São Paulo reclama

CLIENTE NÃO CONSEGUE MOVIMENTAR SEU DINHEIRO

, O Estado de S.Paulo

28 de setembro de 2010 | 00h00

A conta sumiu

Para transferir a conta da Nossa Caixa de São Paulo para Jundiaí, meu pai teve de abrir outra conta nesta cidade, transferindo os saldos e encerrando a antiga na capital. Mais tarde foi informado sobre a incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil (BB). Algumas semanas depois a conta sumiu! Ela foi parar na agência BB da Faria Lima, capital. A alternativa oferecida pelo banco foi a de que meu pai abrisse outra conta em Jundiaí, pedindo a transferência do saldo. Mas ele só conseguiu quando o cadastro foi enviado de São Paulo, 8 dias depois! Em 8/9 meu pai depositou em minha conta do Itaú um cheque de R$ 7 mil, que foi devolvido pela agência de São Paulo, a qual nem nos procurou! Aparentemente foi reativado um cadastro antigo de conta encerrada. Absurdo!

SILVIA CUNHA RODRIGUES DE VASCONCELLOS / JUNDIAÍ

O BB informa que durante a incorporação de clientes Nossa Caixa houve alteração automática dos números de agência, conta corrente e senha, em razão da coincidência de dados já existentes no BB. A devolução do cheque ocorreu não só como forma de precaução, uma vez que não foi possível contatar o cliente por telefone, como por divergência de assinatura. Vale ressaltar que a conta em Jundiaí está aberta e regularizada e que a da agência Faria Lima está encerrada.

A leitora diz: O BB nem sequer pediu desculpas! Não explicou por que reativou a conta encerrada em São Paulo, em vez de mudar a conta ativa de Jundiaí para o BB Estilo na mesma cidade. No que se refere ao cheque, causou constrangimento e multa! Havia na Nossa Caixa Jundiaí cadastro recente, com telefone do cliente. Se o BB não o localizou é por ser desorganizado!

DIREITO DO IDOSO

Assento preferencial

No dia 5/8 meu marido e eu viajamos para Frankfurt pela TAM. Como ele tem 69 anos, pedimos que nos colocassem nos assentos "conforto", ou seja, localizados perto das saídas de emergência ou logo após a classe executiva ou dos banheiros. Fomos informados de que tais assentos só poderiam ser usados se pagássemos US$ 50 cada um. Pagamos. Mas constatamos que outros passageiros puderam ocupá-los sem pagar nada, a critério do agente local. Ao chegar na Alemanha (6/8), entrei em contato com a TAM e recebi e-mail que dizia que os referidos assentos eram para ser ocupados "prioritariamente por idosos, clientes com necessidades especiais, gestantes, pessoas com dificuldade de locomoção, menores desacompanhados e bebês de colo", portanto, em categoria que meu marido se encaixava. Mas não obtive resposta sobre eventual reembolso. Entrei em contato com a TAM por várias vezes, em vão. Em 31/8, no retorno para o Brasil, fomos obrigados a pagar 70 cada pelos referidos assentos. Liguei novamente para a TAM, que me informou que nosso caso estava em análise, mas até 13/9 não tive resposta. Tenho comigo todos os comprovantes de compra.

MARGUERITE TESCARI/SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, serviço de atendimento ao cliente, diz que entrou em contato por e-mail com a sra. Marguerite para pedir-lhe desculpas pelos transtornos e desencontro de informações e comunicá-la de que, após outra análise do caso, verificou que a taxa do Assento Conforto foi cobrada indevidamente do marido dela tanto na viagem de ida quanto na de retorno. Idosos devem ser acomodados nas três primeiras fileiras da aeronave e, quando manifestam seu desejo em viajar na 1ª fileira, não podem ser cobrados da referida taxa. As taxas serão reembolsadas.

A leitora relata: Vou aguardar a fatura do cartão de crédito para confirmar se foi feito o reembolso. Mas só depois da intervenção do jornal tivemos retorno da TAM, já que desde 6/8 solicito reembolso.

TRÂNSITO COMPLICADO

Solicitação não atendida

Há mais de um ano solicito à CET a modificação no trânsito da Rua Dr. Fabrício Vampré, Vila Mariana, sugerindo alternativas para melhorar o fluxo de veículos. O órgão respondeu que o projeto de mudança havia sido aprovado, mas aguardava dotação orçamentária para realizá-lo. Não acredito que necessitem de tanta verba para colocação de placas, pois, de um dia para o outro, fizeram muitas modificações de sentido nas ruas próximas. Agora há um empreendimento imobiliário que tornou o trecho um verdadeiro caos. No dia 13/9, às 7 horas, havia 10 caminhões para retirada de terra, todos estacionados na rua onde foram colocados irregularmente vários cavaletes.

SIGUERU TAKIGAWA / SÃO PAULO

A CET não respondeu.

O leitor informa: Até hoje nada foi feito.

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