São Paulo Reclama

ATRASOS E SUPERLOTAÇÃO NA CPTM

, O Estado de S.Paulo

27 de agosto de 2010 | 00h00

Um dia de caos

Em 10/8, o percurso entre as Estações Guaianases e Luz, que é de 34 minutos, demorou aproximadamente duas horas. Quase passei mal com a superlotação. Nesse dia, a CPTM permitiu a transferência gratuita na Estação de Metrô Tatuapé, mas não a ofereceu na sua antecessora, o que ajudaria os passageiros. Acredito que faltam investimentos e um bom gerenciamento na CPTM, pois em dias de maior movimento o Metrô oferece trens vazios em intervalos regulares. Isso também poderia ser feito pela CPTM para reduzir o atraso de um trem que já sai lotado. Além de tudo isso, questiono por que os mapas localizados dentro dos trens indicam linhas que ainda serão construídas ou que estão em projeto.

FLÁVIO QUEIROZ / SÃO PAULO

A CPTM informa que, em 10/8, foi registrado um defeito no sistema de alimentação elétrica da Linha 11-Coral, entre o Brás e o Tatuapé. Por esse motivo, a circulação de trens nesse trecho foi realizada por uma única via entre as 4h15 e 11h50, o intervalo médio entre os trens aumentou para 10 minutos no horário de pico e houve um tempo de parada maior nas plataformas. Responde que, para minimizar os transtornos, acionou a Operação Plano de Apoio entre as Empresas em Situação de Emergência (Paese) com o Metrô na Estação Tatuapé, onde a transferência para a Linha 3-Vermelha foi realizada gratuitamente, e também com a SPTrans, que reforçou o número de ônibus entre Guaianases e o centro da capital. Durante a ocorrência, diz que os usuários foram orientados pelo sistema de som dos trens e das estações. A companhia acrescenta que tem investido em melhorias, que instalou um moderno sistema de sinalização e adquiriu 9 composições para o Expresso Leste.

COMGÁS

Cobrança indevida

No ano passado, comprei na Comgás um aquecedor elétrico de R$ 932,16, para ser pago em 24 parcelas de R$ 38,84. Porém, eles estão cobrando 12 vezes de R$ 77,68. Para piorar, a empresa faturou indevidamente dois aparelhos em meu nome e está cobrando 12 parcelas de R$ 155,36. Um aquecedor foi direcionado para o meu endereço atual e o outro, para um apartamento que eu já vendi há mais de 5 anos. Durante os primeiros 3 meses, a Comgás me devolveu a quantia descontada indevidamente. Depois voltou a cobrar pelos dois aparelhos. Estou reclamando há meses, mas ainda não obtive nenhuma satisfação dessa empresa.

GERSON RODRIGUES DE MORAIS / SÃO PAULO

A Comgás informa que houve de fato um erro de cobrança referente ao aquecedor nas faturas do sr. Morais. Esclarece que o valor pago indevidamente pelo cliente será devolvido. Ressalta que a cobrança do aquecedor já foi regularizada em seu sistema para que o problema não volte mais a ocorrer. Pede desculpas pelos transtornos causados.

AES ELETROPAULO

Sem energia elétrica

No dia 4/8, solicitei a ligação de energia elétrica em meu apartamento na Rua Bela Cintra, no Jardim Paulista. Informaram-me que havia um débito de

R$ 0,85 do antigo proprietário, o qual foi pago em 5/8. Contatei a AES Eletropaulo e, desta vez, disseram que o serviço seria

efetuado no prazo de 15 dias por tratar-se de ligação subterrânea. No dia 12/8, entrei novamente em contato para apurar as informações recebidas em 5/8 e, para minha surpresa, soube que o serviço seria executado em até 15 dias úteis, pois nesse período haveria uma vistoria técnica para verificar se a rede suportaria essa ligação e, em caso afirmativo, a energia seria ligada em até 48 horas. Em 16/8, telefonei para a Ouvidoria e

a atendente solicitou os números dos protocolos de atendimento para verificar a informação passada. Ela acrescentou que nada poderia fazer, pois o serviço estava dentro do prazo. Na minha visão está claro que essa empresa desrespeita o consumidor.

CARLA ANDRÉA REIS / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que, em 24/8, executou a religação solicitada pela leitora sra. Carla.

FALTA DE INCENTIVO

É mais barato ir de carro

Por questões de economia e para evitar o trânsito da região do Morumbi pela manhã, entre as 6 e 10 horas, passei a usar o transporte público até a minha faculdade localizada na Liberdade. Porém, percebi que é mais caro ir de ônibus e metrô do que de carro. Com o Bilhete Único (usado em dois ônibus e um metrô, na ida e na volta) gasto R$ 8 por dia. Para fazer o mesmo percurso de carro, gasto menos em gasolina. Como isso pode ocorrer numa cidade em que os impostos são altos e a infraestrutura é tão pobre?

CAROLINA JUNQUEIRA / SÃO PAULO

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