São Paulo reclama

Obra urgente

, O Estado de S.Paulo

09 de junho de 2010 | 00h00

Moro na Rua Embuaçu, na Vila Mariana. Atrás de minha rua existe um terreno da Eletropaulo, onde há uma mina de água não canalizada. Desse local ocorre escoamento permanente de água pela vizinhança, causando umidade excessiva nas casas, queda de partes da massa corrida das edificações e estufamento das paredes internas das residências. Nós, moradores, já solicitamos providências na Eletropaulo, mas nada foi feito até o momento. Venho solicitar auxílio para a resolução desse problema, pois temo que essa infiltração pelo terreno possa causar algo mais grave, pois o volume de água é enorme.

CLAUDIA MAGON / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da AES Eletropaulo informa que a limpeza do terreno foi realizada no dia 11 de março. A concessionária esclarece que no dia 31 de maio, após visita no local, foi identificada a necessidade de obras no imóvel da cliente. Na ocasião a leitora sra. Claudia ficou ciente da realização da obra. A previsão para a conclusão do serviço é até dia 9 de julho e os custos serão de responsabilidade

da distribuidora.

A leitora contesta: Ninguém entrou em contato comigo, ninguém esteve na minha casa! No dia 31 de maio eu não saí de casa! Minha contestação foi a respeito de uma mina de água no terreno da Eletropaulo, que causa alagamento da vila e infiltrações graves nas residências, e não a sua limpeza. Minha solicitação foi a urgente canalização dessa mina e obra na residência. Portanto, o problema continua e o pior de tudo é que a concessionária mentiu sobre a visita à minha casa. Não apareceu ninguém da Eletropaulo e a água continua escoando.

RECICLAGEM

Faltam projetos

Faltam espaços para o descarte adequado de lâmpadas fluorescentes e falta conscientização da população. Uma caixa dessas lâmpadas foi despejada no canteiro das Avenidas Faria Lima com Cidade Jardim. Esse lixo causa danos ao meio ambiente e pode provocar acidentes. A Prefeitura tem algum projeto para resolver o problema?

DEVANIR AMÂNCIO / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras explica que, por meio da Subprefeitura Pinheiros, os materiais depositados foram removidos.

SEGURANÇA PÚBLICA

Policiamento no centro

Quem circula pelo centro da cidade já percebeu que é difícil encontrar policiais. De vez em quando uma viatura passa velozmente com a sirene ligada. Por que as autoridades não criam um policiamento específico para atender os pedestres, em caso de necessidade e por medida de prevenção? Esses policiais poderiam andar em duplas e circular pelo centro a pé. HAROLDO LOPES / SÃO PAULO

A Polícia Militar (PM) esclarece que o policiamento da região central é feito pelo Comando do Policiamento de Área 1. Explica que ele administra 4 Batalhões da PM que se subdividem em 4 companhias de policiamento. Essa estrutura recebe o apoio de Bases Comunitárias de Segurança (BCS); Postos Policiais Militares (PPM); Bases Comunitárias Móveis (BCM); e pontos de policiamento a pé e supedâneos. As BCSs são para auxiliar o policiamento comunitário, têm edificação fixa, funcionam 24 horas, possuem uma viatura de apoio à disposição e o efetivo varia de 10 a 20 PMs que fazem patrulhas a pé ou com a viatura de apoio. O PPM é uma edificação mais simples que fica instalada em local de grande movimento, em turno mínimo de 12 horas. Já as BCMs são um trailer ou viatura do tipo Van, onde se faz o policiamento comunitário em circunstâncias que necessitam da presença policial de forma não permanente, como em dias de espetáculos públicos, etc. O policiamento a pé é feito pelas companhias de polícia em sua área de atuação. No centro há a "Atividade Delegada", que fica na área circunvizinha à Rua 25 de Março, o Largo da Concórdia, Rua José Paulino e Rua Santa Ifigênia para dar segurança aos frequentadores e impedir o comércio ilegal. Na região da Av. Paulista há os supedâneos (pequena edificação), que são um apoio para o policiamento ostensivo a pé.

FAVELIZAÇÃO

Descontrole

Na esquina das Ruas Behring e Júlio César da Silva, no Brás, havia um posto de gasolina que foi desativado e onde se construiu uma favela. Pela quantidade de tapumes de madeira e outros materiais de fácil combustão, além da degradação do local, ele se tornou um perigo aos moradores. Um mínimo de fiscalização honesta jamais deixaria isso ocorrer.

FLAVIO MARCUS JULIANO

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

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