São Paulo Reclama

Censo 2010 do IBGE

, O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2010 | 00h00

Uma recenseadora do IBGE esteve em casa. Mas ela só perguntou o nome, a idade e a renda dos moradores, se o apartamento era próprio ou não e se havia alguém falecido ou residente no exterior no último ano. Ela não quis saber o nosso grau de escolaridade nem a nossa religião. Questionei-a e ela respondeu que essas perguntas somente são feitas para alguns domicílios sorteados. Quero ter o direito de responder ao questionário na íntegra e não ser "sorteada".

MÔNICA GIBIN / SÃO PAULO

O Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) responde que visita todos os domicílios do País e que há dois tipos de questionários: o básico e o da amostra. Explica que o morador não pode escolher qual irá responder, pois a seleção, que é feita automaticamente pelo computador, é aleatória de acordo com a fração amostral definida para a cidade, de forma que seja espalhada geograficamente por toda a extensão do setor censitário. Para transparência dos resultados, diz que o nível de precisão de cada variável é divulgado e que todas as perguntas do questionário básico estão contidas no da amostra, as quais podem ser encontradas no www.censo2010.ibge.gov.br. Esclarece que não é viável aplicar um questionário extenso em todas as residências em razão do elevado custo e do prazo que seria necessário para liberar os resultados. Explica que aproximadamente 11% dos domicílios responderão ao questionário da amostra. Esclarece que o Censo 2010 irá aplicar cinco frações amostrais diferentes, de acordo com o tamanho do município em termos de população estimada para 2009. Ressalta que a fração amostral em cidades pequenas tem de ser maior para que a amostra tenha um tamanho adequado a fim de garantir a qualidade das estimativas do censo.

MUDANÇA DE ITINERÁRIO

Cidadão é prejudicado

Quero saber por que a SPTrans retirou a linha de ônibus 516P Vila Guacuri-Itaim Bibi de circulação. Ninguém da Prefeitura (156) soube me explicar. Sem esse coletivo, a Linha 637J Vila São José-Pinheiros está sobrecarregada. Antes de ter tomado essa decisão, a SPTrans deveria ter feito um estudo mais elaborado e consultado os passageiros.

JOÃO PEREIRA DA SILVA / SÃO PAULO

A SPTrans esclarece que, com a inauguração do Corredor Metropolitano Diadema-São Paulo (Morumbi), o bairro da Vila Guacuri continua ligado ao Terminal Santo Amaro pelos ônibus 5014/10 Vila Guacuri-Santo Amaro e 546T/10 Vila Guacuri-Terminal Santo Amaro, os quais foram reprogramados com acréscimo na oferta de lugares. Explica que o acesso à região do Itaim Bibi está garantido a partir do Terminal Santo Amaro com os coletivos 637P/10 Terminal Santo Amaro-Pinheiros e 637P/21 Terminal Santo Amaro-Itaim Bibi. Diz que as Linhas 637G/10 Grajaú-Butantã, 637J/10 Vila São José-Pinheiros, 637V/10 Parque América-Pinheiros e 856R/10 Lapa-Socorro servem como alternativa para os usuários. Ressalta que é possível fazer até quatro transferências entre as linhas sem ônus tarifário mediante a utilização do Bilhete Único em até três horas. Responde que antes de alterar uma linha são verificadas todas as opções de deslocamento que estão à disposição da comunidade para não desprovê-la do atendimento por transporte coletivo, o que foi considerado no plano citado.

O leitor comenta: Esperei o ônibus 546T Vila Guacuri-Terminal Santo Amaro por 20 minutos, demorei mais meia hora para ir até o terminal e mais 20 minutos para pegar um coletivo até o Itaim Bibi. Gastei 120 minutos. Se eu tivesse pegado o ônibus direto 516P, seriam apenas 60 minutos. Os ônibus da linhas 546T/10 e 5014/10 são pequenos e causam transtornos no horário de pico. Quando eles param no ponto, atrapalham os coletivos maiores, pois enquanto os passageiros sobem neles é formada uma fila de veículos no local.

PERIGO

Vazamento de gás

Há mais de um ano sentimos nas ruas do condomínio um cheiro muito forte de gás. Em visitas técnicas, a Comgás alegava que deveria ter um rato morto no encanamento. Mas, em 21/8, o gás começou a vazar pela grama da garagem. A única providência tomada pela empresa foi a de fechar o registro. Desde então estamos sem gás.

ELAINE CRISTINA SILVA DE

ALMEIDA / SÃO PAULO

A Comgás informa que sua equipe de emergência atendeu ao chamado no endereço indicado em 21/8 e, seguindo os procedimentos de segurança, eliminou o vazamento de gás com o fechamento da válvula geral de bloqueio na entrada do condomínio. Por se tratar de um problema na instalação interna do condomínio, explica que o reparo no ramal danificado é de responsabilidade do usuário. Diz que entregou um material de orientação à síndica para providenciar o reparo e a informou de que deverá entrar em contato com a Comgás após a conclusão do trabalho para solicitar a reabertura da válvula. M

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