São Paulo reclama

SERVIÇO PÚBLICO

, O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2010 | 00h00

Lição de casa malfeita

O prefeito de São Paulo, em entrevista ao Estado em 23/7, disse que fez a lição de casa direitinho. Na minha rua, não. As calçadas da Rua Álvaro de Carvalho, no Anhangabaú, vivem entupidas de lixo, graças aos moradores de rua que abrem os sacos e despejam tudo na via. Debaixo dos Viadutos Nove de Julho e Major Quedinho a situação está pior. Seguindo do Viaduto Major Quedinho em direção às Ruas Augusta e Martins Fontes, estão sendo construídos prédios em antigos estacionamentos. De repente, como um milagre, uma parte da calçada em frente dessas obras foi recuperada. Há até faixa exclusiva para portadores de deficiência! Há anos cobro providências para nivelar e restaurar as calçadas dessa rua, em vão.

EMILY CARDOSO / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Subprefeitura Sé informa que os proprietários dos imóveis são responsáveis por manter as calçadas em bom estado de conservação. Um agente vistor fará verificação na Rua Álvaro de Carvalho e notificará todos os imóveis cujos passeios necessitem de reparos. Quanto ao lixo, como a coleta é realizada no período noturno, ele deve ser colocado a partir das 18 horas, de 2ª a sábado, uma vez que o serviço não ocorre aos domingos, assim como a varrição, que é realizada 3 vezes ao dia na via.

INSPEÇÃO VEICULAR

Vaga só após pagar taxa

Fui reprovado pela Controlar na primeira inspeção veicular. Logo depois, tentei reagendar a inspeção dentro do prazo de 30 dias, por telefone e pela internet, mas a resposta da Controlar era de que não havia vaga no posto por mim escolhido, o da Engenheiro Caetano Álvares. Trabalho perto e verifiquei que esse posto passava várias horas vazio, sem atender nenhum veículo. Nesse período de tentativas, recebi uma mensagem informando que seria possível reagendar a inspeção, em até 3 dias úteis, após pagamento de outra taxa. Não acho justo pagar de novo para só então conseguir realizar a inspeção.

ROBERTO CASSIO /SÃO PAULO

A Controlar não respondeu.

DESAMPARO

Direito desrespeitado

Quem escreve é um advogado com quase 80 anos. Em 1989 me juntei a mais 39 aposentados do Rio de Janeiro e impetramos uma ação de revisão de

proventos. Passaram-se 21 anos e 7 coautores já faleceram.

Muitos recursos foram ajuizados, muitas idas e vindas de papéis, culminando com uma apelação por parte do INSS e sentença favorável a nós, em agosto de 2008. Em 3/9/2008 foi dada baixa na Justiça, mas o INSS não nos pagou. Por quê?

Nós, remanescentes ou sobreviventes, somos todos octogenários. O que o INSS espera?

Nesse ritmo não ficará ninguém para receber. Pedimos apenas que o INSS cumpra a ordem judicial.

BENJAMIN DISTCHEKENIAN / SÃO PAULO

O INSS não respondeu.

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