São Paulo reclama

ATRASO NA ENTREGA DE MEDICAMENTOS

, O Estado de S.Paulo

09 de outubro de 2010 | 00h00

Perigo de rejeição de órgãos

Fui submetido a um transplante de rim e pâncreas em 2004, no Hospital do Rim, em São Paulo, e, desde então, passei a tomar 4 medicamentos diários de alto custo, que evitam rejeição de órgãos transplantados e são fornecidos pelo SUS. Sem eles, haverá a rejeição dos órgãos e retorno à hemodiálise e à insulina. É comum não encontrar um ou outro medicamento na farmácia do SUS. Mas, no início de setembro, pela primeira vez em mais de 6 anos, não encontrei nenhum deles. Em meados de setembro, alguns foram fornecidos, mas até 7/10 não havia o Sirolimo 2 mg. Estou na eminência de sofrer rejeição dos órgãos transplantados por falta de planejamento, controle ou simplesmente desleixo da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Onde está a verba para a aquisição desses medicamentos? Não quero nem imaginar que essa verba foi desviada para custear campanha eleitoral.

JOÃO ACÁCIO LEITE NETO / SÃO PAULO

A Secretaria de Estado da Saúde esclarece que o fornecedor da

Pravastatina, que havia atrasado a entrega, já a normalizou no dia 24/9. Os demais medicamentos são fornecidos pelo Ministério da

Saúde (MS) e também já tiveram o estoque restabelecido. O medicamento Sirolimo 1 mg dia foi entregue em 16/9, o Sirolimo 2 mg e o

Tacrolino 1 mg, em 28/9. A falta ocorreu porque o MS, responsável pela compra dos medicamentos, enviou ao Estado de São Paulo quantitativos menores que o necessário. Os estoques já foram reforçados.

O leitor desmente: O problema continua, pois, ao contrário do que a secretaria afirma, o medicamento Sirolimo 2 mg não chegou até 7/10 e não há previsão. O que devo fazer?

VEÍCULOS PESADOS

Caos em ruas de bairro

Sou moradora do bairro Vila Suzana, no Morumbi. Estou indignada com o enorme fluxo de caminhões que foram desviados da Marginal do Pinheiros para o Rodoanel, passando pelas Avenidas Morumbi, Giovanni Gronchi e Rua Guilherme Dumont Villares. A região, antes estritamente residencial, virou um verdadeiro caos. As ruas estão ficando esburacadas e houve aumento do trânsito. A multa de R$ 90 não é nada para eles.

GABRIELLA ESGAIB / SÃO PAULO

Adele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, informa que a restrição ao tráfego de caminhões na Marginal do Pinheiros e nas Avenidas dos Bandeirantes e Jornalista Roberto Marinho, que começou a ser fiscalizada com autuações no dia 2/9, mostra uma melhoria na fluidez do trânsito.

A CET ressalta que, desde o dia 27/9, as Avenidas Giovanni Gronchi, Francisco Morato, Morumbi, Dr. Luiz Migliano, Dr. Guilherme Dumont Villares, Jacob Salvador Zveibel e João Jorge Saad, além das Ruas Eng. Oscar Americano, Padre Lebret e Jules Rimet, passaram a ser consideradas Vias Estruturais Restritas e tiveram o tráfego de caminhões proibido de 2ª a 6ª, das 5 às 21 horas, e aos sábados, das 10 às 14 horas, exceto nos feriados.

A leitora relata: Reitero a necessidade de policiamento nas principais vias de acesso ao bairro. A multa tem o valor muito baixo e nunca vejo nenhum agente da CET fiscalizando o fluxo de veículos por aqui. Sou moradora há 16 anos e essa região está ficando caótica. Nos horários de pico, tudo piora. São muitos caminhões, inclusive com carga química, transitando num bairro estritamente residencial. As vias não estão preparadas para tal fluxo, já se veem os estragos no asfalto. Além disso, eles circulam em alta velocidade, ignorando os carros pequenos. Outro detalhe, as ruas são estreitas, o que faz com que haja um estrangulamento do trânsito. Se houver necessidade de escoamento da região, no caso de algum acidente grave, será algo quase impossível de fazer.

TELEFÔNICA

Prejuízos constantes

Escrevo para reclamar do serviço Speedy da Telefônica. Minha empresa depende exclusivamente desse serviço para acessar a internet, pois no local não há NET ou Embratel, Todos os dias da semana há queda de sinal, acarretando uma sucessão de prejuízos.

MARCELO ALBERTINI / SÃO PAULO

A Telefônica informa que, após ajustes técnicos, o Speedy do sr. Albertini está funcionando normalmente. A empresa informa ainda que o cliente terá crédito em conta telefônica futura correspondente ao período em que o serviço apresentou problema.

O leitor contesta: O problema não foi totalmente resolvido, pois o técnico da Telefônica alertou sobre possíveis quedas de sinal a qualquer momento. Percebo que, para fazer bonito, a assessoria de imprensa da Telefônica se apressa em pôr panos quentes no problema, alegando que ele foi solucionado, mas isso não é verdade.

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