São Paulo reclama...

CONFUSÃO PARA ALTERAR DADOS CADASTRAIS

, O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2010 | 00h00

Dois meses sem telefone

Meu marido solicitou pela central de atendimento da Telefônica no dia 19/7 a alteração dos seus dados cadastrais de pessoa física para jurídica. O atendente informou que o sistema estava fora do ar e solicitou que ele entrasse em contato com a central mais tarde. No dia 22/7 a linha telefônica da nossa empresa ficou muda e meu marido abriu um chamado na Telefônica. O técnico, em vez de ir ao imóvel comercial, verificou a linha do imóvel residencial, passando a informação para central de que não havia defeito e que não tinha ninguém em casa. Ora, a solicitação fora para a linha do endereço comercial! O técnico da Telefônica veio novamente ao endereço residencial, informando que não havia problema algum. Tive de explicar umas 5 vezes que a linha não era daquele imóvel. Não bastando, a central de atendimento ligou no telefone residencial para confirmar que a linha estava funcionando, novamente tive de explicar o problema. Desde então temos entrado em contato com a Telefônica duas a três vezes ao dia, em vão. Quem vai pagar pelos prejuízos da empresa de meu marido?

ANGELA FAVORIN / SÃO PAULO

A Telefônica informou em 27/9 que, após ajustes técnicos, a linha

da sra. Angela está funcionando normalmente. A empresa esclarece que a cliente terá crédito em conta telefônica futura referente ao

período em que o serviço apresentou problema.

A leitora relata: A Telefônica não solucionou o problema, só reinstalou a linha que havia sido cancelada sem que pedíssemos. Além disso, nos dias 16 e 17/9 o telefone não funcionou e a empresa nada soube explicar, apenas abriu outro chamado.

CIDADE SEM ÁRVORES

Falta de planejamento

Nos dias de umidade baixa e sol inclemente, sentimos de forma mais aguda a falta de árvores dignas do nome (e não arbustos decorativos) em boa parte das calçadas e praças da cidade. Infelizmente, no centro, estamos perdendo as grandes árvores sem que sejam repostas. Dois oitis abatidos no Largo do Paiçandu e duas tipuanas na Praça do Correio nunca foram substituídos. As grandes fícus microcarpa do Largo de São Bento estão sendo mortas, provavelmente por envenenamento, uma a uma, e em seu lugar são plantadas plantas que nem chegam perto da massa verde que representavam. Tipuanas que caíram ao longo da Avenida Rio Branco também nunca foram substituídas. Na Praça da República uma enorme seringueira morta durante as obras do metrô não foi substituída por nenhuma árvore. Faltam planejamento e cuidado na arborização urbana, que é questão não só de qualidade de vida, como de saúde pública. Se há espécies inadequadas, que sejam substituídas por nativas. E, para completar, a Prefeitura parece fazer questão de reduzir as áreas permeáveis da cidade, substituindo terra por concreto (como na Praça Alfredo Issa), desperdiçando a oportunidade de usar pavimentos que absorvam água na reforma das calçadas do centro.

FABIO OLMOS / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Subprefeitura Sé esclarece que a remoção de árvores se dá por questões fitossanitárias ou por queda e a substituição é feita, sempre, por mudas nativas.

INSPEÇÃO VEICULAR

Dúvidas quanto à medição

No dia 21/7 fiz a inspeção veicular do meu carro na Controlar e o veículo foi reprovado. Levei-o ao mecânico, que constatou que estava tudo certo com o carro. No dia 19/8 fiz a inspeção e novamente ele foi reprovado. O mecânico fez outra análise e não viu nada de errado. Reagendei, paguei outra taxa e dessa vez o veículo foi aprovado. O interessante é que o carro ficou estacionado na garagem desde o dia 19/8, com o mesmo combustível e no mesmo estado em que fora reprovado.

ANA MARGARIDA GRAEFF SIMON / SÃO PAULO

A Assessoria de Comunicação

da Controlar esclarece que o procedimento é realizado com base nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e em cumprimento à Resolução Conama nº 418/2009 e à Portaria

nº 147/2009 da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. É importante que os veículos sejam submetidos à pré-inspeção em oficinas equipadas e treinadas para realizar a medição seguindo os procedimentos e limites exigidos pela legislação, porém os resultados obtidos são apenas um indicativo de que o veículo pode estar com alguma irregularidade, mas não é garantia de aprovação no teste feito pela Controlar em equipamentos periodicamente aferidos pelo Inmetro, conforme especificações do Instituto de Pesos e Medidas. Ressalta que a avaliação feita é o retrato das condições mecânicas do veículo no momento da análise.

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