São Paulo reclama

USUÁRIOS DE DROGAS NO CENTRO DE SÃO PAULO

, O Estado de S.Paulo

23 Setembro 2010 | 00h00

Problema crônico

Nas proximidades do Elevado Costa e Silva, na saída para a Rua Amaral Gurgel, sentido centro, há uma grande quantidade de dependentes químicos a qualquer hora do dia. Situação semelhante ocorre no acesso pela Rua Augusta, sentido Lapa, onde já está estabelecida uma pequena comunidade, protegida pela falta de iluminação no local. Não é fácil tirar pessoas das ruas, mas há medidas que poderiam ser adotadas. Entre elas, iluminar o acesso à Rua Augusta, embaixo da Praça Roosevelt, e aumentar o policiamento nos locais de compra e venda de drogas. Num domingo, por volta das 8 horas, passei pela Cracolândia e fiquei impressionado com o vaivém das pessoas à medida que a chegada das drogas era anunciada.

GUTO PACHECO / SÃO PAULO

A Polícia Militar (PM) esclarece que em seu planejamento operacional procura analisar os indicadores criminais, de modo a identificar áreas de interesse de segurança pública e direcionar os recursos

humanos e materiais de maneira eficiente e eficaz. Diz que trabalha com informações oriundas da comunidade, pois é certo que parcela das infrações penais não chega ao conhecimento da polícia, pela falta de notificação. Ressalta que estão sendo adotadas as medidas preventivas mais adequadas à região e que a 2ª Companhia do 13º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano faz o policiamento da região e acrescenta que o intensificará nos locais indicados para prevenir ocorrências.

O leitor comenta: Não questionei o trabalho da PM, apenas fiz uma sugestão. Por exemplo, a iluminação dos "baixos" do Minhocão auxiliaria o valoroso empenho da polícia.

FALTA DE MANUTENÇÃO

Poste prestes a cair

A Eletropaulo deveria cuidar melhor dos postes da cidade. Muitos estão danificados e abandonados. Na Av. Brigadeiro Faria Lima com a Cidade Jardim há um que está envergado há mais de três meses e está prestes a cair. Um policial da cabine móvel, localizada em frente, disse que por duas vezes pediu providências à Prefeitura, que deveria fiscalizar a Eletropaulo, mas nada foi feito.

DEVANIR AMÂNCIO / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da AES Eletropaulo informa que enviou uma equipe ao local para avaliar a situação do poste e já o incluiu no cronograma de substituição para os dias 18 e 19 de setembro.

O leitor revela: O problema continua. Nada foi feito.

GUARULHOS

O dono da rua

Em 18/8, entrei com um pedido no órgão de trânsito da prefeitura de Guarulhos pedindo a colocação de placas de proibido estacionar no início da Rua Sapucaí Mirim. Na esquina dessa rua com a Avenida Jamil João Zarif (acesso para o Aeroporto de Guarulhos) há uma loja de revenda de automóveis usados. O proprietário desse estabelecimento usa a rua como se fosse uma extensão da sua loja ao estacionar carros e motos próximos à esquina. Esse lojista conseguiu que a prefeitura colocasse uma placa proibindo a entrada de caminhões na rua. Quando entro em contato com o órgão responsável, obtenho a informação de que não há pessoal suficiente e por isso o pedido não foi avaliado. Lamentável, pois o problema ocorre há mais de 1 ano.

VALTER ROBERTO DE ANDRADE MELO / GUARULHOS

O Departamento de Planejamento e Projetos, órgão ligado à Secretaria de Transportes e Trânsito de Guarulhos, informa que foi feito estudo e elaborado projeto para proibir o estacionamento de veículos no trecho da Rua Sapucaí Mirim, que fica entre a Avenida Jamil João Zarif e a Rua Jari. Explica que a instalação da sinalização será feita nas próximas semanas. Responde que, em janeiro, foram promovidos ajustes no lado direito dessa via pública (com a proibição de estacionamento e circulação restrita de caminhões), de forma a garantir segurança e conforto à circulação local. Lamenta o ocorrido em relação ao período de espera para o atendimento da sugestão feita pelo leitor e se coloca à disposição para qualquer tipo de esclarecimento.

O leitor contesta: A rua não foi sinalizada. Por causa dos carros e das motos estacionados na esquina citada, fica difícil para um carro entrar na Rua Sapucaí Miri, pois o corredor que sobra é estreito e é preciso esperar que a fila de carros que estão saindo da rua acabe. A alternativa é dar a volta e entrar pelo outro lado dessa rua, contornando a Praça Oito de Dezembro. A prefeitura prometeu tomar providências há semanas e, até agora, nada. Já vai fazer 1 mês que fiz a queixa. Aliás, a proibição de circulação de caminhões não ajudou na segurança e no conforto dos moradores.

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