São Paulo reclama

PERIGO

, O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2010 | 00h00

Árvore prestes a cair

Moro na Rua Alemanha, no Jardim Europa, e há uma árvore que está condenada em frente à minha casa. Já liguei inúmeras vezes para o número 156 da Prefeitura e só o que consegui foi colecionar números de protocolos. No dia 22/7, caiu uma outra árvore na Rua Noruega, nas mesmas condições. Conversei com os bombeiros e com a AES Eletropaulo que estiveram aqui para obter informações de como proceder. Fui informada de que de nada adianta ligar para o 156 e que a única forma de a Prefeitura tomar uma providência é esperar a árvore cair. O perigo é grande, pois a fiação elétrica está entre os galhos. Os coqueiros da calçada estão inclinados e encostados nos fios. As folhas de um coqueiro caíram e feriram seriamente uma pessoa que caminhava pela calçada.

ROSARIA CUNHA / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que a árvore citada foi vistoriada por um engenheiro agrônomo, que elaborou um laudo solicitando a remoção da espécie. No entanto, explica que é necessária anuência da Secretaria do Verde e Meio Ambiente por se tratar de uma área de preservação, bem como apoio da AES Eletropaulo, pois a árvore está próxima aos fios de alta-tensão. Esclarece que o serviço foi priorizado pela subprefeitura, que aguarda o agendamento dos órgãos responsáveis para executá-lo o mais breve possível.

MEDICAMENTO

Somente após um mês

Recebo mensalmente, pela farmácia ambulatorial do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC), o medicamento Detrusitol LA

4 mg ou Tartarato de tolterodina. Porém, no dia 2/7 a entrega não foi feita. Liguei para a farmácia e recebi a informação que o medicamento está em falta e não há previsão da regularização do fornecimento. A caixa custa em torno de R$ 250. Se soubesse que seria só uma caixa, teria dinheiro para comprá-la, mas não sei se serão 1, 2 ou 10, o que torna financeiramente inviável. Enviei e-mails à Ouvidoria do HC, mas não tive resposta. A interrupção no tratamento me acarreta problemas.

MARCELO DE MOURA / SÃO PAULO

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo informa que o estoque de Tolterodina 4 mg está regularizado e que o paciente recebeu 60 comprimidos em 18/8.

BIENAL DO LIVRO

Problemas com a multidão

Fui à Bienal do Livro no sábado, 14/8. Não havia lugar para estacionar no Pavilhão do Anhembi nem no estacionamento da Avenida Voluntários da Pátria - ambos já estavam lotados às 9 horas. As pessoas tinham de andar mais de 30 minutos a pé para chegar ao pavilhão. De ônibus, pela Estação Tietê, havia uma espera de pelo menos uma hora às 17 horas e, às 19 horas, a fila era de mais de 1h30. Não havia organização nem fila preferencial para idosos e pessoas com crianças. Um evento que devia ser de lazer cultural se tornou uma tremenda dor de cabeça!

CARINA GARROTI / SÃO PAULO

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