São Paulo Reclama

ATENDIMENTO RELÂMPAGO

, O Estado de S.Paulo

08 de junho de 2010 | 00h00

Descaso na saúde

No dia 21/5 fui ao Pronto Socorro Dr. Lauro Ribas Braga, pois acordei sem voz, o que me impedia de trabalhar, já que sou professor do ensino básico e do médio. Foi constatada hipertensão e fui encaminhado a uma consulta. O médico só olhou de longe para minha garganta, sem ler a ficha com o diagnóstico de hipertensão. O atendimento durou cerca de 1 minuto e foram prescritos: dipirona, inalação e injeção de benzetacil. Como me recusei a tomar a injeção, ele prescreveu um remédio via oral. Mas a letra é ilegível, não há carimbo com o nome dele nem o registro. Ao solicitar atestado médico, ele disse que estar afônico não era justificativa para a emissão de atestado para justificar minha ausência. Se a falta de voz não é justificativa para um professor se ausentar, não sei o que o seria.

SÉRGIO MARTUCCI JÚNIOR / SÃO PAULO

A Organização Social Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que gerencia o Pronto Socorro Municipal Dr. Lauro Ribas Braga, informa que o médico responsável pelo atendimento disse que solicitou a verificação da temperatura do paciente, já que isso daria mais subsídios ao diagnóstico e justificaria a hipertensão leve constatada, mas ele se recusou à fazê-lo e a tomar a medicação prescrita. O atestado é fornecido após avaliação de todos os critérios do atendimento e, nesse caso, foram constatadas plenas condições de trabalho do paciente, A situação descrita pelo sr. Martucci Júnior não condiz com as diretrizes de qualidade e presteza dos serviços oferecidos pela Secretaria Municipal da Saúde.

O leitor reclama: Como fui chamado de mentiroso, resolvi tomar outras providências.

CENA COMUM

Lixo e drogas

Em 14/5 apontei uma situação que já perdurava há mais de 10 dias. Verifiquei, no dia 27/5, que a situação mudou para pior. Perto dos arredores do piscinão da Avenida Roberto Marinho está mais sujo, mais emporcalhado. As imagens não mentem. É importante salientar que a causa é o excessivo número de pessoas que diariamente se matam aos poucos pelo uso do crack e outras drogas dentro do local e na vizinhança. Até quando os moradores vão ter de conviver com isso?

MARCOS IGNACIO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Santo Amaro informa que no local é realizada a limpeza duas vezes por semana e a varrição na via é feita três vezes ao dia. Para aumentar o fluxo de pessoas e, consequentemente, inibir o descarte ilegal de entulho, a Subprefeitura está promovendo oficinas para o Centro Comunitário Água Espraiada. Outro fator que deve inibir o descarte é a permanência, desde a semana passada, de base comunitária móvel da Guarda Civil Metropolitana nas esquinas das Ruas Lino de Moraes Leme com a Lacônia para garantir a segurança na área. Ressalta ainda a importância da ajuda da população para evitar o despejo de lixo e entulho nas ruas da cidade.

Sobre o consumo de drogas no local, a Polícia Militar (PM) havia respondido em 12/9/2008 que o policiamento na região é feito pelo 12º Batalhão da PM Metropolitano, que utiliza, no combate ao tráfico de drogas, especialmente o Programa de Força Tática e o Programa de Policiamento com utilização de motocicletas, além do radiopatrulhamento e demais programas de policiamento.

MULTA E RECURSO

Difícil de entender

Tendo recebido uma multa, verifiquei que ela se referia ao carro utilizado pelo meu filho. Imediatamente enviei a identificação do condutor, com todos os documentos pedidos. Recebi, tempos depois, a notificação da multa ainda em meu nome. Enviei de novo todos os documentos, identificação e o endereço do condutor, explicando que não se tratava de recurso, mas da correção do nome do condutor. Mas recebi o resultado indeferindo meu recurso! O que fazer se os funcionários nem sequer leem as missivas? Enviei novo pedido de correção, ao Cetran, mas temo que nem será lido, pois querem que eu pague antes. Não vou pagar, a multa não é minha, nem sequer tive direito a recurso!

ELIANA PARISI ALVARES

/ SÃO PAULO

A Coordenadoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT), em resposta à reclamação da sra. Eliana sobre o não atendimento a seu pedido para alteração do nome do condutor ao receber uma multa, pois o veículo é utilizado por seu filho, esclarece que o procedimento do Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) foi correto, pois o recurso se refere à multa aplicada ao proprietário do veículo, e não ao condutor. Nesse caso, foi

aceito o pedido da leitora feito

ao Departamento de Trânsito (Detran) para retirada da pontuação de sua Carteira de Habilitação, repassando-a para a de seu filho.

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