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