São Paulo Reclama

FALTA DE ASSISTÊNCIA DA TELEFÔNICA

, O Estado de S.Paulo

01 de julho de 2010 | 00h00

Dois meses sem telefone

Minha linha da Telefônica não faz ligações desde 3/5 e ninguém sabe explicar o motivo. Tenho vários números de protocolos registrados na operadora pedindo a solução do problema. Eles dão diferentes respostas, como, por exemplo, de que eu mudei de endereço e de que o plano foi migrado para outro (embora eu jamais tenha solicitado isso). Dizem que um técnico ou um supervisor vai entrar em contato comigo, mas até

o momento ninguém o fez. Há dois meses solicitei o cancelamento da linha e fui convencido a não fazê-lo, com o oferecimento de vantagens, como o Fale a vontade e o Speedy de 2 megabytes. No último protocolo, disseram que só poderiam resolver o problema após 72 horas, pois eu mudara de endereço. Isso foi há 2 meses! Desde então, quando tento fazer uma ligação, escuto uma mensagem dizendo que meu telefone somente estará disponível após 5 dias da sua instalação. O telefone é uma ferramenta de trabalho e agora tenho de usar o celular. Sou refém dessa situação, pois não posso cancelar a linha e contratar outra operadora, sem correr risco de pagar as multas do contrato.

MARCO ANTONIO MARTINS / SÃO PAULO

A Telefônica não respondeu.

O leitor comenta: O problema ainda não foi resolvido. A empresa apenas pediu desculpas e prometeu um desconto na fatura. A última fatura veio sem o desconto de R$ 34 e ainda foram cobrados R$ 29 referentes a reparos. Também estou recebendo ligações de aviso de corte na linha.

AES ELETROPAULO

Oscilação de luz

Há quase 30 anos moro no Morumbi, na região chamada de Vila Andrade. Durante quase todo esse período, minha família e meus vizinhos foram torturados pela suspensão do fornecimento de energia elétrica em épocas de chuva. Interrupções essas que duravam horas e, às vezes, dias. Recentemente, fomos informados de que foram feitos reparos nas linhas de transmissão e que os canos foram trocados. De fato, mesmo com os "vendavais" recentes, a luz não faltou. Só que agora surgiu um novo problema. Sem qualquer motivo aparente, a luz "pisca" constantemente. São falhas curtas, de fração de segundos, suficientes para desligar todos os aparelhos elétricos e eletrônicos da casa. Gostaria de saber se esse fato é do conhecimento da AES Eletropaulo e se estão sendo tomadas providências no sentido da reparação dessa falha.

JÚLIO MEDAGLIA / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que as oscilações podem ocorrer por causa de interferências externas de objetos na rede elétrica. Em alguns casos há o desligamento e o religamento automático dos disjuntores localizados na subestação que abastece a região, com o objetivo de evitar as interrupções no fornecimento de energia por um longo período. A concessionária esclarece ainda que ao longo de 2009 e início de 2010 a rede que fornece energia elétrica para o cliente passou por melhorias, com a substituição de equipamentos e a modificação da estrutura.

E A FISCALIZAÇÃO?

Calçadas malconservadas

As calçadas do Guarujá precisam ser urgentemente recuperadas. O passeio das Praias da Enseada e de Pitangueiras estão intransitáveis. As pessoas correm o risco de sofrer um acidente. O Guarujá é uma cidade turística e a falta de manutenção das calçadas prejudica o comércio em geral, como também os hotéis e restaurantes. A prefeitura, que diz que pretende deixar a cidade bem cuidada, precisa tomar providências com urgência. Cabe a ela enviar uma carta ao proprietário do imóvel que tem a calçada malconservada para que ele a conserte. Agora com o Rodoanel e com a Petrobrás na região, haverá um movimento maior na cidade.

ANTONIO CARLOS ANDRADE / GUARUJÁ

A prefeitura de Guarujá explica que é dever da população a conservação e a limpeza dos passeios públicos, além da cooperação com a prefeitura na manutenção das vias públicas em geral. Esclarece que, em média são emitidos pela Diretoria de Controle de Edificações e do Uso do Solo 304 avisos por mês para restauração, construção e manutenção de passeio público e calçadas, construção de muro, manutenção de imóvel, instalação de portão, limpeza geral e outros. Depois de notificado, o morador tem prazo de até 30 dias, com possibilidade de prorrogação, para realizar o serviço. Caso isso não ocorra, ele recebe uma multa que varia de R$ 160 a R$ 4 mil. Se reincidente, o valor a ser pago pode dobrar. Acrescenta que o Departamento de Fiscalização de Posturas acompanha as denúncias dos munícipes.

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