São Paulo reclama

TAXA DO ENEM NÃO FOI REPASSADA PELO BANCO

, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2010 | 00h00

Estudante paga pelo erro

Estou com um grande problema com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Banco do Brasil e não sei mais a quem recorrer. Fiz a inscrição e o pagamento para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dentro do prazo, porém o Banco do Brasil não repassou o pagamento para o Inep. Quando percebi que a minha inscrição para o Enem permanecia pendente, tentei entrar em contato com o órgão. Depois de alguns dias, o atendente disse que meu problema era com o banco. Fui até o banco, que reconheceu o problema e repassou o pagamento para o Inep, que não quer aceitar minha inscrição! Não sei mais o que fazer, possivelmente perderei um ano de minha vida por causa desses erros. Espero que possam me auxiliar!

ALINE PIRUNA MARTINS DOS SANTOS / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa Regional São Paulo do Banco do Brasil (BB) informa que entrou em contato com a Central de Atendimento do Inep, pelo telefone 0800-616161, para obtenção de esclarecimentos sobre o pagamento da inscrição para o Enem efetuado pela

sra. Aline em agência do BB. Na ocasião, o banco foi informado de que o pagamento fora devidamente processado, porém, a visualização dessa informação no site daquela instituição está apresentando atraso. O BB recebeu orientação da Central de Atendimento do Inep para que a sra. Aline continue a consultar a informação pelo site e entre em contato com aquela Central de Atendimento em caso de dúvidas (0800-616161). Segundo informações prestadas pelo Inep, não há prejuízo para a inscrição da sra. Aline.

O Enem e o Inep não responderam.

SONEGAR IMPOSTO

O governo pode?

Fui admitida pela Lei 1.093/09 para exercer o cargo de agente de serviços escolares na Escola Estadual Milton Borges Ypiranga, no Guarujá. Este ano me avisaram do término do contrato e, por estar grávida, dirigi-me ao Posto do Instituto Nacional de Serviço Social (INSS) para verificar minhas condições como beneficiária. Constatei que os recolhimentos de um ano feitos diretamente no holerite, com o título "INSS desconto", não constam como depositados no INSS, impedindo que eu usufrua da assistência médica a que tenho direito e necessito. O governo sonegou um ano de imposto! Agora, grávida, sem condições de arrumar um emprego, não tenho direito algum como segurada.

LILIANA FRANCISCA BARBOSA / SANTOS

A Secretaria Estadual da

Educação não respondeu.

A leitora relata: Estou desempregada, grávida de 5 meses e sem direito ao benefício do INSS. Pela terceira vez, fui pessoalmente à Delegacia de Ensino Regional de Santos, onde prestava serviços. Não vejo interesse por parte de meu empregador - o governo do Estado - em solucionar o caso.

DESCASO DO IAMSPE

Atendimento distante

Minha mãe é beneficiária do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) e sofre com a falta de atendimento em Ribeirão Preto, que não realiza vários exames solicitados. Tive de levá-la a Franca e agora me foi indicado o Hospital do Servidor, em São Paulo. Meu pai contribuiu por mais de 30 anos e agora que ela precisa de atendimento médico tem de deslocar-se 300 km? Quem paga por isso? O que era para ser um tratamento diferenciado, na verdade, não funciona. Faltam conveniados em Ribeirão Preto que realizem os exames que os beneficiários precisam. Um absurdo ter de ir até São Paulo para isso!

ANDRÉ LUIZ R. RECHE / RIBEIRÃO PRETO

O Iamspe não respondeu.

O leitor diz: O Iamspe não entrou em contato.

ÁRVORES NO CHÃO

Falta planejamento

Moro na Chácara Santo Antônio e toda véspera de feriado alguma árvore significativa é cortada no bairro. Com certeza, daqui a algum tempo estaremos sem nenhuma. No feriado de 7/7, por exemplo, às 8h10, cortavam arvores dentro de uma escola infantil, que fica na esquina das Ruas Antonio das Chagas e Francisco de Moraes. O que me deixou extremamente angustiada é que nesse lugar vive (bem, agora acho que vivia) uma família de saguis. Peço que publiquem este desabafo, para que no futuro (ou pelo menos no próximo feriado) isso não ocorra.

SÔNIA HUTTERER TEIXEIRA /SÃO PAULO

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente não respondeu.

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